Tuesday, September 20, 2016

BMW terá Série 3, X4 e Mini elétricos em breve

A BMW está aparentemente com receio de ficar para trás na corrida pelos carros elétricos. Enquanto a Mercedes-Benz aguarda o Salão de Paris (França) para estrear sua nova gama de opções eletrificadas e a Tesla prepara a chegada do novo Model 3, a BMW ainda espera o sinal verde para desenvolver novos produtos do tipo, fora da divisão i (que conta com o elétrico i3 e i8). As informações são da revista alemã Handelsblatt, conforme noticiou o site Carscoops.
BMW Série 3 terá versão elétrica até o ano que vem

De acordo com a publicação, a BMW está perto de autorizar as versões totalmente elétricas do sedã Série 3, do SUV X4 e de um Mini. Enquanto caberá à Mini oferecer uma versão mais acessível de um elétrico da BMW (mesmo lá fora o i3 é consideravelmente mais caro que rivais como o Chevrolet Bolt e o futuro Model 3, ainda por conta de sua autonomia menor), o Série 3 e o X4 competirão no segmento de elétricos premium.
SUV X4 também ganhará uma versão totalmente eletrificada

A revista ainda afirmou que o desenvolvimento dos três modelos iniciará até o final deste mês. Ainda não há data para eles serem lançados, mas ao que tudo indica isto deve ocorrer até o começo do ano que vem. 
Fonte: Carro Online

Monday, September 19, 2016

Estudo revela que o futuro será da mobilidade compartilhada e eletrificada


Este é um dos resultados do estudo da McKinsey & Company. O levantamento mostra ainda que as categorias de empresa que surgirão para suprir a procura em áreas que, agora, são praticamente inexistentes movimentarão US$ 1,5 bilhão até 2030 – o que elevará as receitas da indústria automóvel em 30%. A movimentação no setor estará apoiada na inovação tecnológica, aliada à mudança no comportamento dos consumidores. Esse cenário levará ao surgimento de novas fontes de receita nos próximos 15 anos.

O uso compartilhado de veículos sustentará o crescimento da indústria, a uma taxa de 2% até 2030, mais do que compensando as quedas esperadas nas vendas de automóveis. A pesquisa “Automotive revolution  Perspective towards 2030 – How the convergence of disruptive technology-driven trends could transform the auto industry” mostra que, até lá, um em cada dez carros vendidos serão para uso compartilhado e 15% deles serão de condução autônoma.

Além da mobilidade compartilhada, a eletrificação, a conectividade, os serviços via aplicações e o upgrade dos sistemas originais dos veículos vão tornar-se fontes de receita em potencial para empresas que já integram a cadeia automóvel e para as novas companhias a operar nessa área.

Outro destaque da pesquisa será a mudança na relação entre companhias nativas do setor e as recém-chegadas, passando de rivais para parceiros na oferta de soluções alternativas.

Empresas que encarem a mobilidade como serviço ampliarão a indústria voltada ao transporte individual e forçarão as mudanças de um setor há muito estagnado em termos de expansão. Nos últimos 15 anos, apenas dois novos fabricantes de automóveis entraram na lista das 15 maiores do mundo, enquanto, no mesmo período, 10 operadores de serviços eletrônicos chegaram ao topo do seu mercado.

Os tradicionais fabricantes serão obrigados a dividir receitas com modelos completamente diferentes, como os serviços de boleias e de carros partilhados, disputando espaço até com gigantes de tecnologia.

A conclusão do estudo aponta para um cenário que, ainda que difícil, trará benefícios: o crescimento da receita com mobilidade individual vai acelerar a partir de 2030. O desafio será navegar num ambiente muito mais pulverizado.



Publicado no Verdesobrerodas
Por Revista BIT conteúdo

Sunday, September 18, 2016

NOVO PORSCHE PANAMERA 4 E-HYBRID PROMETE CONSUMO DE ATÉ 40 KM/L

Motor elétrico do sedã garante autonomia de até 50 km, máxima de 140 km/h e até 40 km com um litro de gasolina

Porsche Panamera 4 E-Hybrid
Após dois meses do lançamento da segunda geração do Panamera, a Porsche apresenta a versão híbrida plug-in do sedã: o Panamera 4 E-Hybrid. O modelo chega mais potente e com consumo menor do que anterior. A primeira aparição pública ocorrerá durante o Salão de Paris, em outubro.
O Panamera 4 E-Hybrid combina um novo motor a gasolina V6 2.9 de 335 cv e 45,7 mkgf de torque a um propulsor elétrico de 138 cv e 40,8 mkgf. Com os motores combinados, o híbrido desenvolve 468 cv, ante os 422 cv da primeira geração. Isso resultou em melhores números no 0 a 100 km/h, que baixaram de 5,2 para 4,7 segundos. A velocidade máxima acompanhou o aumento e foi de 269 km/h para 278 km/h.
Porsche Panamera 4 E-Hybrid
Em vez do câmbio automático com conversor de torque da geração anterior, o novo Panamera híbrido traz agora a caixa automatizada de dupla embreagem (PDK) de oito velocidades, além de tração integral disponível em todas as outras versões. O número de consumo é o maior destaque: faz 40 km/l, além de emitir 56 gramas de CO2 por km — segundo os padrões europeus. E de acordo com a Porsche.
Porsche Panamera 4 E-Hybrid
No modo puramente elétrico, o modelo roda até 50 quilômetros e atinge a velocidade de 140 km/h, livre de emissões. A segunda geração tem seis modos de condução, que altera os tipos de uso da motorização híbrida. São eles: o E-Power (somente elétrico), Hybrid Auto (automático), E-Hold (preserva energia da bateria), E-Charge (motor V6 carrega a bateria), além de Sport e Sport Plus — ambos com foco em desempenho.
Porsche Panamera 4 E-Hybrid
Posicionada abaixo da cabine, sua bateria de íons de lítio de refrigeração líquida teve a capacidade de carga aumentada de 9,4 para 14,1 KWh, mas com a vantagem de ter permanecendo com o mesmo peso. A bateria pode ser recarregada em 5,8 horas, ou em apenas 3,6 h quando utilizado um carregador especial disponibilizado pela marca. A carga na bateria ainda pode ser iniciada por um temporizador via central multimídia, ou até mesmo pelo aplicativo Porsche Car Connect, disponível para smartphones e Apple Watch. 
Porsche Panamera 4 E-Hybrid
O novo Panamera 4 E-Hybrid já pode ser encomendado na Alemanha, onde é comercializado por 107.553 euros (R$ 380.515 numa conversão direta). Na Europa, as primeiras unidades começarão a ser entregues a partir de abril de 2017, ano que também deverá ser importado para outros países (incluindo o Brasil).

Fonte: Quatro Rodas

Saturday, September 17, 2016

Projeto Titan deve contar com apoio do iPhone

A Apple garantiu há algum tempo uma patente daquilo que poderia ser um grande recurso para o Project Titan, o projeto "secreto" de carro elétrico da empresa. A ideia registrada descreve um avançado sistema de controle de veículos que permite que um iPhone seja capaz de fazer coisas como abrir as portas do carro, ligar ou desligar o motor em um prazo específico e por um período específico de tempo, ativar e ajustar as configurações personalizadas de carros e muito mais.

De acordo com o Patently Apple, "o conjunto de recursos descrito neste invento foi muito além de qualquer coisa que poderia ter sido concebida para trabalhar com CarPlay".
A patente recebe o nome de "O acesso a um veículo usando dispositivos portáteis" e detalha uso de um dispositivo móvel para acessar um carro através da transmissão de uma mensagem de ativação, incluindo uma credencial de acesso para o veículo.

A conexão segura entre o carro e o iPhone do motorista seria estabelecida usando chaves temporárias, o que garante ao proprietário um pleno controle de seu carro através do seu smartphone, inclusive a possibilidade de autorizar um segundo dispositivo móvel a controlar o carro.
Assim, marido, esposa e filhos poderiam usar o veículo sem precisar compartilhar o mesmo iPhone, por exemplo. “O dispositivo portátil primário pode, adicionalmente, permitir que um dispositivo portátil secundário possa acessar o veículo, transmitindo a credencial de acesso de veículos para o dispositivo portátil secundário”. As conexões entre o dispositivo principal, um secundário e o veículo podem ser baseadas em um protocolo sem fio de curto alcance, tais como Bluetooth ou LE Bluetooth.
O curioso é que essa patente foi descoberta primeiro pelo Patently Apple em 2013, antes que os rumores sobre o Projeto Titan começassem a aparecer. Aparentemente, a empresa já vinha planejando há alguns anos algo mais avançado do que o próprio CarPlay. Claro, resta saber se essas ideias serão de fato colocadas em prática.


Publicado no Verdesobrerodas

Por Tudocelular conteúdo

Friday, September 16, 2016

Pesquisadores da UFSC criam ônibus elétrico movido a energia solar

Veículo deve começar a rodar no início de novembro em Florianópolis. Investimento do governo federal foi de R$ 1 milhão, além de parcerias.


Um grupo de pesquisadores da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) desenvolveu o primeiro ônibus 100% elétrico do país movido por energia solar, captada por um sistema instalado no telhado do laboratório de pesquisa. Além de não emitir poluentes, a tecnologia permitirá uma economia de R$ 2 mil mensais em combustíveis.

O ônibus, que deve começar a rodar no início de novembro em Florianópolis, foi idealizado como uma estação de trabalho móvel, com Wi-fi, para o deslocamento diário de professores e alunos entre o campus da Trindade e o laboratório no Norte da Ilha, no Sapiens Parque, no bairro Canasvieiras.

Neste trajeto, de 50 quilômetros, ida e volta, o custo com deslocamento, no caso de um sistema convencional que usa diesel para as quatro viagens feitas pelos pesquisadores diariamente, seria de aproximadamente R$ 100 diários, o que corresponde a R$ 2 mil mensais.

Otimização
Todos os dias, o grupo gasta cerca de uma hora neste percurso e a ideia do projeto é também otimizar o tempo no trânsito. Segundo a universidade, o ônibus foi adquirido com recursos do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), depois de uma licitação.

No total, de acordo com os pesquisadores, foram investidos R$ 1 milhão no projeto, além das parcerias com as empresas WEG, Marcopolo e Eletra Bus.

“A grande novidade do projeto é que se trata de um veículo que será movido por energia proveniente do Sol, limpa, renovável, inesgotável e gratuita. O sistema fotovoltaico que fornecerá energia ao ônibus está integrado ao telhado do nosso laboratório, no Sapiens Parque”, explicou o pesquisador Júlio Dal Bem, membro do Grupo de Pesquisa Estratégica em Energia Solar da UFSC.

Sem poluentes
Segundo o estudioso, um ônibus com consumo médio de 670 litros de diesel por mês emite cerca de 3,9 toneladas de CO2. Em um ano, a emissão chega a 46,8 toneladas de CO2.

Conforme Dal Bem, um estudo do Instituto Totum e da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (ESALQ), da Universidade de São Paulo em parceria com a Fundação SOS Mata Atlântica, apontou que cada árvore da Mata Atlântica absorve 163,14 kg de gás carbônico (CO2) nos primeiros 20 anos de vida, o que seria uma média de 8,1 kg de CO2 por ano.

“Precisaríamos de quase 5,8 mil árvores para resgatar o CO2 emitido por um ônibus urbano comum em um ano de operação”, complementou o pesquisador.

Fonte: Veículo Elétrico Blog
Origem: G1 SC

Thursday, September 15, 2016

Volvo revela modelo compacto 100% elétrico


A Volvo revelou nesta quarta (18) dois carros-conceito que dão sinais a respeito da estratégia global de renovação de toda a sua linha até 2019. Os modelos são da linha 40 e demonstram como a Volvo planeja expandir sua atuação no mercado de veículos premium compacts.

Para a marca sueca, o futuro é uma combinação de design arrojado, conectividade de ponta e tecnologias de propulsão elétrica e direção autônoma. Os protótipos foram os primeiros construídos sobre a plataforma CMA (Compact Modular Architecture), desenvolvida exclusivamente para veículos considerados de pequeno porte.

“Cada novo integrante dessa família de veículos terá identidade própria. A plataforma CMA nos ajudou muito nesse sentido, pois deu liberdade de criação às equipes de design e engenharia”, afirma Thomas Ingenlath, vice-presidente sênior de design do grupo Volvo Car. “Os novos carros-conceito têm energia e um caráter urbano fortemente estabelecido que os destacam na multidão. Esse é o tempero dos Volvos compactos que estão por chegar.”

Essa nova gama de compactos incluirá um modelo 100% elétrico, assim como diferentes trens de força híbridos dotados da tecnologia Twin Engine plug-in, em linha com o compromisso estabelecido pela empresa de utilizar propulsão elétrica em todo o seu portfólio. A marca almeja vender globalmente mais de 1 milhão de veículos com tecnologia elétrica até 2025.

“Por meio da modularidade para a arquitetura do veículo e o desenvolvimento do powertrain, demos um grande salto no segmento premium”, diz Peters Mertens, vice-presidente sênior para pesquisa e desenvolvimento. “O desenvolvimento de uma nova bateria elétrica abre um novo capítulo na história da Volvo.”

Com design exterior arrojado e opção de motorização elétrica, os novos carros também vão oferecer uma linha completa de serviços de conectividade inovadores, além de um pacote avançado em equipamentos de segurança, bem como um caprichado design do interior.

“Os novos carros da linha 40 têm o potencial de aumentar a participação em um segmento importante que está crescendo”, aposta o presidente e CEO, Håkan Samuelsson. “O desenvolvimento de novos motores, que inclui o Twin Engine plug-in híbrido, bem como uma versão 100% elétrica, é fundamental para a plataforma CMA.” O primeiro veículo da série 40 está previsto para entrar em produção em 2017.

  

Publicado no Verdesobrerodas

Por Carpress conteúdo

Wednesday, September 14, 2016

Inovadora turbina eólica não precisa de hélices

Ela faz uso da maior inimiga de engenheiros e arquitetos, a vorticidade

Uma empresa espanhola chamada Vortex Bladeless propõe uma nova maneira de gera energia eólica diferente da convencional. Trata-se do Vortex, uma turbina eólica sem pás (ou hélices) parecida com um "canudo gigante" que veio, segundo seus criadores, para mudar o mundo da energia renovável.
A ideia surgiu depois que David Suriol acompanhou um vídeo da Tacoma Narrows Bridge oscilando com a força do vento.
A aparência pode enganar, mas mesmo sem as hélices o Vortex consegue transformar brisas de ar em energia, mas de maneira diferente. Em vez de usar o movimento circular que as pás fazem, a nova turbina utiliza a chamada vorticidade, um efeito aerodinâmico que produz o padrão de vórtices giratórios. A vorticidade tem sido considerada a maior inimiga dos arquitetos e engenheiros, que tentam ao máximo trabalhar ao redor desses turbilhões de vento em certos tipos de construções. No entanto, os fundadores da Vortex Bladeless, David Suriol, David Yáñez, e Raul Martín, viram nisso uma oportunidade.
O formato do Vortex foi desenvolvido para garantir que os ventos giratórios percorram, em sincronia, toda a expansão do mastro, de modo a obter uma boa performance.
Seu protótipo atual é feito de fibra de vidro e fibra de carbono, que permite que ele vibre o máximo possível. Na base do cone, foram colocados dois imãs repelentes, que agem como um motor não elétrico. Quando o cone oscila para um lado, os imãs o puxam para outra direção, como um pequeno impulso no seu movimento sem precisar contar com a velocidade do vento. Essa energia cinética é então convertida em eletricidade por um alternador que multiplica a frequência da oscilação do mastro para melhorar a eficiência da obtenção de energia.
Os criadores se orgulham do fato da turbina não precisar de engrenagens, parafusos ou peças mecânicas, já que isso diminui o preço de produção e manutenção da turbina. Segundo eles, a versão mini de 12 metros pode capturar 40% da energia do vento em condições ideais (41 km/h). Baseando-se em testes em campo, o mini captura 30% menos do que as turbinas eólicas tradicionais, mas é compensado pelo seu tamanho, ou seja, você pode colocar o dobro de turbinas Vortex mini no mesmo lugar de uma turbina tradicional. De acordo com a empresa, a turbina custaria 51% menos que as turbinas tradicionais, cujos maiores custos vem das pás e sistemas de suporte.
O novo modelo também é silencioso e mais seguro para os pássaros. Com as turbinas tradicionais, milhares de animais acabam morrendo anualmente em todo o mundo.
A empresa já conseguiu arrecadar um milhão de dólares de capital privado e de financiamento do governo. A tecnologia ainda tem que avançar muito para poder chegar ao consumidor. No entanto, eles dizem que sua versão mini pode estar pronta em 2016. Segundo a Wired, Suriol diz que não há nada de errado com as turbinas tradicionais, até garante que são ótimas máquinas, mas que eles estão apenas propondo uma maneira nova e diferente de se obter energia eólica.
Fonte: E-Cycle