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Tuesday, September 15, 2015

Veículos Híbridos: Toyota Prius

imageO Toyota Prius foi o primeiro veículo híbrido vendido no Brasil e um dos primeiros (se não o primeiro) vendido no mundo.
O Prius utiliza um motor ciclo Atkinson 1.8 16V que rende 99cv, que somado ao motor elétrico chega a render 136cv.
Ele roda no modo elétrico em baixas velocidades e sua bateria recebe uma recarga a cada frenagem (assim como o KERS da Fórmula 1), ou seja, excelente para as grandes metrópoles onde o trânsito é terrível e as frenagens são constantes. Nesse momento ele não está gastando nada de combustível já que só o motor elétrico está funcionando.
O motor a combustão entra em funcionamento quando o condutor acelera a velocidades maiores ou quando a bateria está descarregada (o motor a combustão faz o trabalho de recarregar a bateria).


Com isso as emissões de poluentes despencam e o consumo médio é de 25,5 km/l.

O Prius é vendido no Brasil a partir de R$115.000,00. 
Se a nossa legislação fosse mais moderna e desse incentivos para veículos híbridos o valor seria bem menor. Aliado a economia que se terá durante o uso, os veículos híbridos seriam bem mais viáveis.

Mas já é um bom começo nós termos esse tipo de veículo à disposição.

Para saber mais do Prius, basta acessar o site: http://www.toyota.com.br/modelos/prius/

Daniel Pimenta Arroyo

Saturday, September 12, 2015

Toyota supera marca de 8 milhões de veículos híbridos

Atualmente, a montadora vende 30 modelos diferentes em mais de 90 mercados


A marca japonesa Toyota chegou aos 8 milhões de veículos híbridos vendidos mundialmente, desde o lançamento do primeiro Prius, em 1997.

Naquele ano, foram comercializadas 300 unidades híbridas no Japão. Para ser mais exato, hoje a montadora já vendeu 8.048.400 modelos. Foi a partir dos anos 2000 que os veículos híbridos chegaram à Europa e América do Norte.

De lá para cá, a montadora aumentou a gama de modelos que contribuem com o meio-ambiente. Atualmente, são 30 opções diferentes, desde o compacto Yaris até o recentemente anunciado SUV RAV4 Hybrid, vendidos em mais de 90 mercados.

O primeiro protótipo de Prius levou algum tempo para ser feito, e representou um grande desafio para os engenheiros. "Nós não tínhamos ideia do que estava dando errado. Então, trabalhamos todas as noites tentando descobrir. Nós finalmente conseguimos testá-lo na véspera de um Natal, mas só andou 500 metros", afirmou o presidente da Toyota, Takeshi Uchiyamada, sobre a produção do protótipo.
A Toyota precisou de nove anos para acumular o primeiro milhão de híbridos produzidos, mas engatou uma sólida ascendente desde então, embalada pelo sucesso do Prius. Hoje a marca calcula que seus veículos tenham contribuido com cerca de 58 milhões a menos de toneladas de emissões de CO2 na atmosfera, economizado cerca de 20 milhões de litros de gasolina em comparação à quantidade utilizada por carros de tamanhos semelhantes movidos a gasolina.

No último ano, a Toyota intensificou a gama de modelos híbridos lançados, incluindo o Esquire Hybrid (vendido somente no Japão), o Lexus RC 300h e o mais recente, Sienta Hybrid.

Fonte: Quatro Rodas em 24/08/2015

Thursday, September 10, 2015

Ciclo Atkinson


O ciclo Atkinson é muito utilizado em veículos híbridos. Por isso não poderíamos deixar de apresentar o seu funcionamento.
Eu andei pesquisando e a melhor explicação que eu encontrei, na minha opinião, foi da Wikipedia.

O motor ciclo de Atkinson é um tipo de motor a combustão inventado por James Atkinson em 1882. O ciclo de Atkinson foi projetado para dar prioridade à eficiência ao invés da potência e é usado em modernos carros híbridos.

Projeto

Originalmente os motores de pistão do tipo ciclo Atkinson permitem que os tempos de admissão, compressão, expansão, e exaustão dos motores de quatro tempos ocorram em uma única volta do virabrequim e foi projetado dessa maneira para evitar algumas patentes que cobriam motores ciclo de Otto. O desenho único do motor, com ligações mecânicas complexas entre apoios e o virabrequim do ciclo Atkinson, resultou num motor cuja taxa de expansão é diferente da taxa de compressão. Na prática, o período de expansão é maior que o de compressão, o que resulta numa eficiência térmica melhor que a média dos motores a pistão tradicionais. Enquanto o desenho original com a idéia de Atkinson não passa de uma curiosidade histórica, alguns motores modernos estão se utilizando de tempo de abertura de válvulas diferenciados, que imitam o efeito da redução da compressão e o aumento da expansão, notando sensível melhoria no consumo de combustível. São motores de 4 tempos, que precisam de duas voltas no virabrequim para completar um ciclo e não apenas uma volta como os Atkinson. Entretanto, são chamados de Atkinson pela maneira como são modificados visando a eficiência na transformação energética.

Ciclo termodinâmico ideal


Ciclo de Atkinson a Gás
Ao lado, temos a imagem do ciclo Atkinson ideal, que consiste das seguintes operações:

Motores de ciclo Atkinson modernos


Um pequeno motor com ligações estilo Atkinson entre pistão e volante do motor. Motores modernos de ciclo Atkinson eliminam esta complicada via de energia.
Recentemente, o ciclo Atkinson vem sendo usado para descrever motores com ciclo de Otto com modificações específicas no tempo de abertura de válvulas. No caso em questão, as válvulas de admissão se mantém abertas além do normal, o que permite um fluxo reverso do ar admitido de volta ao coletor de admissão, o que resulta numa compressão efetiva menor (já que parte da mistura que deveria estar sendo comprimida está escapando do cilindro livremente ao invés de estar sendo comprimida pelo pistão), mas a taxa de expansão não é modificada. Isso na prática significa que a taxa de compressão é menor que a taxa de expansão. O calor gerado pela explosão do combustível aumenta a pressão, forçando o pistão a mover pela expansão do volume dentro da câmara para além do volume quando a compressão se iniciou.
O objetivo dos motores de ciclo Atkinson modernos é fazer com que a pressão na câmara de combustão no fim do ciclo de expansão seja igual à pressão atmosférica. Dessa maneira, pode se dizer que se transformou toda a energia possível, obtida no processo de combustão. Para cada parte de ar, quanto maior a taxa de expansão, maior a energia que será convertida para energia mecânica utilizável, o que resulta em um motor mais eficiente. A desvantagem do ciclo Atkinson de quatro tempos em relação ao ciclo Otto é sua reduzida potência relativa, pois, devido à menor quantidade de mistura admitida, os motores de ciclo Atkinson não conseguem produzir a mesma potência que um motor de ciclo Otto do mesmo tamanho, que consegue aspirar muito mais ar.
Motores de quatro tempos que utilizam as mesmas modificações de abertura de válvulas que os motores de ciclo Atkinson, mas são equipados com um compressor mecânico para diminuir a perda de potência relativa, são conhecidos como motores de Ciclo_Miller.

Veículos que atualmente utilizam motores de ciclo Atkinson


2004 Toyota Prius hybrid

2010 Ford Fusion Hybrid (North America)
Enquanto um motor de ciclo Otto modificado usando o ciclo Atkinson provê uma economia considerável de combustível, há em contrapartida uma significante perda de potência específica ao comparar com um motor quatro tempos normal[1] . Se a demanda por mais potência for intermitente, ela pode ser adicionada por um motor elétrico durante o período de maior demanda. Essa é a base do carro com motor de combustão e motor elétrico, conhecido como carro híbrido. Ambos os motores podem ser usados independentemente ou combinados, para prover de maneira mais eficiente possível a entrega dessa energia para movimentar o veículo.
Atualmente, existem em produção, vários veículos que utilizam os motores de ciclo Atkinson. Os vendidos no Brasil são:

Fonte: Wikipedia