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Thursday, January 28, 2016

VW APRESENTA TIGUAN COM PEGADA OFF-ROAD E MOTORIZAÇÃO HÍBRIDA PLUG-IN

Modelo deve ser lançado no mercado americano no primeiro semestre de 2017

Volkswagen Tiguan GTE Active Concept

Após o escândalo da fraude em emissões de seus veículos a diesel, muitos analistas especularam que a VW daria uma guinada radical, priozirando os veículos elétricos e híbridos para deixar para trás as manchas do "dieselgate". Pelo que a marca acaba de exibir no Salão de Detroit, é exatamente isso que irá acontecer. Com o conceito GTE Active, a marca prepara a chegada do novo Tiguan aos EUA e mostra o que vem por aí.
Com visual lameiro, que dá direito a pneus de perfil alto e grande profusão de plásticos sem pintura, o Tiguan GTE Active tem como principal proposta mostrar seu potencial off-road atrelado a um conjunto mecânico híbrido de alta eficiência. Mais do que isso, o modelo antecipa a nova geração do SUV que chega aos EUA em 2017. No quesito tecnológico, o conceito é o segundo equipado com a nova central multimídia com comandos por gestos (e plataformas Android, Apple e Mirror Link) que deverá estrear ainda este ano no Golf. Há ainda um quadro de instrumentos totalmente digital, também previsto para equipar a reestilização do hatch médio.
Volkswagen Tiguan GTE Active Concept
Vão livre em relação ao solo e ângulos de entrada e saída aumentara, para melhor performance off-road | Crédito: Divulgação
O destaque do Tiguan GTE Active, porém, está no conjunto mecânico. O utiltário é equipado com um motor a gasolina turbo de 147 cv de potência, além de outros dois elétricos, sendo um dianteiro de 54 cv e um traseiro de 114 cv. Ligado a um câmbio automático de dupla embreagem e seis velocidade, o conjunto leva o modelo de 0 a 100 km/h em aproximados 6,5 segundos, chegando a cerca de 193 km/h de velocidade máxima. No modo totalmente elétrico, a máxima é de 113 km/h. A tração é integral 4Motion com possibilidade troca para traseira. De acordo com a Volkswagen, a autonomia no modo elétrico é de 32 km, enquanto, em conjunto com o motor a combustão, chega e 933 km.
Volkswagen Tiguan GTE Active Concept
Interior traz tela de 9,2 polegadas com reconhecimento de comandos por gestos | Crédito: Divulgação
Vale ressaltar que, apesar da configuração apresentada no conceito (de cinco lugares), o Tiguan norte-americano será diferente do europeu. Enquanto o Tiguan para a Europa terá cinco lugares, o vendido nos EUA terá entre-eixos alongado e opção de sete lugares. Ainda é incerta a configuração disponível para o Brasil. 
Fonte: Quatro Rodas em 11/01/2016

Monday, January 25, 2016

Japão vislumbra futuro a hidrogênio

Matriz energética ainda é fonte de dúvidas mundo afora

Bomba para abastecimento com hidrogênioBomba para abastecimento com hidrogênio
No recente Salão do Automóvel de Tóquio, não foram apenas modelos autônomos e futurísticos que roubaram a cena. O governo japonês se empenha em disseminar a ideia da era do hidrogênio e nada como os carros para dar partida a uma verdadeira aposta. Esse elemento químico é o mais abundante do universo e está presente na água (H2O) que representa 70% da Terra.
Uma nova “sociedade baseada no hidrogênio” será difícil de florescer. Para obtê-lo a partir da água é preciso eletricidade em grande escala. Se esta vier de fontes fósseis ou não renováveis – como na maior parte do mundo –, o balanço final é negativo em termos de emissões de CO2 e do temido efeito estufa. Mas se pode obtê-lo também de biogás de esgoto ou lixo.

A pilha a hidrogênio para gerar eletricidade a bordo seria boa solução para carros elétricos, pois emite apenas vapor d’água. Permite tempo de abastecimento e autonomia semelhantes aos combustíveis líquidos, ocupa menos espaço e é mais leve e fácil de reciclar.

Incentivada pelo governo do Japão, a Toyota desistiu de esperar pela evolução das baterias. Em 2015 passou a fabricar em pequena série e vender apenas no seu país o Mirai, com estética de certa forma discutível por ousar demais. A produção, de 700 unidades no primeiro ano, subirá para 3.000 em 2017, contando com exportações para EUA e Europa. Até os Jogos Olímpicos de Tóquio, em 2020, o fabricante esperar ver 12 mil carros circulando no Japão e 30 mil no mundo.

O preço do Mirai, pouco maior que um Camry, é bem elevado: US$ 70 mil (R$ 280 mil). Mas pelo menos 25% desse valor terá subsídio governamental. Mas onde abastecer? Há uma meta de abrir cem postos no Japão até março próximo, mas cada um custa lá US$ 4 milhões (R$ 16 milhões), 15 vezes mais que um convencional. Apenas 80 estarão inaugurados, quase todos dentro de instituições públicas e privadas.

A Honda aproveitou o salão para apresentar a versão definitiva do seu elétrico com pilha a hidrogênio, o Clarity. Chamados de FCX Clarity, 50 carros rodam em quatro cidades da Califórnia desde 2008, em leasing por se tratar de unidades experimentais de propriedade do fabricante. Ela perdeu a corrida para oferecer o primeiro automóvel específico fabricado em série no mundo, pois só estará à venda em março próximo, inicialmente no Japão.

Esse modelo, do mesmo porte do Mirai, porém mais elegante, tem autonomia de 700 quilômetros, superior à do rival. O conjunto pilha e motor elétrico ocupa volume um terço menor que no FCX, equivalente a um motor V6 convencional. Isso permitiu colocá-lo sob o capô e liberou espaço no habitáculo para cinco adultos e porta-malas mais amplo. A Honda desenvolveu um container transportável para produzir hidrogênio e um conversor para o Clarity fornecer energia elétrica a uma casa ou de forma emergencial.

Grandes fabricantes mundiais também desenvolvem pilhas a hidrogênio há mais de uma década. A Hyundai tem um Tucson adaptado à venda nos EUA. Alguns ainda não consideram a tecnologia suficientemente madura para justificar um modelo específico, como Mirai ou Clarity. O tempo dirá quem, de fato, está certo.

Fonte: Car Press em 07/01/2016

Sunday, January 24, 2016

Audi mostra A4 Allroad e conceito a hidrogênio nos EUA


A Audi apresentou em seu estande no Salão de Detroit, que ocorre nesta segunda-feira (11) nos Estados Unidos, a versão aventureira da perua A4 Avant. Além dela, a companhia aproveitou a oportunidade para mostrar o novo conceito H-Tron, SUV movido a hidrogênio, cuja autonomia pode chegar a 600 km.
O novo A4 Allroad Quattro segue a mesma receita já aplicada pela Audi em outras edições do modelo, nas gerações anteriores da perua. O veículo conta com proteção de plástico cinza dos paralamas, rack de teto e está 34 mm mais alto em relação ao solo. O restante do visual segue as pequenas alterações inauguradas na última geração do A4, porém com a diferenciação da grande com frisos verticais cromados e parachoque exclusivo. 
Audi A4 Allroad volta aos Estados Unidos com mesma fórmula off-road

Sob o capô da perua off-road está um motor 2.0 turbo TFSI de 252 cv de potência e 37,7 kgfm de torque. Na Europa, haverá mais opções de motores, variando entre gasolina e diesel, de 150 a 272 cv de potência, com possibilidade de equipá-los com câmbio manual de seis marchas, de dupla embreagem de sete velocidades ou tiptronic automático de oito marchas. Todas as versões têm tração nas quatro rodas.
Uma novidade na linha do A4 Allroad Quattro é o modo Off-Road de condução do Audi Driver Select, em adição às opções Comfort, Dynamic, Efficiency e Auto. 
Nos EUA, A4 Allroad será vendido com motor 2.0 turbo

TECNOLOGIA HÍBRIDA
Quanto ao conceito H-Tron, o estudo foi baseado em outro projeto da Audi, o E-Tron Quattro Concept, apresentado no último Salão de Frankfurt, na Alemanha, em 2015. Visualmente os dois conceitos são bem parecidos (só há mudanças no parachoque frontal e capô). Ele foi pensado para a segunda geração da plataforma modular MLB de produção do Grupo Volkswagen, já utilizada para o Audi Q7 e Bentley Bentayga. Com isso, suas dimensões seriam 4,88 m de comprimento, 1,93 m de largura e 1,54 m de altura.
Diferentemente do elétrico E-Tron, no entanto, o H-Tron será movido a hidrogênio. O conceito será impulsionado por dois motores elétricos: um instalado no eixo da frente, capaz de produzir 122 cv de potência; e outro montado no eixo traseiro, gerando 190 cv. O torque total do sistema é de 56,1 kgfm. Segundo a Audi, o H-Tron acelerá de 0 a 100 km/h em menos de sete segundos.
Conceito H-Tron é movido a hidrogênio

A bateria que alimenta os motores elétricos pesa menos de 60 kg e pode enviar até 100 kW de força aos propulsores. Ela fica instalada sob o banco traseiro central do carro. Para recarregá-la, o H-Tron pode "encher o tanque" de hidrogênio (que gera eletricidade à bateria) em aproximadamente 4 minutos. Totalmente recarregado, o SUV poderá roda até 600 km. 
Entre os destaques do carro está a suspensão, que pode ser rebaixada em dois estágios, até 30 mm, para melhorar o desempenho do carro e economizar energia. O interior é repleto de telas feitas por OLED (diodo orgânico), uma tecnologia mais avançada que os LEDs tradicionais. 
O H-Tron Quattro também terá uma série de de assistentes autônomos de condução por meio das câmeras, radares e sensores que circundam o modelo.
Fonte: Carro Online em 12/01/2016

Monday, January 18, 2016

MERCEDES TERÁ QUATRO CARROS ELÉTRICOS NOS PRÓXIMOS ANOS

Primeiro modelo, um sedã, está previsto para ser lançado em 2018


Mercedes prepara uma investida contra a Tesla. De acordo com a revista inglesaCar, a marca alemã terá quatro novos modelos totalmente elétricos em um futuro próximo. Parte de um investimento de 2 bilhões de euros, o projeto terá seu pioneiro em 2018 – um ano antes do previsto inicialmente.
O primeiro a sair do papel será um sedã posicionado entre o Classe C e o Classe E. Logo depois será a vez de um SUV elétrico preencher o espaço entre o GLC e oGLE. Além dos dois, fazem parte dos planos um sedã e um SUV com proporções maiores.
Todos usarão a plataforma EVA, sigla em inglês para Arquitetura de Veículo Elétrico. A inspiração para o design deve vir do IAA (foto acima), protótipo futurista híbrido apresentado no Salão de Frankfurt, em setembro do ano passado.
A antecipação no cronograma tem uma explicação: a pressa da Mercedes para competir com os futurosPorsche Mission-E e Audi Q6 e-tron, além doTesla Model S e Model X.
Fonte: Car and Driver Brasil em 07/01/2015

Monday, December 28, 2015

Carrinhos de golf elétricos - EZ Go



Mais uma vez voltamos com a nossa série sobre carrinhos de golf elétricos.
Dessa vez falamos de uma empresa dos Estados Unidos. A EZ-Go, um jeito fácil de ir, em tradução livre, fica em Augusta, no Estado da Geórgia.
Além dos veículos semelhantes aos das empresas brasileiras mostradas aqui, também possui veículos de carga e para alimentação conforme fotos abaixo.


Além de veículos Off-Road, e da "jardineira" que já falamos hoje no post sobre a Zoomcar.

O site da EZ-Go é http://www.ezgo.com/

Friday, December 4, 2015

Carros autômatos reduzirão até 90% dos acidentes de trânsito

Carros autômatos podem causar um impacto na saúde pública tão relevante quanto as vacinas e campanhas anti-tabaco, segundo um levantamento. Com base em um relatório de dados consistentes (veja aqui, em inglês), o jornal The Atlantic apontou uma redução de 90% nos acidentes de trânsito.

Em 2014, somente nas rodovias federais do Brasil, foram mais de 170 mil acidentes. Somado às fatalidades em municípios, estados e áreas urbanas, o custo chega a R$40 bilhões em gastos entre recursos policiais e tratamento das vítimas, segundo dados do Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada) e da Polícia Rodoviária Federal.

A falha humana é o principal motivo dos acidentes. A imprudência – causada pela mistura de drogas e direção, velocidade ou desatenção – é a principal causa das fatalidades. Segundo o Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde (Datasus), do Ministério da Saúde, acidentes de trânsito matam aproximadamente 43 mil pessoas por ano. E o número de mortes nas estradas brasileiras aumentou 34,5% nos últimos 10 anos enquanto o de feridos subiu 50%. Desta forma, veículos guiados por satélites e com sensores de proximidade, além de outros sistemas automatizados de segurança, vão salvar vidas. Mas, ainda segundo o relatório, os benefícios não param por aí. 

O tempo perdido no trânsito será utilizado para o trabalho, relaxamento ou entretenimento. Isso pode gerar um ganho global em mídias digitais equivalente a incríveis cinco bilhões de euros por cada hora que as pessoas passarão dentro de um carro, aponta o estudo da consultoria norte-americana McKinsey & Co. O tempo do tráfego será reduzido, visto que os carros transitarão de forma totalmente computadorizada. Mais espaço livre, pois as vagas estacionamentos públicos estarão otimizadas; apólices de seguro mais baratas; inclusão de deficientes físicos e visuais; etc.

A indústria automobilística já se transforma. Audi, BMW e Mercedes-Benz possuem carros com sistema de navegação automática disponível em determinadas regiões. Além delas, empresas de alta tecnologia da nova economia, como Google e Uber, já se movimentam para entrar no mercado.

Os veículos autômatos são uma realidade e, em apenas três anos, será possível vê-los trafegando lado a lado com o seu carro. Pelo menos é o que garante o bilionário Elon Musk, CEO de uma fabricante de carros elétricos, a Tesla Motors. "Em outubro lançamos um carro que terá piloto automático em todas as estradas e, em três anos, queremos lançar um totalmente autômato", indicou, em uma entrevista na Dinamarca, o empresário também conhecido por ser executivo da SpaceX – empresa privada de exploração espacial.

VerdeSobreRodas, o seu ponto de encontro com a mobilidade sustentável

Postagem: Carros autômatos reduzirão até 90% dos acidentes de trânsito

Publicado no Verdesobrerodas

Origem: Jornal de Brasília

Tuesday, November 10, 2015

E-Prix de Putrajaya - Malasia - FORMULA-E


A Malásia recebeu a segunda etapa da Formula E, categoria de monopostos completamente elétricos.
A corrida aconteceu no circuito de rua de 2,5 km na cidade de Putrajaya e teve 33 voltas.
A Pole Position foi do Suiço Sebastien Buemi, da Renault e.Dams, seguido por Stephane Sarrazin da Venturi Formula E Team e por Lolic Duval da Dragon Racing.
A vitória foi do brasileiro Lucas de Grassi, da equipe  ABT Schaeffler Audi Sport, que havia largado na sexta posição e com a vitória assumiu a liderança do campeonato.
Dos demais brasileiros, Bruno Senna terminou na quinta posição e o atual campeão, Nelsinho Piquet terminou na oitava posição.

Como dito, o líder do campeonato é o Brasleiro Lucas de Grassi com 43 pontos, seguido de Sebastien Buemi com 35 e o britânico Sam Bird com 24. Bruno Senna esta em oitavo com 10 pontos e Nelsinho Piquet em décimo segundo com 4 pontos.

A próxima etapa será nas ruas de Punta de Leste, no Uruguai, dia 19 de dezembro.

Wednesday, October 28, 2015

Veículos Sustentáveis Mercedes-Benz

A Mercedes Benz ainda não possui nenhum veículo elétrico ou híbrido de passeio à venda no Brasil.
Mas aqui vamos citar alguns veículos que merecem a nossa atenção.


The integration of the electric motor is made without compromising space, safety and comfort.

Na Europa, a Mercedes-Benz possui um veículo elétrico monovolume chamado B-Class.
Com zero emissão de poluentes, o veículo é bonito e prático, consumindo uma energia de aproximadamente 17 kWh/100 km.

An E 300 Blue TEC Hybrid drives from Tangier to Goodwood without refueling.

O E-Class é um sedan híbrido Plug-In. Possui um motor diesel de 201 cv combinado com um motor elétrico de 20 cv, podendo também ser carregado na tomada. O E-Class alcança uma velocidade de 242 km/h.
The S 500 PLUG-IN HYBRID of Mercedes-Benz sets new standards in the luxury section.

Outro híbrido plug-in é o S 500 Plug-In Hybrid que é um sedan de alto luxo que chega a percorrer 33 km sem emitir nenhum grama de CO2.




No 11º Salão Latino-Americano do veículo elétrico a empresa Eletra, fabricante de tração elétrica e híbrida com 30 anos de tradição apresentou o seu Dual Bus, Trólebus que possui tanto a opção de veículo elétrico como uma tração híbrida. O Dual Bus foi desenvolvido em parceria com a Mercedes-Benz, juntando a expertise de cada uma das duas empresas.

Seria bom se pudéssemos contar com esses veículos de passeio no Brasil. A BWM já touxe os dela. Quem sabe a Mercedes também não os traga.

Daniel Pimenta Arroyo

Wednesday, October 21, 2015

Formula-E

Uma competição acirrada e emocionante entre veículos de corrida monopostos, pilotos brasileiros protagonizando o espetáculo. Corridas por todo o mundo. Senna, Prost e Piquet rivalizam de forma excepcional.
Pela descrição você já ouviu o ronco dos motores?
Então não ouça mais. Apesar de parecer estarmos falando da Fórmula 1 de alguns anos atrás, na verdade essa é a perfeita descrição da Fórmula-E, exceto, é claro, pela parte que fala do ronco dos motores.
A Fórmula-E, como o próprio nome já diz, é a competição que reúne talentosos pilotos do mundo inteiro em corridas de rua por todo o mundo em monopostos elétricos.
Apesar do silêncio dos veículos, a competitividade e a emoção estão em uma rotação altíssima.
As vitórias foram mudando de mãos e as posições no campeonato foram se alterando durante a temporada.
Aliás, a primeira temporada que finalizou no primeiro semestre de 2015, teve uma acirrada disputa entre jovens e talentosos pilotos.
Os sobrenomes citados acima são bem conhecidos, mas pertencem aos pilotos Bruno Senna, Nicolas Prost e Nelsinho Piquet.
A temporada 2014-15 teve 11 etapas, todas em circuitos de rua, e teve a disputa de um total de 35 pilotos.
É a volta da boa e velha Fórmula 1, só que dessa vez de forma sustentável. Não poderia haver notícia melhor para os fãs do automobilismo.

Essa semana já começa a temporada 2015-16 em Pequim, na China.
Veja abaixo o calendário:

24/10/2015 - Pequim - China
07/11/2015 - Putrajaya - Malásia
19/12/2015 - Punta Del Leste - Uruguai
06/02/2016 - Buenos Aires - Argentina
12/03/2016 - A Definir
02/04/2016 - Long Beach - Estados Unidos
23/04/2016 - Paris - França
21/05/2016 - Berlim - Alemanha
04/06/2016 - Moscou - Russia
02/07/2016 - Londres - Inglaterra

Ah, e quem foi o vencedor do duelo que eu citei acima?
Veja abaixo os 10 primeiros colocados:


Posição Número Piloto País Equipe
1 1 Nelson Piquet Brasil NEXTEV TCR
2 9 Sebastien Buemi Suiça e.dams-Renault
3 11 Lucas di Grassi Brasil Audi Sport ABT
4 7 Jerome D'Ambrosio Bélgica Dragon Racing
5 2 Sam Bird Grã Bretanha Virgin Racing
6 8 Nicolas Prost França e.dams-Renault
7 25 Jean-Eric Vergne França Andretti
8 55 Antonio Felix da Costa Portugal Amlin Aguri
9 6 Loic Duval França Dragon Racing
10 21 Bruno Senna Brasil Mahindra Racing






Para saber mais, o site da competição é http://www.fiaformulae.com/

Tuesday, October 13, 2015

Projetos de lei que incentivam a Mobilidade Sustentável

Já falamos nesse espaço sobre a urgência e importância de o poder público incentivar a mobilidade sustentável.
Um grande passo já dado foi pelo prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, que isentou veículos elétricos e híbridos da parte do IPVA que cabe a Prefeitura, e também do rodizio municipal.
Um grande avanço, mas ainda é pouco para que a mobilidade sustentável seja uma realidade no Brasil no curto prazo.
Para se ter uma ideia, o IPI (Imposto sobre produtos industrualizados) nos veículos automotores é cobrado pela cilindrada do veículo, conforme tabela abaixo:

Fonte: Auto Esporte (Editado por este blog)

Veja que nessa tabela os veiculos a gasolina pagam mais IPI que os veículos Flex. E na cabeça dos nossos governantes, um veívulo híbrido a gasolina deve ser taxado como veículo comum a gasolina.
Por exemplo: O Prius, da Toyota, tem um motor 1.8 mais um elétrico. Ele paga 13% de IPI, nquanto um veículo 1.8 flex puramente a combustão paga 11%.

No caso do veículo puramente elétrico, que não tem motor à combustão paga quanto? É claro que é o máximo do IPI.

Enquanto nos países desenvolvidos os veículos sustentáveis são incentivados, aqui eles pagam mais. Esse é um dos motivos que aqueles países são desenvolvidos e o Brasil não.

Mas há uma luz no fim do túnel, e não é um trem na contra mão.

O Projeto de lei PL4086/2012 de autoria do Deputado Fernando Coelho Filho (PSB-PE) diz o seguinte: "Institui incentivo fiscal à produção e comercialização de veículos automóveis movidos a eletricidade ou híbridos", ou seja, já está dado o primeiro passo para a popularização dos veículos sustentáveis.

Já o projeto de lei PL415/2012 de autoria do Senador Eduardo Amorim (PSC-SE)tem o seguinte teor: 
" Concede isenção do IPI (imposto sobre produtos industrializados) às operações com automóveis equipados com motor acionado, exclusivamente por baterias recarregáveis na rede elétrica (carros elétricos), extensivo às matérias-primas, peças e embalagens utilizadas no processo produtivo, bem como na importação de carros elétricos dos países do Mercosul."

Também um grande ganho, só que com duas desvantagens em relação ao primeiro: 
1- Não cria incentivos aos veículos híbridos
2- Veículos como o Chevrolet Volt (Opel Ampera) e BMW I-3 que tem tração exclusivamente elétrica, mas possuem um motor à combustão para carregar a bateria, ficam refém de um critério subjetivo se devem ser considerados elétricos ou híbridos e podem não ser beneficiados pelo projeto de lei.

Portanto, na humilde opinião deste profissional que nos fala, nesse primeiro momento devemos incentivar tanto híbridos como elétricos, pois eu acredito que o híbrido, além de já ser um grande avanço em termos de emissões e consumo de combustível, são uma porta de entrada para criarmos a cultura do veículo elétrico.

Sim, como vocês podem perceber, os projetos são de 2012. Três anos atrás. Para ver como as coisas no Brasil acontecem devagar. Por isso que sempre somos o país do futuro e nunca do presente.

Seguem então como estão nesse momento ambos os projetos de lei:



Daniel Pimenta Arroyo

Monday, October 5, 2015

Shoppings no Brasil oferecem carga grátis para VEs

Uma iniciativa fantástica para que possamos implantar a Mobilidade Sustentável no Brasil.
Parabéns à BMW e Multiplan pela iniciativa. Tomara que outras empresas sigam o mesmo exemplo.

Daniel Pimenta Arroyo

Shoppings no Brasil oferecem carga grátis para VEs

por Evaldo Costa
Estacionamentos de dez shoppings, entre eles o MorumbiShopping,  Shopping Anália Franco  e Shopping Vila Olímpia têm pontos de recarga gratuita para automóveis elétricos e híbridos.
 

A Multiplan e o BMW Group Brasil selaram uma parceria para oferecer pontos de recarga gratuita para automóveis elétricos e híbridos da inovadora marca BMW i nos estacionamentos dos shopping centers da rede. Ao todo, já são dez shoppings Multiplan que possuem os pontos de recarga: em São Paulo, o Shopping AnáliaFranco, o MorumbiShopping e o Shopping Vila Olímpia; no Rio, o BarraShopping e o VillageMall; em Belo Horizonte, o BH Shopping, o DiamondMall e o Pátio Savassi, em Curitiba, o ParkShoppingBarigui; e em Ribeirão Preto, o RibeirãoShopping.
Com a parceria, proprietários dos modelos BMW i3 e BMW i8, além de outros veículos elétricos compatíveis com o dispositivo, poderão ir até os locais contemplados e utilizar o BMW i Wallbox gratuitamente.  Como exemplo, são necessárias três horas para uma carga completa do BMW i3, o que permite uma autonomia de 160 quilômetros ou de até 300 quilômetros, quando o tanque de 9 litros de gasolina que abastece seu motor auxiliar à combustão estiver completo.

Postagem: Shoppings no Brasil oferecem carga grátis para VEs

Publicado no Verdesobrerodas
Origem: segs

Tuesday, September 29, 2015

Projeto Ecoelétrico Curitiba

Como não podia deixar de ser, uma das primeiras iniciativas de um poder publico em prol da mobilidade de sustentável vem de Curitiba.
O projeto Ecoelétrico, cujo texto abaixo foi tirado do próprio site do projeto: http://www.ecoeletrico.curitiba.pr.gov.br/ é uma iniciativa da prefeitura de Curitiba em parceria com a Renault-Nissan, CEIIA (Portugal) e Itaipu Binacional.
Aos poucos a Mobilidade Sustentável vem ganhando espaço no nosso país que ainda está engatinhando nessa tecnologia.

O Ecoelétrico visa à implantação de modais de nova geração, com baixo impacto ambiental, atendendo à política de Mobilidade Urbana Sustentável do município. Todo o projeto é desenvolvido em parceria entre Prefeitura de Curitiba, Itaipu Binacional, Aliança Renault-Nissan e CEIIA (Centro para a Excelência e Inovação na Indústria Automóvel) de Portugal.

O projeto é a primeira ação da capital paranaense com o intuito de cumprir as recomendações do termo de compromisso para a redução das emissões de gases e de riscos climáticos, assinado pelo prefeito Gustavo Fruet, durante o C 40, em Johanesburgo, África do Sul.

Elaborado em quatro fases, de 2014 a 2020, o Ecoelétrico é único no país devido ao número de veículos elétricos que serão utilizados no serviço público. A primeira fase já está sendo implantada com foco na Copa do Mundo FIFA 2014.

Sem custos à Prefeitura, ao todo o projeto compreende 10 carros que serão disponibilizados pela Renault e Itaipu Binacional (Zoe – 5 unidades; Kangoo Z.E – 3 unidades, Twizy – 2 unidades) e 3 miniônibus de acordo com contrato em comodato firmado entre as partes. Para o abastecimento, 10 eletropostos serão instalados em sete locais: Praça Rui Barbosa, Parque Tanguá, Parque Barigui, Secretaria de Administração, Prefeitura Palácio 29 de Março, Setran- Prado Velho, Jardim Botânico.

Os veículos serão destinados, em especial, ao atendimento das demandas da Guarda Municipal, da Secretaria Municipal de Trânsito (Setran) e do Instituto Curitiba de Turismo.

Na segunda fase do projeto estão previstos totens de abastecimento multifuncionais que devem agregar em um único equipamento serviços de recarga dos veículos, cartão de transporte, parquímetro (Estar), câmera de monitoramento, botão de emergência, informações turísticas, bicicletas compartilhadas, wi-fi institucional. Também há a previsão de estudos para implantar soluções de compartilhamento (sharing) de carros e bicicletas, inicialmente voltadas para o mercado corporativo e a serviços de interesse público. As próximas etapas (2018 – 2020) estabelecem estudos de integração aos diversos serviços de transporte público.

Sunday, September 27, 2015

Feira do Salão Latino-Americano de veículo elétrico - 2ª Parte

Conforme prometido, hoje vamos falar mais um pouco da feira do Salão Latino-Americano de veículo elétrico.
Na primeira parte falamos das montadoras presentes.
A segunda parte são dos veículos elétricos especiais. Aqueles que não são necessariamente para andar na rua, mas que podem ser utilizados em ambientes fechados, condomínios, clubes, empresas ou eventualmente nas ciclovias.

O primeiro é um que poderia estar no primeiro post, pois é um carro urbano. Mas preferimos colocá-lo nesse post. Trata-se da empresa Naniko Car.
Como o próprio nome diz, é um mini veículo urbano que está sendo lançado.
A empresa levou para expor um veículo a gasolina e um a GNV. Eles estão desenvolvendo um veículo elétrico e a fábrica está sendo construída no Ceará.

 A Woie é uma empresa que fabrica bicicletas elétricas. Trouxe algumas delas para expor e também havia disponibilidade para fazer um test ride. Suas bicicletas podem ser acionadas pelo pedal ou ligando e girando a manopla tal qual uma moto.

Outra fabricante de bicicletas elétricas é a Ecostart, que além de bicicletas levou para a feira um triciclo elétrico para pessoas que tem dificuldade de mobilidade.

A EVX, é uma fabricante de carrinhos de golf e de transporte em locais fechados.


A Club car, também é fabricante de carrinhos de golf e outros para transporte em locais fechados como clubes e condomínios.

A Vo2 também fabrica carrinhos de golf e transporte de curta distância, além de caminhõezinhos elétricos.

A SI - Sistemas inteligentes fabrica veículos ao estilo Segway (já tratado em uma matéria deste blog) além de caminhõezinhos e scooters.

Já falamos da chinesa BYD no post anterior que levou uma empilhadeira elétrica para o salão.

Esse foi mais um pouco da Feira. No próximo e último post sobre o Salão, falaremos das empresas que desenvolvem equipamentos para Veículos elétricos e também projetos inovadores para a instalação de veículos elétricos no Brasil. Até lá.


Thursday, September 24, 2015

1º dia do Salão e Conferência Latino-Americano de Veículos Elétricos

O Salão Latino-Americano de Veículos Elétricos de 2015 começou hoje, dia 24 de setembro, e está acontecendo no Expo Center Norte.
Nesse post e no próximo falaremos dos dois dias da conferência que acontece junto com o salão e no terceiro post falaremos da feira em si.

A Conferência está sendo feitas em blocos com 3 palestras, cada bloco com um tema.
Neste primeiro dia, tiveram 3 blocos de palestras.
O primeiro foi sobre ciclos elétricos e mobilidade urbana que começou com o Sr. Tiago Pedrini, da Harley Davidson, que falou sobre o que ele chama de quebra de paradigmas com o projeto Live Wire, uma motocicleta elétrica, isso mesmo, uma baita quebra de paradigmas, que não abandona o jeitão Harley Davidson de ser. Em seguida o luso André Dias da CEiiA , Centro de Excelência e Inovação para a Industria Automóvel, de Portugal mas que atua no mundo inteiro, inclusive no Brasil, como já citamos em outro post no Projeto Veículo Elétrico da Itaipu Binacional além de outros projetos de compartilhamento de carros, motos e bicicletas elétricas. O bloco encerrou com a palestra do Gerente de secretaria da Prefeitura do Rio de Janeiro, Ricardo C.V. Silva, sobre o projeto de compartilhamento de carros elétricos que aquela prefeitura está implantando.
O Segundo bloco foi sobre Transporte público elétrico, que teve como palestrantes o Diretor de Mobilidade Urbana da Volvo, Ayrton Amaral, falando sobre os ônibus híbridos da Volvo, em seguida, o Diretor de marketing e relações governamentais da chinesa BYD (Build your dreams), que atua com veículos elétricos em todo o mundo e com sua nova fábrica em Campinas já está comercializando seus ônibus elétricos. Quem fechou o bloco foi a tradicional fabricante de trólebus, que inova com veículos elétricos e híbridos utilizando a mesma plataforma para os três, a Eletrabus, com a Gerente geral Ieda Oliveira.
O Derradeiro bloco foi sobre baterias e inversores de potência com Carlos Vidas da Moura, Michael Hafer da AVL e Clovis Gojo da Semikron.

Amanhã tem mais.
Até lá

Tuesday, September 22, 2015

História do Veículo Elétrico

Pode parecer que a Mobilidade elétrica é uma tecnologia nova, mas a utilização desse tipo de veículo é bem antiga.
Em uma pesquisa que eu fiz, eu achei várias versões para contar essa mesma história.
Eu escolhi a do site http://www.planetseed.com/ para contar para vocês essa história que se reescreve agora de forma mais palpável e tecnológica.

Daniel Pimenta Arroyo

História dos Veículos Elétricos

Os veículos elétricos estão entre os primeiros carros construídos durante os anos iniciais da indústria automobilística. O primeiro veículo independente a rodar com eletricidade foi construído na década de 1830, na Escócia. A fonte de energia para esse veículo não era recarregável, um problema considerável. Vários outros veículos elétricos chegaram às ruas nos anos 1800, mas o primeiro automóvel elétrico real surgiu em 1891, na oficina de William Morrison, de Des Moines, em Iowa. Em 1897 uma frota de táxis elétricos estava operando em Nova York. Em 1900, 28% de todos os carros nos Estados Unidos rodavam com eletricidade. Contudo, pouco depois desse pico de popularidade, o carro elétrico caiu em declínio. Henry Ford introduziu o Modelo T, com motor de combustão e produzido em massa, tornando os automóveis acessíveis às massas. Em 1920 o carro elétrico havia praticamente desaparecido, substituído por carros que iam mais longe e mais rápido com mais energia. A transição para o motor de combustão interna foi auxiliada pelo fato de que a gasolina estava prontamente disponível.
Thomas Edison's electric car
Foto gentilmente cedida pelaInstituição Smithsonian
Thomas Edison trabalhou por muitos anos em uma bateria que podia ser usada para alimentar um automóvel. Embora sua bateria não tenha tido sucesso, ele tinha um carro elétrico.
CitiCar
Foto gentilmente cedida porHighTechScience.org
O CitiCar, fabricado de 1974 a 1977, rodava com a eletricidade produzida por oito baterias chumbo-ácido. A carroceria do veículo leve era feita principalmente de plástico. Assim, o CitiCar não atendia aos padrões de segurança mais exigentes do fim da década de 1970.
A ideia de um carro elétrico para as massas voltou em 1960. Mas só pegou na década de 1970, quando as preocupações com a poluição e os preços crescentes da gasolina aumentaram. O primeiro veículo elétrico foi o CitiCar da Vanguard-Sebring, lançado em 1974. Esse minúsculo veículo podia passar de 48 km/h e rodar aproximadamente 64 km a cada recarga. Cerca de 2.000 veículos foram fabricados. O CitiCar não era muito seguro, e em 1976 a montadora parou de fabricá-los.
Os veículos elétricos foram testados para outros usos também. O Serviço Postal norte-americano comprou 350 Jeeps elétricos para a entrega de correspondências em 1975. Esses veículos podiam percorrer até 64 km e tinham velocidade máxima de 80 km/h. Cada veículo exigia 10 horas de tempo de recarga. Esse parecia ser um bom uso para um veículo elétrico: pequenas distâncias a serem percorridas em um tempo limitado. Contudo, o programa foi interrompido.
Em 1976 o Congresso norte-americano aprovou uma lei para estimular o desenvolvimento de veículos elétricos e híbridos. O objetivo da lei era, em parte, melhorar a tecnologia de baterias. Contudo, os fabricantes de automóveis não demonstraram interesse até 1988. Naquele ano, a General Motors (GM) começou a fornecer dinheiro para a pesquisa de carros elétricos para o mercado consumidor. O carro, chamado EV1, foi fabricado de 1996 a 1999. O EV1 era disponibilizado aos consumidores da Califórnia apenas através de leasing. Inicialmente, ele foi produzido com uma bateria chumbo-ácido. Em 1999, a GM passou para uma bateria de níquel-hidreto metálico (NiMH), que recarregava melhor.
General Motors' EV1
Foto © GM Corp.
O EV1 da General Motors foi o primeiro carro elétrico fabricado por uma montadora norte-americana. Foi lançado apenas na Califórnia. Quando a General Motors parou de fabricar o veículo, os EV1s devolvidos foram destruídos.
Toyota's electric version of its RAV4
Foto gentilmente cedida por Toyota Motor Corp.
A Toyota produziu uma versão elétrica de seu popular RAV4, um pequeno veículo esportivo utilitário. O RAV4 EV ficou disponível na Califórnia de 1997 a 2003. Embora a maioria tenha sido oferecida como leasing e depois devolvida, alguns modelos posteriores foram vendidos aos consumidores. Esses continuam rodando até hoje.
Vários outros veículos logo se juntaram ao EV1. O Toyota RAV4 EV, uma versão plug-in do popular utilitário esportivo, foi testado no Japão em meados de 1990 e comercializado na Califórnia. Empresas podiam fazer o leasing do RAV4 EV entre os anos de 1997 e 2000. De 2001 a 2003, a Toyota disponibilizou o carro para leasing pessoal nos Estados Unidos, e alguns foram vendidos a partir de 2002. Contudo, em 2003 a fabricação do RAV4 EV foi interrompida. O RAV4 EV atingia velocidades de até 130 km/h e tinha uma autonomia de 130 a 190 km. Ele utilizava baterias NiMH.
Muito poucos desses modernos veículos elétricos da primeira geração ainda existem - a maioria dos EV1s foi tomada de volta pela GM e destruída. Contudo, alguns RAV4 EVs continuam nas ruas. Não há novos veículos elétricos no mercado automobilístico mundial atualmente. Contudo, a maioria dos fabricantes de automóveis está planejando oferecer veículos elétricos no futuro próximo.

Monday, September 21, 2015

A Vida elétrica da Renault

Sempre que surge uma dúvida do porquê utilizarmos veículos elétricos me vêm a cabeça um comercial da Renault que não passou no Brasil, mas responde muito bem essa dúvida.
Uma bela sacada da Renault para mostrar a necessidade de modernizarmos os nossos veículos.

Daniel Pimenta Arroyo


Tuesday, September 15, 2015

Veículos Híbridos: Toyota Prius

imageO Toyota Prius foi o primeiro veículo híbrido vendido no Brasil e um dos primeiros (se não o primeiro) vendido no mundo.
O Prius utiliza um motor ciclo Atkinson 1.8 16V que rende 99cv, que somado ao motor elétrico chega a render 136cv.
Ele roda no modo elétrico em baixas velocidades e sua bateria recebe uma recarga a cada frenagem (assim como o KERS da Fórmula 1), ou seja, excelente para as grandes metrópoles onde o trânsito é terrível e as frenagens são constantes. Nesse momento ele não está gastando nada de combustível já que só o motor elétrico está funcionando.
O motor a combustão entra em funcionamento quando o condutor acelera a velocidades maiores ou quando a bateria está descarregada (o motor a combustão faz o trabalho de recarregar a bateria).


Com isso as emissões de poluentes despencam e o consumo médio é de 25,5 km/l.

O Prius é vendido no Brasil a partir de R$115.000,00. 
Se a nossa legislação fosse mais moderna e desse incentivos para veículos híbridos o valor seria bem menor. Aliado a economia que se terá durante o uso, os veículos híbridos seriam bem mais viáveis.

Mas já é um bom começo nós termos esse tipo de veículo à disposição.

Para saber mais do Prius, basta acessar o site: http://www.toyota.com.br/modelos/prius/

Daniel Pimenta Arroyo

Monday, September 14, 2015

ONU experimenta em Brasília carros elétricos cedidos pela Itaipu Binacional


O PNUD recebe da Itaipu Binacional, dois veículos elétricos. A concessão faz parte do programa Mob-i, desenvolvido pela Itaipu em parceria com a empresa portuguesa CeiiA - ( Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil).

Carros elétricos circularão a título de teste em Brasília, depois de terem passado por Curitiba e na sede da usina de Itaipu Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

Dois carros movidos a eletricidade começaram a circular hoje (25) pelas ruas de Brasília. Os veículos foram cedidos à Organização das Nações Unidas (ONU) pela Itaipu Binacional e pela empresa portuguesa CEiiA., responsáveis pelo programa Mobilidade Inteligente (Mobi-i).
O projeto, lançado em 2014, distribuiu carros elétricos em Curitiba, na própria Itaipu e agora em Brasília. A ideia é pesquisar como esses carros funcionam e o que eles representam em termos de sustentabilidade e economia financeira, além de sensiblizar a população para políticas sustentáveis e para inteligência no tráfego de veículos.
“Como é extremamente econômica e ecológica, é uma tecnologia impressionante. Vamos utilizar o veículo para permitir a análise dos dados, custos e das potencialidades de utilização da tecnologia. Ao mesmo tempo, é muito importante promover o sistema”, disse o coordenador do Sistema ONU no Brasil, Jorge Chediek.
Com os carros que começaram a circular em Brasília, será possível monitorar a quantidade de gás carbônico que deixou de ser liberada na atmosfera, os quilômetros percorridos, os recursos financeiros poupados (diferença entre o custo de produção da energia fóssil e o da elétrica), entre outras informações relevantes para o estudo.
A empresa responsável pelo sistema também analisará a logística a ser empregada, como a instalação dos chamados eletropostos. Nesses locais, a bateria do veículo leva em torno de uma hora e meia para ser carregada totalmente. Um carro elétrico do modelo testado em Brasília roda cerca de 120 quilômetros (km) com uma única carga, com velocidade máxima de 140 km/h.
“Usar um carro elétrico é cinco vezes mais barato que abastecer com gasolina, além de totalmente sustentável. Queremos verificar as necessidades do sistema para, no futuro, colocarmos esses carros no mercado”, adiantou o representante da empresa CEiiA, Tomé Costa.

Fonte: Agência Brasil em 23/03/2015

Saturday, September 12, 2015

Toyota supera marca de 8 milhões de veículos híbridos

Atualmente, a montadora vende 30 modelos diferentes em mais de 90 mercados


A marca japonesa Toyota chegou aos 8 milhões de veículos híbridos vendidos mundialmente, desde o lançamento do primeiro Prius, em 1997.

Naquele ano, foram comercializadas 300 unidades híbridas no Japão. Para ser mais exato, hoje a montadora já vendeu 8.048.400 modelos. Foi a partir dos anos 2000 que os veículos híbridos chegaram à Europa e América do Norte.

De lá para cá, a montadora aumentou a gama de modelos que contribuem com o meio-ambiente. Atualmente, são 30 opções diferentes, desde o compacto Yaris até o recentemente anunciado SUV RAV4 Hybrid, vendidos em mais de 90 mercados.

O primeiro protótipo de Prius levou algum tempo para ser feito, e representou um grande desafio para os engenheiros. "Nós não tínhamos ideia do que estava dando errado. Então, trabalhamos todas as noites tentando descobrir. Nós finalmente conseguimos testá-lo na véspera de um Natal, mas só andou 500 metros", afirmou o presidente da Toyota, Takeshi Uchiyamada, sobre a produção do protótipo.
A Toyota precisou de nove anos para acumular o primeiro milhão de híbridos produzidos, mas engatou uma sólida ascendente desde então, embalada pelo sucesso do Prius. Hoje a marca calcula que seus veículos tenham contribuido com cerca de 58 milhões a menos de toneladas de emissões de CO2 na atmosfera, economizado cerca de 20 milhões de litros de gasolina em comparação à quantidade utilizada por carros de tamanhos semelhantes movidos a gasolina.

No último ano, a Toyota intensificou a gama de modelos híbridos lançados, incluindo o Esquire Hybrid (vendido somente no Japão), o Lexus RC 300h e o mais recente, Sienta Hybrid.

Fonte: Quatro Rodas em 24/08/2015

Thursday, September 10, 2015

Ciclo Atkinson


O ciclo Atkinson é muito utilizado em veículos híbridos. Por isso não poderíamos deixar de apresentar o seu funcionamento.
Eu andei pesquisando e a melhor explicação que eu encontrei, na minha opinião, foi da Wikipedia.

O motor ciclo de Atkinson é um tipo de motor a combustão inventado por James Atkinson em 1882. O ciclo de Atkinson foi projetado para dar prioridade à eficiência ao invés da potência e é usado em modernos carros híbridos.

Projeto

Originalmente os motores de pistão do tipo ciclo Atkinson permitem que os tempos de admissão, compressão, expansão, e exaustão dos motores de quatro tempos ocorram em uma única volta do virabrequim e foi projetado dessa maneira para evitar algumas patentes que cobriam motores ciclo de Otto. O desenho único do motor, com ligações mecânicas complexas entre apoios e o virabrequim do ciclo Atkinson, resultou num motor cuja taxa de expansão é diferente da taxa de compressão. Na prática, o período de expansão é maior que o de compressão, o que resulta numa eficiência térmica melhor que a média dos motores a pistão tradicionais. Enquanto o desenho original com a idéia de Atkinson não passa de uma curiosidade histórica, alguns motores modernos estão se utilizando de tempo de abertura de válvulas diferenciados, que imitam o efeito da redução da compressão e o aumento da expansão, notando sensível melhoria no consumo de combustível. São motores de 4 tempos, que precisam de duas voltas no virabrequim para completar um ciclo e não apenas uma volta como os Atkinson. Entretanto, são chamados de Atkinson pela maneira como são modificados visando a eficiência na transformação energética.

Ciclo termodinâmico ideal


Ciclo de Atkinson a Gás
Ao lado, temos a imagem do ciclo Atkinson ideal, que consiste das seguintes operações:

Motores de ciclo Atkinson modernos


Um pequeno motor com ligações estilo Atkinson entre pistão e volante do motor. Motores modernos de ciclo Atkinson eliminam esta complicada via de energia.
Recentemente, o ciclo Atkinson vem sendo usado para descrever motores com ciclo de Otto com modificações específicas no tempo de abertura de válvulas. No caso em questão, as válvulas de admissão se mantém abertas além do normal, o que permite um fluxo reverso do ar admitido de volta ao coletor de admissão, o que resulta numa compressão efetiva menor (já que parte da mistura que deveria estar sendo comprimida está escapando do cilindro livremente ao invés de estar sendo comprimida pelo pistão), mas a taxa de expansão não é modificada. Isso na prática significa que a taxa de compressão é menor que a taxa de expansão. O calor gerado pela explosão do combustível aumenta a pressão, forçando o pistão a mover pela expansão do volume dentro da câmara para além do volume quando a compressão se iniciou.
O objetivo dos motores de ciclo Atkinson modernos é fazer com que a pressão na câmara de combustão no fim do ciclo de expansão seja igual à pressão atmosférica. Dessa maneira, pode se dizer que se transformou toda a energia possível, obtida no processo de combustão. Para cada parte de ar, quanto maior a taxa de expansão, maior a energia que será convertida para energia mecânica utilizável, o que resulta em um motor mais eficiente. A desvantagem do ciclo Atkinson de quatro tempos em relação ao ciclo Otto é sua reduzida potência relativa, pois, devido à menor quantidade de mistura admitida, os motores de ciclo Atkinson não conseguem produzir a mesma potência que um motor de ciclo Otto do mesmo tamanho, que consegue aspirar muito mais ar.
Motores de quatro tempos que utilizam as mesmas modificações de abertura de válvulas que os motores de ciclo Atkinson, mas são equipados com um compressor mecânico para diminuir a perda de potência relativa, são conhecidos como motores de Ciclo_Miller.

Veículos que atualmente utilizam motores de ciclo Atkinson


2004 Toyota Prius hybrid

2010 Ford Fusion Hybrid (North America)
Enquanto um motor de ciclo Otto modificado usando o ciclo Atkinson provê uma economia considerável de combustível, há em contrapartida uma significante perda de potência específica ao comparar com um motor quatro tempos normal[1] . Se a demanda por mais potência for intermitente, ela pode ser adicionada por um motor elétrico durante o período de maior demanda. Essa é a base do carro com motor de combustão e motor elétrico, conhecido como carro híbrido. Ambos os motores podem ser usados independentemente ou combinados, para prover de maneira mais eficiente possível a entrega dessa energia para movimentar o veículo.
Atualmente, existem em produção, vários veículos que utilizam os motores de ciclo Atkinson. Os vendidos no Brasil são:

Fonte: Wikipedia