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Wednesday, October 14, 2015

Trólebus


Não poderíamos falar sobre Mobilidade Sustentável e Elétrica sem falarmos um pouco sobre os Trólebus.
O Trólebus é um ônibus elétrico que possui hastes que ligam o veículo à rede elétrica aérea para obter energia para funcionar. Essas hastes se chamam “Trólley”, por isso esse nome.

Como um bom veículo elétrico, o Trólebus é silencioso e não “dá trancos” nas acelerações, por isso são tão bem aceitos pelos seus usuários.
A tradicional fabricante de trólebus no Brasil é a Eletra, que fica em São Bernardo do Campo. Ela fornece esse tipo de veículo para todo o Brasil e tem exportado para países como a Nova Zelândia, por exemplo.
Como bom paulistano, eu utilizei muito os trólebus pelo corredor Santo Amaro-Nove de Julho, no qual esses veículos foram substituídos por ônibus a Diesel na gestão da Prefeita Marta Suplicy em uma decisão completamente sem sentido.

 Além desse corredor, há linhas no centro de São Paulo, outras ligando a Zona Sul de São Paulo a Diadema, linhas no ABC paulista, Santos e diversos outros lugares do Brasil.
Os trólebus surgiram em substituição aos antigos bondes, são veículos mais modernos que mantém o charme de outrora com a eficiência ambiental, pois por serem elétricos, não emitem poluição.
A Eletra lançou em parceria com a Mercedes-Benz um novo tipo de Tróllebus híbrido, que já citamos nesse blog quando falamos do Salão Latino-Americano do Veículo Elétrico, cujo mesmo sistema de tração pode ser utilizado para os vários usos do veículo.
Nesse momento em que falamos tanto em Sustentabilidade e controle de poluição, o Trólebus deve ser um protagonista no transporte público sustentável. 

Imagens: Wikipedia
Texto: Daniel Pimenta Arroyo

Monday, October 5, 2015

Linha BMW i



por Daniel Pimenta Arroyo

Quando falamos do Salão Latino-Americano de Veículo Elétrico, já citamos o stand da BMW que apresentou os primeiros representantes da sua linha i.
Em suma, a linha BMW i é uma linha de veículos híbridos e elétricos que mantém a característica premium da marca, unida com a preocupação ambiental e inovação.
A linha BMW i está presente no Brasil com dois veículos:

BMW I-3
Quando falamos sobre a apresentação da linha i no Salão Latino-Americano do veículo elétrico, nós deixamos uma duvida no ar sobre o I-3 ser elétrico ou híbrido. A BMW o define como elétrico.
É um compacto urbano Plug-in que atinge 170 cv de potência, pode ser carregado com o carregador residencial especifico ou também na tomada comum. Para isso ele possui um kit adaptador. O carregador de veículos elétricos regarrega o veículo em 3 horas. O carregador para tomada comum carrega em 8h a 220 V e 16h a 110V. O que não chega a ser um problema, pois quem tem esse veículo vai acabar instalando o carregador correto. O kit para tomada convencional acaba sendo apenas para uma emergência. O I-3 também recebe uma recarga a cada frenagem e quando é utilizafo o freio-motor.
Por ser um veículo urbano, a autonomia não deixa a desejar. São 300 km, muito mais suficiente para quem utiliza no dia-a-dia. Além do motor elétrico, o I-3 possui um "extensor de autonomia", que nada mais é que um motor a combustão de 600 cc (0.6 l) que serve apenas para recarregar a bateria, não gerando tração.
Por não gerar tração, a BMW considera o I-3 como um veículo elétrico, assim como o Volt é considerado pela GM como elétrico.
Há profissionais que concordam, mas outros que defendem que esse tipo de veículo é um híbrido Plug-in Série (o motor só é utilizado para carregar a bateria). De acordo com a proposta desse veículo, o motor a combustão raramente será utilizado, mas mesmo assim, este blogueiro defende a teoria de que o fato de o veículo ter um motor a combustão, então ele é híbrido.

BMW I-8

O BMW I-8 já é um esportivo Híbrido Plug-in por definição. Possui um motor elétrico de 131 cv, que a baixas velocidades é utilizado sozinho gerando zero emissão. Quando está sem carga, ou quando precisa de uma potência maior, ele utiliza o seu motor a combustão 1.5 turbo que gera mais 231 cv somando 362 cv no total. A sua bateria também possui 300 km de autonomia e o modo de carregamento é igual ao I-3, com o carregador residencial, kit de adaptação para tomada comum 110 ou 220V além das recargas nas frenagens e freio-motor. Além do motor à combustão que recarrega o motor elétrico durante o seu funcionamento.

Resumidamente essa é a linha i da BMW que está disponível a venda nas concessionárias. Futuramente a BMW deve trazer mais veículos fantásticos como esses, e quando acontecer, vamos noticiar. Estamos ansiosos para que isso aconteça.

Tuesday, September 29, 2015

Projeto Ecoelétrico Curitiba

Como não podia deixar de ser, uma das primeiras iniciativas de um poder publico em prol da mobilidade de sustentável vem de Curitiba.
O projeto Ecoelétrico, cujo texto abaixo foi tirado do próprio site do projeto: http://www.ecoeletrico.curitiba.pr.gov.br/ é uma iniciativa da prefeitura de Curitiba em parceria com a Renault-Nissan, CEIIA (Portugal) e Itaipu Binacional.
Aos poucos a Mobilidade Sustentável vem ganhando espaço no nosso país que ainda está engatinhando nessa tecnologia.

O Ecoelétrico visa à implantação de modais de nova geração, com baixo impacto ambiental, atendendo à política de Mobilidade Urbana Sustentável do município. Todo o projeto é desenvolvido em parceria entre Prefeitura de Curitiba, Itaipu Binacional, Aliança Renault-Nissan e CEIIA (Centro para a Excelência e Inovação na Indústria Automóvel) de Portugal.

O projeto é a primeira ação da capital paranaense com o intuito de cumprir as recomendações do termo de compromisso para a redução das emissões de gases e de riscos climáticos, assinado pelo prefeito Gustavo Fruet, durante o C 40, em Johanesburgo, África do Sul.

Elaborado em quatro fases, de 2014 a 2020, o Ecoelétrico é único no país devido ao número de veículos elétricos que serão utilizados no serviço público. A primeira fase já está sendo implantada com foco na Copa do Mundo FIFA 2014.

Sem custos à Prefeitura, ao todo o projeto compreende 10 carros que serão disponibilizados pela Renault e Itaipu Binacional (Zoe – 5 unidades; Kangoo Z.E – 3 unidades, Twizy – 2 unidades) e 3 miniônibus de acordo com contrato em comodato firmado entre as partes. Para o abastecimento, 10 eletropostos serão instalados em sete locais: Praça Rui Barbosa, Parque Tanguá, Parque Barigui, Secretaria de Administração, Prefeitura Palácio 29 de Março, Setran- Prado Velho, Jardim Botânico.

Os veículos serão destinados, em especial, ao atendimento das demandas da Guarda Municipal, da Secretaria Municipal de Trânsito (Setran) e do Instituto Curitiba de Turismo.

Na segunda fase do projeto estão previstos totens de abastecimento multifuncionais que devem agregar em um único equipamento serviços de recarga dos veículos, cartão de transporte, parquímetro (Estar), câmera de monitoramento, botão de emergência, informações turísticas, bicicletas compartilhadas, wi-fi institucional. Também há a previsão de estudos para implantar soluções de compartilhamento (sharing) de carros e bicicletas, inicialmente voltadas para o mercado corporativo e a serviços de interesse público. As próximas etapas (2018 – 2020) estabelecem estudos de integração aos diversos serviços de transporte público.

Sunday, September 27, 2015

Feira do Salão Latino-Americano de veículo elétrico - 2ª Parte

Conforme prometido, hoje vamos falar mais um pouco da feira do Salão Latino-Americano de veículo elétrico.
Na primeira parte falamos das montadoras presentes.
A segunda parte são dos veículos elétricos especiais. Aqueles que não são necessariamente para andar na rua, mas que podem ser utilizados em ambientes fechados, condomínios, clubes, empresas ou eventualmente nas ciclovias.

O primeiro é um que poderia estar no primeiro post, pois é um carro urbano. Mas preferimos colocá-lo nesse post. Trata-se da empresa Naniko Car.
Como o próprio nome diz, é um mini veículo urbano que está sendo lançado.
A empresa levou para expor um veículo a gasolina e um a GNV. Eles estão desenvolvendo um veículo elétrico e a fábrica está sendo construída no Ceará.

 A Woie é uma empresa que fabrica bicicletas elétricas. Trouxe algumas delas para expor e também havia disponibilidade para fazer um test ride. Suas bicicletas podem ser acionadas pelo pedal ou ligando e girando a manopla tal qual uma moto.

Outra fabricante de bicicletas elétricas é a Ecostart, que além de bicicletas levou para a feira um triciclo elétrico para pessoas que tem dificuldade de mobilidade.

A EVX, é uma fabricante de carrinhos de golf e de transporte em locais fechados.


A Club car, também é fabricante de carrinhos de golf e outros para transporte em locais fechados como clubes e condomínios.

A Vo2 também fabrica carrinhos de golf e transporte de curta distância, além de caminhõezinhos elétricos.

A SI - Sistemas inteligentes fabrica veículos ao estilo Segway (já tratado em uma matéria deste blog) além de caminhõezinhos e scooters.

Já falamos da chinesa BYD no post anterior que levou uma empilhadeira elétrica para o salão.

Esse foi mais um pouco da Feira. No próximo e último post sobre o Salão, falaremos das empresas que desenvolvem equipamentos para Veículos elétricos e também projetos inovadores para a instalação de veículos elétricos no Brasil. Até lá.


Thursday, September 24, 2015

1º dia do Salão e Conferência Latino-Americano de Veículos Elétricos

O Salão Latino-Americano de Veículos Elétricos de 2015 começou hoje, dia 24 de setembro, e está acontecendo no Expo Center Norte.
Nesse post e no próximo falaremos dos dois dias da conferência que acontece junto com o salão e no terceiro post falaremos da feira em si.

A Conferência está sendo feitas em blocos com 3 palestras, cada bloco com um tema.
Neste primeiro dia, tiveram 3 blocos de palestras.
O primeiro foi sobre ciclos elétricos e mobilidade urbana que começou com o Sr. Tiago Pedrini, da Harley Davidson, que falou sobre o que ele chama de quebra de paradigmas com o projeto Live Wire, uma motocicleta elétrica, isso mesmo, uma baita quebra de paradigmas, que não abandona o jeitão Harley Davidson de ser. Em seguida o luso André Dias da CEiiA , Centro de Excelência e Inovação para a Industria Automóvel, de Portugal mas que atua no mundo inteiro, inclusive no Brasil, como já citamos em outro post no Projeto Veículo Elétrico da Itaipu Binacional além de outros projetos de compartilhamento de carros, motos e bicicletas elétricas. O bloco encerrou com a palestra do Gerente de secretaria da Prefeitura do Rio de Janeiro, Ricardo C.V. Silva, sobre o projeto de compartilhamento de carros elétricos que aquela prefeitura está implantando.
O Segundo bloco foi sobre Transporte público elétrico, que teve como palestrantes o Diretor de Mobilidade Urbana da Volvo, Ayrton Amaral, falando sobre os ônibus híbridos da Volvo, em seguida, o Diretor de marketing e relações governamentais da chinesa BYD (Build your dreams), que atua com veículos elétricos em todo o mundo e com sua nova fábrica em Campinas já está comercializando seus ônibus elétricos. Quem fechou o bloco foi a tradicional fabricante de trólebus, que inova com veículos elétricos e híbridos utilizando a mesma plataforma para os três, a Eletrabus, com a Gerente geral Ieda Oliveira.
O Derradeiro bloco foi sobre baterias e inversores de potência com Carlos Vidas da Moura, Michael Hafer da AVL e Clovis Gojo da Semikron.

Amanhã tem mais.
Até lá

Tuesday, September 22, 2015

História do Veículo Elétrico

Pode parecer que a Mobilidade elétrica é uma tecnologia nova, mas a utilização desse tipo de veículo é bem antiga.
Em uma pesquisa que eu fiz, eu achei várias versões para contar essa mesma história.
Eu escolhi a do site http://www.planetseed.com/ para contar para vocês essa história que se reescreve agora de forma mais palpável e tecnológica.

Daniel Pimenta Arroyo

História dos Veículos Elétricos

Os veículos elétricos estão entre os primeiros carros construídos durante os anos iniciais da indústria automobilística. O primeiro veículo independente a rodar com eletricidade foi construído na década de 1830, na Escócia. A fonte de energia para esse veículo não era recarregável, um problema considerável. Vários outros veículos elétricos chegaram às ruas nos anos 1800, mas o primeiro automóvel elétrico real surgiu em 1891, na oficina de William Morrison, de Des Moines, em Iowa. Em 1897 uma frota de táxis elétricos estava operando em Nova York. Em 1900, 28% de todos os carros nos Estados Unidos rodavam com eletricidade. Contudo, pouco depois desse pico de popularidade, o carro elétrico caiu em declínio. Henry Ford introduziu o Modelo T, com motor de combustão e produzido em massa, tornando os automóveis acessíveis às massas. Em 1920 o carro elétrico havia praticamente desaparecido, substituído por carros que iam mais longe e mais rápido com mais energia. A transição para o motor de combustão interna foi auxiliada pelo fato de que a gasolina estava prontamente disponível.
Thomas Edison's electric car
Foto gentilmente cedida pelaInstituição Smithsonian
Thomas Edison trabalhou por muitos anos em uma bateria que podia ser usada para alimentar um automóvel. Embora sua bateria não tenha tido sucesso, ele tinha um carro elétrico.
CitiCar
Foto gentilmente cedida porHighTechScience.org
O CitiCar, fabricado de 1974 a 1977, rodava com a eletricidade produzida por oito baterias chumbo-ácido. A carroceria do veículo leve era feita principalmente de plástico. Assim, o CitiCar não atendia aos padrões de segurança mais exigentes do fim da década de 1970.
A ideia de um carro elétrico para as massas voltou em 1960. Mas só pegou na década de 1970, quando as preocupações com a poluição e os preços crescentes da gasolina aumentaram. O primeiro veículo elétrico foi o CitiCar da Vanguard-Sebring, lançado em 1974. Esse minúsculo veículo podia passar de 48 km/h e rodar aproximadamente 64 km a cada recarga. Cerca de 2.000 veículos foram fabricados. O CitiCar não era muito seguro, e em 1976 a montadora parou de fabricá-los.
Os veículos elétricos foram testados para outros usos também. O Serviço Postal norte-americano comprou 350 Jeeps elétricos para a entrega de correspondências em 1975. Esses veículos podiam percorrer até 64 km e tinham velocidade máxima de 80 km/h. Cada veículo exigia 10 horas de tempo de recarga. Esse parecia ser um bom uso para um veículo elétrico: pequenas distâncias a serem percorridas em um tempo limitado. Contudo, o programa foi interrompido.
Em 1976 o Congresso norte-americano aprovou uma lei para estimular o desenvolvimento de veículos elétricos e híbridos. O objetivo da lei era, em parte, melhorar a tecnologia de baterias. Contudo, os fabricantes de automóveis não demonstraram interesse até 1988. Naquele ano, a General Motors (GM) começou a fornecer dinheiro para a pesquisa de carros elétricos para o mercado consumidor. O carro, chamado EV1, foi fabricado de 1996 a 1999. O EV1 era disponibilizado aos consumidores da Califórnia apenas através de leasing. Inicialmente, ele foi produzido com uma bateria chumbo-ácido. Em 1999, a GM passou para uma bateria de níquel-hidreto metálico (NiMH), que recarregava melhor.
General Motors' EV1
Foto © GM Corp.
O EV1 da General Motors foi o primeiro carro elétrico fabricado por uma montadora norte-americana. Foi lançado apenas na Califórnia. Quando a General Motors parou de fabricar o veículo, os EV1s devolvidos foram destruídos.
Toyota's electric version of its RAV4
Foto gentilmente cedida por Toyota Motor Corp.
A Toyota produziu uma versão elétrica de seu popular RAV4, um pequeno veículo esportivo utilitário. O RAV4 EV ficou disponível na Califórnia de 1997 a 2003. Embora a maioria tenha sido oferecida como leasing e depois devolvida, alguns modelos posteriores foram vendidos aos consumidores. Esses continuam rodando até hoje.
Vários outros veículos logo se juntaram ao EV1. O Toyota RAV4 EV, uma versão plug-in do popular utilitário esportivo, foi testado no Japão em meados de 1990 e comercializado na Califórnia. Empresas podiam fazer o leasing do RAV4 EV entre os anos de 1997 e 2000. De 2001 a 2003, a Toyota disponibilizou o carro para leasing pessoal nos Estados Unidos, e alguns foram vendidos a partir de 2002. Contudo, em 2003 a fabricação do RAV4 EV foi interrompida. O RAV4 EV atingia velocidades de até 130 km/h e tinha uma autonomia de 130 a 190 km. Ele utilizava baterias NiMH.
Muito poucos desses modernos veículos elétricos da primeira geração ainda existem - a maioria dos EV1s foi tomada de volta pela GM e destruída. Contudo, alguns RAV4 EVs continuam nas ruas. Não há novos veículos elétricos no mercado automobilístico mundial atualmente. Contudo, a maioria dos fabricantes de automóveis está planejando oferecer veículos elétricos no futuro próximo.

Monday, September 21, 2015

A Vida elétrica da Renault

Sempre que surge uma dúvida do porquê utilizarmos veículos elétricos me vêm a cabeça um comercial da Renault que não passou no Brasil, mas responde muito bem essa dúvida.
Uma bela sacada da Renault para mostrar a necessidade de modernizarmos os nossos veículos.

Daniel Pimenta Arroyo


Thursday, September 17, 2015

Nissan aumenta autonomia do Leaf em 25%

Agora, hatch elétrico pode rodar 250 km sem parar


Um dos modelos elétricos mais conhecidos do mundo, o Nissan Leaf ainda não chegou à sua esperada segunda geração. Entretanto, para tornar o hatch mais atraente no mercado internacional, a montadora japonesa lançou uma segunda opção de sistema de baterias de íon-lítio na linha 2016.

Agora, o Leaf também conta com um pacote de baterias de 30 kWh. Ele garante uma ampliação da autonomia do modelo em até 25% na comparação com o pacote de 24 kWh – que continuará sendo vendido. Assim, o hatch poderá rodar por até 250 quilômetros antes de precisar de uma recarga.



Apesar de a capacidade ser maior, o pacote de 30 kWh tem exatamente o mesmo peso do de 24 kWh (21 kg), não interferindo no desempenho do carro. Além disso, as baterias têm garantia de oito anos ou 100 mil milhas (160 mil quilômetros) e são compatíveis com dispositivos de recarga rápida.

Outras mudanças notáveis no Leaf 2016 são a atualização do sistema NissanConnectEV, que permite ao motorista controlar algumas funções do carro à distância (como o aquecimento ou resfriamento da cabine sem gastar bateria) e a disponibilidade de uma nova cor de carroceria (bronze).



É provável que esta tenha sido a última atualização relevante da primeira geração do Leaf. Anteriormente, Carlos Ghosn, presidente da Nissan, já havia confirmado que a segunda geração contaria com uma autonomia ainda maior – aproximadamente, 400 km. O modelo deve ser lançado entre o fim de 2016 e o começo de 2017.
Fonte: Quatro Rodas em 10/09/2015

Tuesday, September 15, 2015

Veículos Híbridos: Toyota Prius

imageO Toyota Prius foi o primeiro veículo híbrido vendido no Brasil e um dos primeiros (se não o primeiro) vendido no mundo.
O Prius utiliza um motor ciclo Atkinson 1.8 16V que rende 99cv, que somado ao motor elétrico chega a render 136cv.
Ele roda no modo elétrico em baixas velocidades e sua bateria recebe uma recarga a cada frenagem (assim como o KERS da Fórmula 1), ou seja, excelente para as grandes metrópoles onde o trânsito é terrível e as frenagens são constantes. Nesse momento ele não está gastando nada de combustível já que só o motor elétrico está funcionando.
O motor a combustão entra em funcionamento quando o condutor acelera a velocidades maiores ou quando a bateria está descarregada (o motor a combustão faz o trabalho de recarregar a bateria).


Com isso as emissões de poluentes despencam e o consumo médio é de 25,5 km/l.

O Prius é vendido no Brasil a partir de R$115.000,00. 
Se a nossa legislação fosse mais moderna e desse incentivos para veículos híbridos o valor seria bem menor. Aliado a economia que se terá durante o uso, os veículos híbridos seriam bem mais viáveis.

Mas já é um bom começo nós termos esse tipo de veículo à disposição.

Para saber mais do Prius, basta acessar o site: http://www.toyota.com.br/modelos/prius/

Daniel Pimenta Arroyo

Monday, September 14, 2015

ONU experimenta em Brasília carros elétricos cedidos pela Itaipu Binacional


O PNUD recebe da Itaipu Binacional, dois veículos elétricos. A concessão faz parte do programa Mob-i, desenvolvido pela Itaipu em parceria com a empresa portuguesa CeiiA - ( Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil).

Carros elétricos circularão a título de teste em Brasília, depois de terem passado por Curitiba e na sede da usina de Itaipu Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

Dois carros movidos a eletricidade começaram a circular hoje (25) pelas ruas de Brasília. Os veículos foram cedidos à Organização das Nações Unidas (ONU) pela Itaipu Binacional e pela empresa portuguesa CEiiA., responsáveis pelo programa Mobilidade Inteligente (Mobi-i).
O projeto, lançado em 2014, distribuiu carros elétricos em Curitiba, na própria Itaipu e agora em Brasília. A ideia é pesquisar como esses carros funcionam e o que eles representam em termos de sustentabilidade e economia financeira, além de sensiblizar a população para políticas sustentáveis e para inteligência no tráfego de veículos.
“Como é extremamente econômica e ecológica, é uma tecnologia impressionante. Vamos utilizar o veículo para permitir a análise dos dados, custos e das potencialidades de utilização da tecnologia. Ao mesmo tempo, é muito importante promover o sistema”, disse o coordenador do Sistema ONU no Brasil, Jorge Chediek.
Com os carros que começaram a circular em Brasília, será possível monitorar a quantidade de gás carbônico que deixou de ser liberada na atmosfera, os quilômetros percorridos, os recursos financeiros poupados (diferença entre o custo de produção da energia fóssil e o da elétrica), entre outras informações relevantes para o estudo.
A empresa responsável pelo sistema também analisará a logística a ser empregada, como a instalação dos chamados eletropostos. Nesses locais, a bateria do veículo leva em torno de uma hora e meia para ser carregada totalmente. Um carro elétrico do modelo testado em Brasília roda cerca de 120 quilômetros (km) com uma única carga, com velocidade máxima de 140 km/h.
“Usar um carro elétrico é cinco vezes mais barato que abastecer com gasolina, além de totalmente sustentável. Queremos verificar as necessidades do sistema para, no futuro, colocarmos esses carros no mercado”, adiantou o representante da empresa CEiiA, Tomé Costa.

Fonte: Agência Brasil em 23/03/2015

Saturday, September 12, 2015

Toyota supera marca de 8 milhões de veículos híbridos

Atualmente, a montadora vende 30 modelos diferentes em mais de 90 mercados


A marca japonesa Toyota chegou aos 8 milhões de veículos híbridos vendidos mundialmente, desde o lançamento do primeiro Prius, em 1997.

Naquele ano, foram comercializadas 300 unidades híbridas no Japão. Para ser mais exato, hoje a montadora já vendeu 8.048.400 modelos. Foi a partir dos anos 2000 que os veículos híbridos chegaram à Europa e América do Norte.

De lá para cá, a montadora aumentou a gama de modelos que contribuem com o meio-ambiente. Atualmente, são 30 opções diferentes, desde o compacto Yaris até o recentemente anunciado SUV RAV4 Hybrid, vendidos em mais de 90 mercados.

O primeiro protótipo de Prius levou algum tempo para ser feito, e representou um grande desafio para os engenheiros. "Nós não tínhamos ideia do que estava dando errado. Então, trabalhamos todas as noites tentando descobrir. Nós finalmente conseguimos testá-lo na véspera de um Natal, mas só andou 500 metros", afirmou o presidente da Toyota, Takeshi Uchiyamada, sobre a produção do protótipo.
A Toyota precisou de nove anos para acumular o primeiro milhão de híbridos produzidos, mas engatou uma sólida ascendente desde então, embalada pelo sucesso do Prius. Hoje a marca calcula que seus veículos tenham contribuido com cerca de 58 milhões a menos de toneladas de emissões de CO2 na atmosfera, economizado cerca de 20 milhões de litros de gasolina em comparação à quantidade utilizada por carros de tamanhos semelhantes movidos a gasolina.

No último ano, a Toyota intensificou a gama de modelos híbridos lançados, incluindo o Esquire Hybrid (vendido somente no Japão), o Lexus RC 300h e o mais recente, Sienta Hybrid.

Fonte: Quatro Rodas em 24/08/2015

Monday, September 7, 2015

Projeto da EMTU de utilização de ônibus a hidrogênio (Fuel cell)

O artigo a seguir trata de um projeto inovados da EMTU (Empresa Municipal de Transportes Urbanos) sobre a utilização de ônibus a hidrogênio, também chamados de Fuell Cell.
Os veículos a hidrogênio são veículos elétricos cuja energia é gerada por uma célula a combustível na qual o combustível, no caso o hidrogênio, reage com o oxigênio gerando energia elétrica para o motor e vapor d'água, que sai pelo escapamento.
Já não é o primeiro artigo sobre veículos a hidrogênio, então falaremos em outro post sobre o seu funcionamento.

Daniel Pimenta Arroyo


Ônibus a Hidrogênio


O Ônibus Brasileiro a Hidrogênio é um projeto de grande impacto ambiental positivo, uma vez que ele não emite poluentes - o único resíduo de seu escapamento é o vapor d'água.
Trata-se de um grande avanço ambiental e tecnológico. Só na Região Metropolitana de São Paulo, a frota de ônibus é a maior do mundo, composta em grande parte por veículos a diesel, responsáveis por até 90% das emissões de poluentes na atmosfera.
Lançado em novembro de 2006, o "Projeto Ônibus Brasileiro a Hidrogênio" consiste na aquisição, operação e manutenção de até quatro ônibus com célula a combustível a hidrogênio.
Contempla ainda a instalação de uma estação de produção de hidrogênio por eletrólise a partir da água e abastecimento dos ônibus, além do acompanhamento e verificação do desempenho desses veículos, que serão utilizados no Corredor Metropolitano ABD (São Mateus - Jabaquara), no ABC paulista.

Em 2009 iniciaram-se os testes operacionais e em dezembro de 2010 o ônibus protótipo passou a ser testado com passageiros no Corredor Metropolitano ABD (São Mateus - Jabaquara) .Veja a cronologia do projeto.
A EMTU/SP é a coordenadora nacional do projeto, que tem direção do Ministério das Minas e Energia (MME) e conta com recursos doGlobal Environment Facility (GEF), aplicados por meio do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) e da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep). O valor total do projeto é de cerca de US$ 16 milhões.

O projeto e a fabricação do ônibus foram desenvolvidos por um consórcio formado por oito conceituadas empresas, nacionais e internacionais, coordenado pela EMTU/SP.
Ao priorizar a aquisição e repasse de conhecimento tecnológico para uma produção nacional desse veículo, conseguiu-se um custo muito reduzido e competitivo em termos de mercado. Integram o consórcio: AES Eletropaulo, Ballard Power Systems, Epri, Hydrogenics, Marcopolo, Nucellsys, Petrobras Distribuidora e Tuttotrasporti.


Potencial
O "Projeto Ônibus Brasileiro a Hidrogênio" colocou o país em uma posição de destaque mundial, pois a penas quatro empresas têm a capacidade de produzir ônibus com a tecnologia do hidrogênio no mundo, incluindo o consórcio do ônibus deste Projeto.
Suas características fazem da iniciativa brasileira um caso singular em todo o mundo, pois:
  • Reuniu-se o que há de melhor e mais avançado na tecnologia do uso de hidrogênio no planeta. A tecnologia transferida firmará as bases para sua disseminação no país para transformar o Brasil em um exportador de ônibus a hidrogênio;
  • O Brasil é o maior fabricante mundial de chassi e carrocerias, portanto dominar essa tecnologia significa abrir um novo e promissor mercado;
  • O veículo já é o mais barato entre os países que o adotaram;
  • O ônibus brasileiro traz uma novidade mundial: será híbrido, ou seja, funcionará com células a combustível de hidrogênio e baterias recarregáveis, com recuperação de energia (como os carros atuais da Fórmula 1);
  • Contará com uma estação própria de produção e abastecimento de hidrogênio;
  • Terá capacidade para carregar igual número de passageiros que os seus similares, com desempenho igual ou superior.
Fonte: EMTU

Thursday, September 3, 2015

Recife disponibilizará carros elétricos ao público


Após nove meses de testes, o sistema de compartilhamento de carros elétricos do Recife vai ser disponibilizado ao público a partir de 3 de setembro. Inicialmente, o serviço contará com três veículos e cinco estações no Bairro do Recife, São José, Santo Amaro e Derby. Antes de baixar o aplicativo para alugar o carro, o usuário terá que fazer um cadastro na sede do Porto Digital, no Bairro do Recife.
Inédito no país, o projeto Carro Livre segue modelos que já funcionam em cidades como Londres, Paris e Berlim. Segundo o Porto Digital, porém, a versão local será o único com todas as funções de aluguel e devolução operadas através de aplicativo.

A iniciativa é do Porto Leve em parceria com a Serttel, que também gere o sistema de bicicletas de aluguel. Lançado em dezembro de 2014, o Carro Livre tinha previsão de uso pela população em março deste ano, mas houve dificuldade na contratação de um seguro. Durante o período de testes, do qual participaram 50 usuários, os veículos percorreram mil quilômetros em cerca de 850 viagens, com média de cinco deslocamentos diários. O aplicativo recebeu ajustes e foram incorporadas sugestões de melhorias dadas pelos primeiros usuários.

“Vamos trabalhar com os três carros que já operamos nos testes. Esperamos que, com a consolidação da ideia, a iniciativa privada e o poder público veja o valor mercadológico da iniciativa e resolva expandi-la, como aconteceu com as bicicletas compartilhadas. O projeto também começou como projeto piloto e hoje, além das dezenas de estações da cidade, já se espalhou por todo o Brasil e América Latina”, explica Francisco Saboya, presidente do Porto Digital.

A assinatura mensal do Carro Livre custará R$ 30. Para cada viagem de meia hora serão cobrados R$ 20, se o motorista fizer o trajeto sozinho. Para pagar mais barato, basta anunciar no aplicativo que está disposto a oferecer carona e o preço cairá pela metade. Se não aparecerem outros usuários em 15 minutos, o motorista pode seguir sozinho por R$ 10. Se o caroneiro (também cadastrado no sistema) aparecer, cada um pagará R$ 5.

Os interessados precisam fazer um cadastro prévio, na sede do Porto Digital, para terem acesso ao aplicativo. Além da carteira nacional de habilitação (CNH) em dia, os novos usuários precisam apresentar também cartão de crédito válido e um comprovante de residência atualizado. Uma vez inserido no sistema, o usuário poderá baixar o aplicativo para celular. 

Os carros que serão usados no programa são os ZD, com dois lugares, importados da China. Os veículos têm autonomia para 120 km com um reabastecimento, que é feito em seis horas. “A principal diferença com relação a um carro comum é o silêncio. Por se tratar de um carro elétrico, o usuário pode até achar que está desligado”, conta a gerente do Porto Leve, Cidinha Gouveia.

Postagem: Recife disponibilizará carros elétricos ao público

Publicado no Verdesobrerodas
Origem: Diário de Pernambuco

Tuesday, September 1, 2015

Universidade de Brasília cria carro elétrico com plataforma Dassault

Plataforma colaborativa e multidisciplinar permite que as equipes trabalhem virtualmente nos projetos antes de iniciar a produção


A Dassault Systèmes, desenvolvedora de softwares 3D e soluções Product Lifecycle Management (PLM), vai expandir seu programa educacional no Brasil através de parceria com a Universidade de Brasília (UnB). O objetivo final é a produção de um carro elétrico para o projeto Fórmula SAE, usando as soluções da Dassault para impulsionar o projeto.
A empresa promoverá experiências próximas às da vida real de um engenheiro aos alunos , preparando-os tanto para a indústria quanto para o mercado de trabalho. Em última instância, a Dassault Systèmes quer ajudar na transformação da educação brasileira.
“Esta é uma importante iniciativa acadêmica por permitir aos alunos o acesso à tecnologia de última geração e a recursos utilizados por engenheiros da indústria em seu dia a dia”, afirma Luciana Correa, responsável pelo desenvolvimento de negócios para o setor acadêmico para a América Latina na Dassault Systèmes.
O pacote de licenças acadêmicas acordado com a UnB inclui o PLM Discover, baseado na plataforma 3DEXPERIENCE da Dassault. Integrada e com interface única, ele oferece recursos para desenho, simulações de produto e processos de manufatura. Com isso, as equipes desenvolverão virtualmente seus projetos antes de iniciarem qualquer produção. A plataforma Dassault Systèmes se apoia na colaboração e na multidisciplinariedade, permitindo o gerenciamento de toda a documentação, assim como as revisões de projeto, em equipe e à distância.
“É um projeto diferenciado que fortalece a formação de jovens”, exalta Henrique Gomes de Moura, professor da Universidade de Brasília. Entre os benefícios para os estudantes, Moura indica a inserção no contexto da engenharia de desenvolvimento no Fórmula SAE e os trabalhos que vão além do desenvolvimento do produto, incluindo metas, prazos, planejamento, definição de conceito e prototipagem, até chegar à produção do carro para a competição.
Fonte: IDG Now em 11/06/2015

A vida imita a arte

A primeira vista, para os mais jovens a figura de baixo parece mais uma ciclovia do Haddad, mas na época do vídeo game Master System, ainda faltava muito para vermos essas pinturas vermelhas na rua,
Na época, um carro que está correndo e reabastecer (ou recarregar) era uma coisa absurda, típico de ficção científica, mas agora já sabemos que isso é bem viável, e mais ainda, um futuro bem realista.
Agora que o futuro está chegando, nós sabemos que o veículo que pilotávamos no vídeo game era um veículo elétrico que se recarregava quando passava por cima da faixa vermelha.
Essa faixa vermelha possui um campo eletromagnético por baixo do asfalto que em contato com o veículo, o recarrega de energias elétrica.
É claro que no Brasil vai demorar anos para que isso venha a acontecer, talvez os nossos netos ou bisnetos vejam, mas na Inglaterra já existem estradas experimentais que utilizam essa tecnologia.
Trata-se do estado da arte da mobilidade sustentável. Você não precisa parar nos eletropostos durante uma viagem, basta recarregar o seu veículo em pleno movimento.
É o futuro chegando. Esperamos que o Brasil não fique para trás.

Monday, August 31, 2015

ANFAVEA demonstra em Brasília Renault Zoe 100% elétrico


A Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) passa a contar com um moderno Renault Zoe 100% Elétrico para demonstração em Brasília. O veículo foi entregue ontem (04 agosto) ao presidente da entidade, Luiz Moan, por Eric Feunteun, Diretor Mundial do Programa Veículos Elétricos da Renault, no escritório de representação da instituição na Capital Federal.
Além do carro, que foi cedido em comodato, o escritório da Anfavea passa a contar também com uma moderna estação de carregamento de veículos elétricos, com capacidade para abastecer dois carros simultaneamente. “Os veículos Renault Zero Emissão representam soluções em mobilidade urbana 100% limpas, inovadoras e tecnologicamente avançadas”, destacou Feuteun, que veio ao Brasil para conhecer o mercado e seus potenciais de uso de veículos elétricos.
O Renault Zoe entregue ao presidente da Anfavea é um hatch compacto que acaba de ganhar uma nova motorização (R240), com um rendimento 15% maior, chegando a 240 km de autonomia. Além disso, o tempo de recarga foi reduzido em 10% em média, graças ao novo sistema de carregamento.

Com quatro modelos, a Renault é o único grupo automobilístico mundial a oferecer uma gama completa de veículos 100% elétricos. Além do Zoe, a Renault também comercializa o utilitário Renault Kangoo Z.E., o sedã Fluence Z.E. e o Twizy, um modelo ultracompacto de dois lugares para uso urbano. Desde 2013, quando iniciou a venda de veículos elétricos no País (modelos Renault Zoe, Twizy, Fluence e Kangoo Z.E.), a marca já comercializou mais de 80 unidades para empresas e instituições públicas em projetos de mobilidade zero emissões.

Líder mundial em emissão zero
 
A Aliança Renault-Nissan lidera o segmento de veículos zero emissão no mundo e investe  4 bilhões de euros no desenvolvimento dessa tecnologia. Desde o início da comercialização do primeiro elétrico, em 2011, foram mais de 250 mil veículos vendidos pela Aliança no mundo, atingindo a liderança do segmento zero emissão.

Juntos, os veículos elétricos Renault e Nissan já rodaram aproximadamente 4 bilhões de quilômetros sem emissão de poluentes – o que seria suficiente para circundar o planeta 100.000 vezes. A utilização dos veículos elétricos Renault-Nissan permitiu economizar mais de 200 milhões de litros de combustível – o suficiente para encher quase 80 piscinas olímpicas, além de ter contribuído para o meio ambiente, deixando de emitir 450 milhões de kg de CO2 durante o uso.

Postagem: ANFAVEA demonstra em Brasília Renault Zoe 100% elétrico
Publicado no Verdesobrerodas



Origem: Renault

Sunday, August 30, 2015

Projeto veículo Elétrico de Itaipu


A Itaipu Binacional, em parceria com a Fiat e a Kraftwerke Oberhasli (KWO), controladora de hidrelétricas suíças, realiza um projeto ambicioso de desenvolvimento de um veículo elétrico que seja viável.

A frota é própria da Itaipu Binacional, que utiliza a sua estrutura energética para tornar o projeto autossustentável.
A assinatura dos parceiros foi feita em agosto de 2004 e o projeto está adiantado no que tange a know how de tecnologia e custos de fabricação.
Os turistas também podem fazer um passeio com os veículos elétricos pelas dependências da usina. Informações podem ser adquiridas pelo site: https://www.turismoitaipu.com.br/pt/atracoes/test-drive-veiculo-eletrico
Outras empresas também estão envolvidas no projeto, como distribuidoras de energia, entre elas a CPFL que tem um ambicioso projeto de desenvolvimento de veículos elétricos, a Renault, que colabora tanto com a Itaipu Binacional quanto com a CPFL, entre outras.

Assim escreve a Wikipedia sobre o projeto:

Itaipu e o Projeto VE

O Projeto VE consiste no desenvolvimento e pesquisa de veículos movidos a energia elétrica. Sediado em Itaipu, é composto por três grupos de trabalho para o desenvolvimento do Fiat Palio Weekend Elétrico (carro para uso urbano), Daily Elétrico (caminhão elétrico para pequenas cargas) e Granmini Elétrico (mini-ônibus elétrico) .

A iniciativa teve início com a assinatura de um acordo internacional de cooperação técnica firmado pela Itaipu e pela Kraftwerke Oberhasli (KWO), controladora de hidrelétricas suíças em 15 de maio de 2006. Desde então, reúne parcerias com a montadora Fiat, além de empresas de tecnologia, concessionárias de energia elétrica e instituições de pesquisa do Brasil, Paraguai e Suíça.

No campo acadêmico, o projeto possibilita o intercâmbio de informações e conhecimentos entre institutos de pesquisas e universidades brasileiras, paraguaias e europeias, que agem como catalisadores para o desenvolvimento desta nova tecnologia. Além disso, o projeto VE proporciona a capacitação de profissionais e geração de emprego e renda.

O site do Projeto VE é: https://www.itaipu.gov.br/ve/

Friday, August 28, 2015

O primeiro bicicletário elétrico de São Paulo


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O Eco Place, primeiro bicicletário com ponto de recarga para bicicletas elétricas na cidade, acaba de ser inaugurado no shopping Marketing Place, na zona sul. Ao todo são quatro pontos de recarga instalados no segundo subsolo do estacionamento com tomadas para 110v e 220v.
De acordo com a empresa isso é apenas o começo. Em breve outras estruturas como esta serão instaladas nos estacionamentos de outros shoppings da rede Iguatemi. Cada carga pode demorar de 2 a 8 horas, por isso o usuário pode colocar um cadeado e ficar despreocupado enquanto trabalha ou faz compras.
"Alunos da Formula Academia e alguns executivos que trabalham nas torres de escritórios que pertencem ao complexo Market Place já aderiram às bicicletas elétricas. Foi para prestar um serviço à eles e aos futuros usuários que instalamos esses carregadores", explica João Colette, gerente geral do Market Place.
Postado em Electrobike em 21/05/2015
Fonte: Catraca Livre

Thursday, August 27, 2015

Prefeitura de SP aprova desconto para carros elétricos e híbridos

Medida cortará em 50% o valor pago de IPVA dos veículos

O prefeito Fernando Haddad assinou na última sexta-feira (21) um decreto para que os veículos híbridos ou elétricos, na cidade de São Paulo, tenham 50% de desconto no Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores, o IPVA. Em vigor desde o sábado (22), a nova lei nº 15.997 busca incentivar a população a trocar os carros com motores a combustão por alternativas mais economicamente sustentáveis.

Como o imposto não é apenas municipal, mas também estadual, a prefeitura de São Paulo devolverá aos proprietários o valor que cabe a ela da arrecadação que é estipulada em 4% do valor total do veículo, ou seja, abrirá mão dos 50% do valor como uma medida de incentivo aos modelos com tecnologias híbridas ou elétricas.

Para receber o desconto, o contribuinte precisa, depois de adquirir o carro, fazer um requerimento em papel, pelo menos enquanto o sistema eletrônico não entra em operação, o que deve acontecer já no próximo ano. A medida valerá pelos primeiros cinco anos de vida do carro que deverá ser mantido em situação regular para ser usufruído.

Atualmente, no Brasil, quatro modelos híbridos são disponibilizados: o Prius, da Toyota, por R$ 114.350, o Fusion, da Ford, por R$ 142 mil, e os modelos i3 (R$ 221.950) e i5 (R$ 799.950) da BMW. Caso o proprietário peça o desconto, poderá economizar R$ 2.287, R$ 2.840, R$ 8.878 e R$ 15.999 respectivamente inicialmente.
Fonte: Quatro Rodas em 24/08/2015

Wednesday, August 26, 2015

CPFL Energia e Rede Graal criam o primeiro corredor intermunicipal para veículos elétricos do Brasil

Um dos eletropostos será instalado na Rodovia Anhanguera, na altura de Jundiaí (SP), facilitando as viagens entre as cidades de Campinas (SP) e São Paulo

Campinas, 10 de junho de 2015 – A CPFL Energia, maior grupo privado do setor elétrico brasileiro, e a Rede Graal, maior empresa de postos de serviços em rodovias do País, fecharam uma parceria para implantarem o primeiro corredor intermunicipal para veículos elétricos do País, interligando as cidades de Campinas e São Paulo. A CPFL irá instalar eletropostos em postos de serviços da Rede Graal na altura da cidade de Jundiaí (SP).
"A criação do corredor elétrico irá proporcionar maior segurança aos usuários dos veículos elétricos em suas viagens entre Campinas e São Paulo", afirma o diretor de Estratégia e Inovação da CPFL Energia, Rafael Lazzaretti. O primeiro eletroposto da parceria será instalado entre o final de julho e o início de agosto no Posto Graal 67, na Rodovia Anhanguera (sentido Campinas). Em seguida, estuda-se expandir para outros postos de serviços da Rede Graal, como o Posto 56, localizado na Rodovia dos Bandeirantes (sentido São Paulo). O acordo entre as duas empresas contou com o apoio institucional da Associação Brasileira de Veículos Elétricos (ABVE), entidade em que o executivo também é vice-presidente.
Os eletropostos permitirão o carregamento rápido dos veículos, reabastecendo 80% da bateria em meia hora. Neste primeiro momento, os equipamentos serão compatíveis com os carros elétricos fabricados com plug tipo 2 (Menekes), o que inclui as montadoras Renault, BYD e BMW. Até o final do ano, a companhia avalia ampliar o uso dos eletropostos para os veículos com o plug tipo 1, caso, por exemplo, dos automóveis produzidos pela Nissan e pela Mitsubishi.
A CPFL Energia ficará responsável pela instalação de toda infraestrutura do eletroposto rápido, que inclui um transformador de baixa tensão, o carregador e o cabeamento necessário para o funcionamento dos equipamentos. A infraestrutura de recarga tem um custo total estimado em R$ 50 mil. Já a Rede Graal assumirá as despesas com o consumo de energia. Com isso, os usuários poderão reabastecer os seus veículos elétricos gratuitamente nos postos 24 horas por dia, todos os dias.
Além de proporcionar mais segurança, conforto e comodidade aos usuários, a CPFL Energia irá avançar nos estudos em que avalia o impacto do uso dos veículos elétricos na rede elétrica em rodovias e o potencial de evolução da infraestrutura de recarga no Brasil. "O projeto também irá permitir que a companhia avance em um modelo de negócio para a mobilidade elétrica, considerando que os eletropostos também serão utilizados por clientes de fora da área de concessão da companhia", explica Lazzaretti. Para reabastecer os seus carros nos postos do Graal, os usuários efetuarão um cadastramento para facilitar o monitoramento e a coleta de dados.
"Para a Rede Graal, é uma grande satisfação firmarmos essa parceria com a CPFL Energia na instalação do primeiro eletroposto em um posto de serviços em rodovias no Estado de São Paulo. Além de reforçar nosso compromisso com a inovação e de oferecermos sempre os melhores serviços para os nossos clientes, vislumbramos na mobilidade elétrica um potencial negócio para o futuro", diz o Sócio-Presidente da Rede Graal, Antônio Alves.

P&D em mobilidade elétrica
A criação do corredor elétrico faz parte do Programa de Mobilidade Elétrica da CPFL Energia, um projeto de Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) que estuda os impactos da utilização dos veículos elétricos financiado com recursos do programa de P&D da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). A pesquisa, iniciada em 2013, receberá R$ 21,2 milhões em investimentos até 2018, ano de sua conclusão.
Atualmente, o projeto encontra-se na sua segunda fase. A expectativa nesta etapa é de ampliar a frota própria de veículos elétricos de seis para até 27 carros e aumentar o número de eletropostos em operação de quatro para até 30, dentre os quais incluem os da Rede Graal. Os pontos de recarregamento também serão colocados em outros locais públicos, como shoppings centers, postos de serviços e locadoras de carros.
Entre os temas que estão sendo estudados estão o impacto na rede elétrica e no planejamento da expansão do sistema, uso dos veículos elétricos como fonte de geração distribuída, os aprimoramentos regulatórios e legais, o ciclo de vida e reaproveitamento das baterias, estudo de tarifas e cobrança, a proposição de um modelo de negócios para a mobilidade elétrica no Brasil, além de outras questões relacionadas.
Na primeira fase da pesquisa, foi possível concluir que os veículos elétricos são uma excelente opção para as pessoas que buscam economia. Os dados levantados pelo projeto mostram que o valor do quilômetro rodado de um automóvel a combustão é de aproximadamente R$ 0,19, ao passo que esse custo no veículo elétrico é de R$ 0,05, ou seja, um quarto dos gastos com carro convencional.
Outra conclusão da primeira fase é de que a expansão dos veículos elétrica teria impacto pequeno na demanda por energia. As projeções iniciais da CPFL Energia apontam que o uso desta tecnologia ampliaria o consumo de energia entre 0,6% e 1,7% no Sistema Interligado Nacional (SIN) em 2030, quando as previsões indicam que a frota de carros elétricos pode alcançar entre 5 milhões e 13,3 milhões de unidades.
O projeto conta, atualmente, com a parceria institucional do CPqD, da Unicamp, da Daimon, da portuguesa CEiiA, da Renault, da Natura e da 3M.

Sobre a CPFL Energia
A CPFL Energia, há 102 anos no setor elétrico, atua nos segmentos de distribuição, geração, comercialização, serviços e telecomunicações. É líder no mercado de distribuição, com 13% de participação, totalizando mais de 7,5 milhões de clientes nos Estados de São Paulo, Rio Grande do Sul, Minas Gerais e Paraná.
Na comercialização, é um dos líderes no mercado livre, com uma participação de mercado de 14% na venda para consumidores finais entre as comercializadoras. É líder na comercialização de energia incentivada para clientes livres.
Na geração, é o segundo maior agente privado do país, com um portfólio baseado em fontes limpas e renováveis. A CPFL Geração conta com 2.248 MW de potência instalada, considerando sua participação equivalente em cada um dos ativos de geração. Em 2011 criou a CPFL Renováveis, com ativos como PCHs, parques eólicos, termelétricas a biomassa e a usina solar Tanquinho, pioneira no Estado de São Paulo, e uma das maiores do Brasil. Adicionando a participação equivalente na CPFL Renováveis, a capacidade instalada total do Grupo CPFL atingiu 3.127 MW no final do primeiro trimestre de 2015. O grupo também ocupa posição de destaque em arte e cultura, entre os 15 maiores investidores brasileiros.
A CPFL Energia tem ações listadas no Novo Mercado da BM&FBovespa e ADR Nível III na NYSE, além participar do Índice Dow Jones Sustainability Index Emerging Markets e do Morgan Stanley Capital International Global Sustainability Index (MSCI). Pelo 10º. ano consecutivo, as ações da companhia integram a carteira do Índice de Sustentabilidade Empresarial (ISE) da BM&FBovespa.

Sobre a Rede Graal
Completando 40 anos, a Rede Graal consolidou-se como pioneira no atendimento aos quatro principais públicos das estradas : caminhoneiros, passageiros de ônibus, de automóveis e motociclistas. Entendendo as necessidades das pessoas que viajam, a Rede Graal, através de suas 44 unidades presentes nas principais estradas brasileiras, tornou-se a mais completa rede de postos de serviço. ​
Os investimentos e o espírito inovador não pararam no caminho. Foram criados novos postos temáticos que proporcionam aos seus clientes, momentos de deleite pela história do Brasil, como o posto de Perdões, que nos conta um pouco da história mineira e o Estação Kafé com seu museu, que retrata a história do café no noroeste do estado de São Paulo. Buscou também em outras partes do mundo novos temas para suas casas, como o Graal 56, com seu charmoso estilo art décor que nos faz sentir em Miami e o Graal Holandês, que trouxe o que há de melhor em produtos e comidas típicas, além de um aconchegante ambiente totalmente holandês.
Para melhor atender seus clientes, a rede Graal eliminou o balcão e criou sub marcas e lay outs que facilitam o atendimento aos  consumidores.
Hoje a rede conta com serviços automotivos, loja de conveniência, praça de alimentação, restaurante, padaria, mercado, amplo estacionamento e agora com recarregadores para veículos elétricos. Possui produtos de primeira qualidade, serviços diferenciados, locais agradáveis para um momento de descanso e lazer e um atendimento ágil e personalizado.
Fonte: CPFL