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Thursday, February 4, 2016

E-Prix de Punta del Leste


Antes tarde do que mais tarde, vamos falar da terceira etapa da Fórmula-E que aconteceu na cidade de Punta del Leste no Uruguai.
Primeiro eu peço desculpas pelo atraso deste post.
O E-Prix de Pulta del leste aconteceu no dia 19 de dezembro de 2015 e foi a terceira corrida da temporada 2015-16. 
O Grid de largada foi dominado pela equipe Dragon Racing, cujos pilotos largaram nas duas primeiras posições. Foram eles respectivamente o belga Jerôme D'ambrosio e o francês Loïc Duval.
O brasileiro Lucas di Grassi largou na quarta posição.

Após 33 voltas de prova quem se deu bem foi o suiço Sébastien Buemi, que além de vencer a corrida ainda fez a melhor volta, anotando 1:17.413.
Lucas di Grassi foi o segundo colocado e em seguida a dupla da Dragon Racing na mesma ordem da largada.
Nicolas Prost, filho do mito Alan Prost ficou em quinto lugar. Os demais brasileiros não foram bem. O atual campeão Nelsinho Piquet, filho de outro mito do automobilismo, ficou em décimo quinto lugar. E Bruno Senna, que também dispensa apresentações do tio Ayrton, não completou a prova.

O resultado da prova reflete o campeonato, tendo Buemi na liderança com 62 pontos, Di Grassi em segundo com 61 e D'Ambrósio em terceiro com 28 pontos.
Nicolas Prost está em décimo com 11, Bruno Senna logo em seguida com 10 e o atual campeão Nelsinho Piquet está em décimo sexto com apenas 4.

A próxima corrida será nas ruas de Buenos Aires em pleno carnaval, no próximo sábado, dia 6 de fevereiro.

Friday, January 29, 2016

Funcionamento do KERS da Fórmula 1


Todos que assistem às competições da Fórmula 1 estão habituados a ouvir a palavra KERS.
Mas o que isso significa?
A Palavra KERS é formada pelas iniciais da expressão em inglês de Kinetic Energy Recovery System, ou Sistema de Recuperação de Energia Cinética.
Como os amantes da Fórmula 1 sabem, ele armazena energia nas frenagens e libera essa energia gerando mais potência para o motor.
Esse sistema também é utilizado em veículos de rua híbridos e elétricos. Além da energia das frenagens, o sistema també armazena energia gerada pelo freio-motor, utilizada em descidas.
Essa energia é armazenada em forma de energia elétrica, que quando for utilizada para gerar potência ou torque, acionará um motor elétrico que ajudará o motor principal a tracionar as rodas.
Em veículos híbridos e elétricos de rua essa energia é armazenada na própria bateria principal que movimenta o veículo, ou seja, ele se auto-recarrega nas frenagens e descidas.
Uma coisa que pode ser novidade para muitos é que os carros de fórmula 1 também são híbridos, graças ao sistema KERS.

Thursday, January 28, 2016

Pesquisa sobre veículos elétricos

Amigos,

Um colega está fazendo mestrado em transportes e para tal bolou um questionário sobre preferência de compra de carros, incluindo o veículo elétrico no cenário.

Eu preenchi e demorei uns 5 minutos.
Mesmo que não esteja na sua intenção comprar um veículo elétrico ou que não entenda muito sobre o assunto, a opinião é importante para que saibamos como essa tecnologia está cotada.

Segue abaixo o site para a pesquisa.

Obrigado.

https://www.onlinepesquisa. com/s/IVE

Daniel Pimenta Arroyo

Sunday, January 24, 2016

Hyundai IONIQ: rival do Toyota Prius é revelado em primeiras imagens oficiais

Hyundai IONIQ
Depois de muitos teasers, a Hyundai finalmente mostrou as primeiras fotos oficiais do novo IONIQ. Rival coreano do Toyota Prius, o novo híbrido foi revelado no centro de pesquisa e desenvolvimento da marca na Coreia do Sul.
O IONIQ é construído sobre um chassis criado especificamente para receber três motorizações eficientes e de emissões ultra-baixas. Emprega aço de alta resistência combinado com alumínio, poupando peso e melhorando o nível de segurança em caso de acidente
Hyundai IONIQ
Considerando que esta é praticamente a primeira tentativa da marca sul-coreana em termos de carro amigo do meio ambiente, parece um bom começo, embora o consolidado Prius seja um adversário bem difícil.
Em movimento, o Ioniq promete dirigibilidade superior ao rival da Toyota. As baterias foram bem posicionadas, de modo a atingir um centro de gravidade mais baixo. As boas respostas em curvas foram aprimoradas ainda pela suspensão traseira multi-link.
Hyundai IONIQ
A gama do IONIQ contará com as opções de conjunto elétrico, híbrido plug-in e motorizações híbridas, uma primazia para um único modelo. A base é o motor 1.6 Kappa GDi de 105 cv adaptado exclusivamente para os modelos híbridos da marca. Ele está associado ao motor elétrico que produz o equivalente a 47 cv. A bateria é de lítio polímero e a força é entregue pela transmissão de dupla embreagem (DCT).
O novo Hyundai Ioniq será apresentado ao público no Salão de Genebra, em março de 2016.
Fonte: Car Place em 07/01/2016

Audi mostra A4 Allroad e conceito a hidrogênio nos EUA


A Audi apresentou em seu estande no Salão de Detroit, que ocorre nesta segunda-feira (11) nos Estados Unidos, a versão aventureira da perua A4 Avant. Além dela, a companhia aproveitou a oportunidade para mostrar o novo conceito H-Tron, SUV movido a hidrogênio, cuja autonomia pode chegar a 600 km.
O novo A4 Allroad Quattro segue a mesma receita já aplicada pela Audi em outras edições do modelo, nas gerações anteriores da perua. O veículo conta com proteção de plástico cinza dos paralamas, rack de teto e está 34 mm mais alto em relação ao solo. O restante do visual segue as pequenas alterações inauguradas na última geração do A4, porém com a diferenciação da grande com frisos verticais cromados e parachoque exclusivo. 
Audi A4 Allroad volta aos Estados Unidos com mesma fórmula off-road

Sob o capô da perua off-road está um motor 2.0 turbo TFSI de 252 cv de potência e 37,7 kgfm de torque. Na Europa, haverá mais opções de motores, variando entre gasolina e diesel, de 150 a 272 cv de potência, com possibilidade de equipá-los com câmbio manual de seis marchas, de dupla embreagem de sete velocidades ou tiptronic automático de oito marchas. Todas as versões têm tração nas quatro rodas.
Uma novidade na linha do A4 Allroad Quattro é o modo Off-Road de condução do Audi Driver Select, em adição às opções Comfort, Dynamic, Efficiency e Auto. 
Nos EUA, A4 Allroad será vendido com motor 2.0 turbo

TECNOLOGIA HÍBRIDA
Quanto ao conceito H-Tron, o estudo foi baseado em outro projeto da Audi, o E-Tron Quattro Concept, apresentado no último Salão de Frankfurt, na Alemanha, em 2015. Visualmente os dois conceitos são bem parecidos (só há mudanças no parachoque frontal e capô). Ele foi pensado para a segunda geração da plataforma modular MLB de produção do Grupo Volkswagen, já utilizada para o Audi Q7 e Bentley Bentayga. Com isso, suas dimensões seriam 4,88 m de comprimento, 1,93 m de largura e 1,54 m de altura.
Diferentemente do elétrico E-Tron, no entanto, o H-Tron será movido a hidrogênio. O conceito será impulsionado por dois motores elétricos: um instalado no eixo da frente, capaz de produzir 122 cv de potência; e outro montado no eixo traseiro, gerando 190 cv. O torque total do sistema é de 56,1 kgfm. Segundo a Audi, o H-Tron acelerá de 0 a 100 km/h em menos de sete segundos.
Conceito H-Tron é movido a hidrogênio

A bateria que alimenta os motores elétricos pesa menos de 60 kg e pode enviar até 100 kW de força aos propulsores. Ela fica instalada sob o banco traseiro central do carro. Para recarregá-la, o H-Tron pode "encher o tanque" de hidrogênio (que gera eletricidade à bateria) em aproximadamente 4 minutos. Totalmente recarregado, o SUV poderá roda até 600 km. 
Entre os destaques do carro está a suspensão, que pode ser rebaixada em dois estágios, até 30 mm, para melhorar o desempenho do carro e economizar energia. O interior é repleto de telas feitas por OLED (diodo orgânico), uma tecnologia mais avançada que os LEDs tradicionais. 
O H-Tron Quattro também terá uma série de de assistentes autônomos de condução por meio das câmeras, radares e sensores que circundam o modelo.
Fonte: Carro Online em 12/01/2016

Monday, January 18, 2016

MERCEDES TERÁ QUATRO CARROS ELÉTRICOS NOS PRÓXIMOS ANOS

Primeiro modelo, um sedã, está previsto para ser lançado em 2018


Mercedes prepara uma investida contra a Tesla. De acordo com a revista inglesaCar, a marca alemã terá quatro novos modelos totalmente elétricos em um futuro próximo. Parte de um investimento de 2 bilhões de euros, o projeto terá seu pioneiro em 2018 – um ano antes do previsto inicialmente.
O primeiro a sair do papel será um sedã posicionado entre o Classe C e o Classe E. Logo depois será a vez de um SUV elétrico preencher o espaço entre o GLC e oGLE. Além dos dois, fazem parte dos planos um sedã e um SUV com proporções maiores.
Todos usarão a plataforma EVA, sigla em inglês para Arquitetura de Veículo Elétrico. A inspiração para o design deve vir do IAA (foto acima), protótipo futurista híbrido apresentado no Salão de Frankfurt, em setembro do ano passado.
A antecipação no cronograma tem uma explicação: a pressa da Mercedes para competir com os futurosPorsche Mission-E e Audi Q6 e-tron, além doTesla Model S e Model X.
Fonte: Car and Driver Brasil em 07/01/2015

Monday, December 28, 2015

Carrinhos de golf elétricos - EZ Go



Mais uma vez voltamos com a nossa série sobre carrinhos de golf elétricos.
Dessa vez falamos de uma empresa dos Estados Unidos. A EZ-Go, um jeito fácil de ir, em tradução livre, fica em Augusta, no Estado da Geórgia.
Além dos veículos semelhantes aos das empresas brasileiras mostradas aqui, também possui veículos de carga e para alimentação conforme fotos abaixo.


Além de veículos Off-Road, e da "jardineira" que já falamos hoje no post sobre a Zoomcar.

O site da EZ-Go é http://www.ezgo.com/

Carrinhos de golf elétricos - Zoomcar

Thumb

Voltamos à nossa série de carrinhos de golf elétricos.
Por se tratar de veículos utilizados internamente em condomínios e empresas, a opção pela tração elétrica é bem mais interessante que a utilização do veículo à combustão.

Esses carrinhos não precisam ser necessariamente utilizados para campos de golf. O transporte de pessoas pode ser também para condominios residenciais e empresariais de maior tamanho.
Além do carrinho de golf tradicional, a Zoomcar oferece também uma "jardineira" elétrica como mostra a foto abaixo:

Thumb

A empresa se auto descreve na sua página conforme abaixo:


Prezados Senhoras e Senhores!
Durante toda minha infância e maturidade trabalhei na familiar empresa, chamada Rádio Continental. Ambiente repleto de novidades tecnológicas. Lá vivenciei muitas experiências que mais tarde me remeteram aos carros elétricos!
Em 2003 fui aos USA para formar parceria com o maior produtor de carros elétricos de pequeno porte do mundo. Trouxe na bagagem a representação e o direito de comercialização destes veiculos.
Incrementamos o formato do trabalho, fabricando peças e locando veículos. Logo iniciamos a linha de montagem própria dos carros marca ZOOMCAR. Componentes de alta qualidade, vindos dos USA, Canadá, China e peças brasileiras também compõe os veiculos! Tecnologia utilizada é a mais moderna disponível no mercado. O departamento de engenharia esta capacitado para atender as necessidades especiais de cada cliente.
Apresentamos excelente relação custo/benefício nos modelos, Comercial, Industrial, Segurança, Off Road, Condomínios, Hotéis & Resorts, Governo entre outras.
Os veículos chegam a seus destinos com entrega técnica especializada, onde todos os detalhes de funcionamento são muito bem informados aos novos usuários. Garantindo assim o uso do veículo em sua plenitude!
Em 2013 completamos 10 anos de trabalho dedicado às pessoas que nos ajudaram a construir esta história. Prometemos muito mais!  

Alexandre Waltrick dos Santos
Diretor

O site da empresa é: www.zoomcar.com.br

Friday, December 4, 2015

Carros autômatos reduzirão até 90% dos acidentes de trânsito

Carros autômatos podem causar um impacto na saúde pública tão relevante quanto as vacinas e campanhas anti-tabaco, segundo um levantamento. Com base em um relatório de dados consistentes (veja aqui, em inglês), o jornal The Atlantic apontou uma redução de 90% nos acidentes de trânsito.

Em 2014, somente nas rodovias federais do Brasil, foram mais de 170 mil acidentes. Somado às fatalidades em municípios, estados e áreas urbanas, o custo chega a R$40 bilhões em gastos entre recursos policiais e tratamento das vítimas, segundo dados do Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada) e da Polícia Rodoviária Federal.

A falha humana é o principal motivo dos acidentes. A imprudência – causada pela mistura de drogas e direção, velocidade ou desatenção – é a principal causa das fatalidades. Segundo o Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde (Datasus), do Ministério da Saúde, acidentes de trânsito matam aproximadamente 43 mil pessoas por ano. E o número de mortes nas estradas brasileiras aumentou 34,5% nos últimos 10 anos enquanto o de feridos subiu 50%. Desta forma, veículos guiados por satélites e com sensores de proximidade, além de outros sistemas automatizados de segurança, vão salvar vidas. Mas, ainda segundo o relatório, os benefícios não param por aí. 

O tempo perdido no trânsito será utilizado para o trabalho, relaxamento ou entretenimento. Isso pode gerar um ganho global em mídias digitais equivalente a incríveis cinco bilhões de euros por cada hora que as pessoas passarão dentro de um carro, aponta o estudo da consultoria norte-americana McKinsey & Co. O tempo do tráfego será reduzido, visto que os carros transitarão de forma totalmente computadorizada. Mais espaço livre, pois as vagas estacionamentos públicos estarão otimizadas; apólices de seguro mais baratas; inclusão de deficientes físicos e visuais; etc.

A indústria automobilística já se transforma. Audi, BMW e Mercedes-Benz possuem carros com sistema de navegação automática disponível em determinadas regiões. Além delas, empresas de alta tecnologia da nova economia, como Google e Uber, já se movimentam para entrar no mercado.

Os veículos autômatos são uma realidade e, em apenas três anos, será possível vê-los trafegando lado a lado com o seu carro. Pelo menos é o que garante o bilionário Elon Musk, CEO de uma fabricante de carros elétricos, a Tesla Motors. "Em outubro lançamos um carro que terá piloto automático em todas as estradas e, em três anos, queremos lançar um totalmente autômato", indicou, em uma entrevista na Dinamarca, o empresário também conhecido por ser executivo da SpaceX – empresa privada de exploração espacial.

VerdeSobreRodas, o seu ponto de encontro com a mobilidade sustentável

Postagem: Carros autômatos reduzirão até 90% dos acidentes de trânsito

Publicado no Verdesobrerodas

Origem: Jornal de Brasília

Friday, November 6, 2015

Frotas empresariais de veículos elétricos


Para a maioria das pessoas, falar em veículo elétrico é uma utopia, uma coisa que só dará certo no futuro.
Mas temos mostrado aqui nesse espaço exemplos de sucesso que mostram a viabilidade deste segmento.
A maior preocupação hoje é a autonomia e a dificuldade de recarga. Porém a autonomia dos veículos elétricos que temos nas ruas passam tranquilamente dos 100km, o que para uso urbano é uma distância excelente.
Hoje então vamos falar de uma situação plenamente viável para a adoção de veículos elétricos: As frotas empresariais.
Toda empresa possui pelo menos um veículo. Isso considerando um veículo de passeio. Muitas possuem um furgãozinho. Se for uma fábrica então, possui pelo menos uma empilhadeira. Empresas com uma extensão grande de terreno possuem veículos para transporte interno. Pronto. Em um pequeno parágrafo já colocamos uma série de veículos que muitas empresas estão enquadradas. E todos veem a quantidade de combustível que todos esses veículos consomem.
Pode até ser que algum desses veículos rodem mais de 100km. Mas não creio que seja a regra.
Para os veículos de passeio, já temos em projetos piloto os veículos Zoe da Renault e o Leaf da Nissan. Esses veículos podem tranquilamente substituir com mais conforto e economia os veículos de uso diário, hoje muito comuns o Gol e o Uno. Algumas empresas possuem frotas de veículos populares para uso dos seus funcionários. Mesmo veículos superiores podem ser substituídos pelo Leaf e pelo Zoe. Para níveis maiores de sofisticação, a Renault também tem o Fluence. Lembrando que teremos um post em breve explicando melhor a gama de veículos elétricos da Renault.
Muitas empresas também possuem um furgãozinho para transportes de cargas. Tipo uma Fiorino. Para esses casos, a Renault dispõe do Kangoo Zero Emission, que também é completamente elétrico.
A chinesa BYD, dispõe de uma empilhadeira elétrica, que substiui as tradicionais empilhadeiras a GNV. E para transporte interno de pessoal na fábrica já citamos os famosos carrinhos de golf, que não servem só para golf, assim como pequenos veículos para transporte de carga.
Para essa maravilha de mudança nos ativos móveis das empresas, é claro que devemos pensar nas formas de recarga.
Claro que não teremos como ficar reabastecendo na rua. Então temos que pensar no investimento que é a instalação de carregadores. Dependendo da quantidade de veículos que a empresa passa a usar e se eles se carregam ao mesmo tempo (durante a noite, por exemplo), define-se a quantidade de carregadores que serão instalados.
O valor de combustível que costumava ser utilizado nos veículos é substituído pelo valor de energia elétrica, que é muito menor. A economia vale o investimento nos veículos e na instalação dos carregadores.
Um próximo passo pode ser dado instalando os carregadores atrelados a células solares, o que fará com que o valor de recarga passe a ser apenas o retorno do investimento.
Nesse post falamos apenas da economia que teremos ao substituirmos a frota atual por uma sustentável, além disso ainda teremos os ganhos com a preservação do meio ambiente, que está tão em voga.
Esse é um assunto muito vasto para um post, então colocamos rapidamente um resumo de como tornar sustentável e mais econômica a frota de veículos da sua empresa. Permaneço à disposição para ajudar no que mais for necessário.


Daniel Pimenta Arroyo 

Thursday, November 5, 2015

Compartilhamento de veículos elétricos


Todos nós conhecemos o compartilhamento de bicicletas, que pelo menos em São Paulo e no Rio de Janeiro, são patrocinados pelo Itaú e pelo Bradesco.
Você faz um cadastro e pode pegar uma bicicleta gratuitamente em um ponto pré determinado e devolver em um outro ponto. 
É uma bela iniciativa e muito prática.
Mas o que pouca gente conhece é o compartilhamento de veículos elétricos.
Parece estranho falar em compartilhar carros como vemos o compartilhamento de bicicletas, mas a ideia é bem simples e funciona da mesma maneira.
Você faz o seu cadastro no sistema, pelo aplicativo de celular destrava um veículo conectado a um carregador, e devolve em um outro ponto pré determinado pelo programa que também tem um carregador.
No Brasil esse sistema já está em funcionamento. O primeiro sistema desse tipo foi no Recife, como já noticiamos aqui: http://colunaautossustentabilidade.blogspot.com.br/2015/09/recife-disponibilizara-carros-eletricos.html.

No Rio de Janeiro também está em fase de planejamento um projeto de implantação de um sistema de compartilhamento de veículos elétricos.

Aproveitando essa onda eu deixo aqui a minha sugestão: Quem sabe não possamos aproveitar essa estrutura de carregamento para disponibilizar o carregamento de veículos particulares utilizando o mesmo aplicativo de celular.

Fica a dica

Wednesday, October 28, 2015

Veículos Sustentáveis Mercedes-Benz

A Mercedes Benz ainda não possui nenhum veículo elétrico ou híbrido de passeio à venda no Brasil.
Mas aqui vamos citar alguns veículos que merecem a nossa atenção.


The integration of the electric motor is made without compromising space, safety and comfort.

Na Europa, a Mercedes-Benz possui um veículo elétrico monovolume chamado B-Class.
Com zero emissão de poluentes, o veículo é bonito e prático, consumindo uma energia de aproximadamente 17 kWh/100 km.

An E 300 Blue TEC Hybrid drives from Tangier to Goodwood without refueling.

O E-Class é um sedan híbrido Plug-In. Possui um motor diesel de 201 cv combinado com um motor elétrico de 20 cv, podendo também ser carregado na tomada. O E-Class alcança uma velocidade de 242 km/h.
The S 500 PLUG-IN HYBRID of Mercedes-Benz sets new standards in the luxury section.

Outro híbrido plug-in é o S 500 Plug-In Hybrid que é um sedan de alto luxo que chega a percorrer 33 km sem emitir nenhum grama de CO2.




No 11º Salão Latino-Americano do veículo elétrico a empresa Eletra, fabricante de tração elétrica e híbrida com 30 anos de tradição apresentou o seu Dual Bus, Trólebus que possui tanto a opção de veículo elétrico como uma tração híbrida. O Dual Bus foi desenvolvido em parceria com a Mercedes-Benz, juntando a expertise de cada uma das duas empresas.

Seria bom se pudéssemos contar com esses veículos de passeio no Brasil. A BWM já touxe os dela. Quem sabe a Mercedes também não os traga.

Daniel Pimenta Arroyo

Wednesday, October 21, 2015

Formula-E

Uma competição acirrada e emocionante entre veículos de corrida monopostos, pilotos brasileiros protagonizando o espetáculo. Corridas por todo o mundo. Senna, Prost e Piquet rivalizam de forma excepcional.
Pela descrição você já ouviu o ronco dos motores?
Então não ouça mais. Apesar de parecer estarmos falando da Fórmula 1 de alguns anos atrás, na verdade essa é a perfeita descrição da Fórmula-E, exceto, é claro, pela parte que fala do ronco dos motores.
A Fórmula-E, como o próprio nome já diz, é a competição que reúne talentosos pilotos do mundo inteiro em corridas de rua por todo o mundo em monopostos elétricos.
Apesar do silêncio dos veículos, a competitividade e a emoção estão em uma rotação altíssima.
As vitórias foram mudando de mãos e as posições no campeonato foram se alterando durante a temporada.
Aliás, a primeira temporada que finalizou no primeiro semestre de 2015, teve uma acirrada disputa entre jovens e talentosos pilotos.
Os sobrenomes citados acima são bem conhecidos, mas pertencem aos pilotos Bruno Senna, Nicolas Prost e Nelsinho Piquet.
A temporada 2014-15 teve 11 etapas, todas em circuitos de rua, e teve a disputa de um total de 35 pilotos.
É a volta da boa e velha Fórmula 1, só que dessa vez de forma sustentável. Não poderia haver notícia melhor para os fãs do automobilismo.

Essa semana já começa a temporada 2015-16 em Pequim, na China.
Veja abaixo o calendário:

24/10/2015 - Pequim - China
07/11/2015 - Putrajaya - Malásia
19/12/2015 - Punta Del Leste - Uruguai
06/02/2016 - Buenos Aires - Argentina
12/03/2016 - A Definir
02/04/2016 - Long Beach - Estados Unidos
23/04/2016 - Paris - França
21/05/2016 - Berlim - Alemanha
04/06/2016 - Moscou - Russia
02/07/2016 - Londres - Inglaterra

Ah, e quem foi o vencedor do duelo que eu citei acima?
Veja abaixo os 10 primeiros colocados:


Posição Número Piloto País Equipe
1 1 Nelson Piquet Brasil NEXTEV TCR
2 9 Sebastien Buemi Suiça e.dams-Renault
3 11 Lucas di Grassi Brasil Audi Sport ABT
4 7 Jerome D'Ambrosio Bélgica Dragon Racing
5 2 Sam Bird Grã Bretanha Virgin Racing
6 8 Nicolas Prost França e.dams-Renault
7 25 Jean-Eric Vergne França Andretti
8 55 Antonio Felix da Costa Portugal Amlin Aguri
9 6 Loic Duval França Dragon Racing
10 21 Bruno Senna Brasil Mahindra Racing






Para saber mais, o site da competição é http://www.fiaformulae.com/

Monday, October 19, 2015

Gurgel Itaipu: O primeiro elétrico brasileiro

Hoje em dia, nós batalhamos com muita dificuldade para a introdução do veículo elétrico no Brasil.
Várias são as dificuldades, como falta de incentivo governamental, falta de infra-estrutura de abastecimento, conscientização dos usuários, oferta de veículos no mercado, mas uma pioneira empresa brasileira, a Gurgel, fez em 1975 o primeiro veículo elétrico do país, o Gurgel Itaipu.
Segue abaixo uma matéria da revista Quatro Rodas de 2007 falando sobre o modelo.
E fica o questionamento para nós hoje. Se a Gurgel fez em 1975, por que não fazermos 40 anos depois?

Daniel Pimenta Arroyo

CLÁSSICOS | GRANDES BRASILEIROS
Gurgel Itaipu
ABRIL 2007

GURGEL ITAIPU

COM APENAS CINCO ANOS DE MERCADO, A GURGEL APRESENTOU O PRIMEIRO CARRO ELÉTRICO DA AMÉRICA LATINA

POR FABIANO PEREIRA | FOTOS: MARCO DE BARI
LISTA DE MATÉRIAS POR DATA:

ALTERAR O TAMANHO DA LETRA   

Carros elétricos já existem desde o século 19. Eles nasceram quase que junto com o automóvel de motor a combustão, em 1886, e duraram com relativo sucesso até 1915, quando o estrondoso sucesso do Ford T ajudou a definir a receita que prevaleceria na indústria. Enquanto nos países desenvolvidos a opção elétrica para carros só era empregada em estudos futuristas, em 1974 o engenheiro paulista João Conrado do Amaral Gurgel concluiu seu pioneiro projeto de carro elétrico, o primeiro da América Latina.

Com a crise do petróleo no ano anterior, houve desabastecimento e os preços dispararam. Haveria melhor momento para a apresentação do Itaipu? O nome é uma homenagem à usina hidrelétrica na fronteira do Brasil com o Paraguai. O lançamento se deu no Salão do Automóvel de 1974. Gurgel programou despejar uma frota de 20 unidades pelas ruas de Rio Claro (SP), sede da fábrica, a partir de junho de 1975. Seria um teste tanto do carro quanto do sistema integrado de estacionamento e reabastecimento. Cada carro teria um local próprio para estacionar, onde o motorista encontraria um pequeno poste com a tomada para recarga. A fabricação deveria começar em dezembro de 1975 a um preço equivalente ao de um Fusca 1300 (22 577 cruzeiros, 28 809 reais em valores atualizados) em dezembro de 1974.
O Itaipu tinha a forma de um trapézio sobre rodas, com carroceria de fibra de vidro. Com 2,65 metros de comprimento por 1,40 de largura, poderia ser considerado um micromonovolume, se a definição existisse na época. Dentro há lugar para duas pessoas, mas o acesso é dificultado pela falta de regulagem dos bancos. Atrás dos assentos, há cerca de 1 metro de espaço, que pode levar a bagagem. O painel simples conta com velocímetro ao centro, ladeado por amperímetro e voltímetro, que indica a carga disponível na bateria.
Existem diferenças entre o carro dirigido por QUATRO RODAS em janeiro de 1975 e o exemplar aqui mostrado. No primeiro, o volante era esportivo de três raios, o que combinava com as rodas de magnésio "castelinho". Este usa o do BR800. Três baterias ficavam na frente, duas atrás dos bancos e mais cinco na traseira. Nesta versão são dez atrás dos bancos, duas sob o assoalho e, para alimentar a parte eletroeletrônica, uma na frente. À direita do volante ficava a alavanca que definia qual direção seguir, para a frente ou para trás - ou ainda o ponto-morto.
O motor entre os eixos gera 3,2 kW, equivalente a 4,2 cv. Ele usa o sistema composto, que une dois tipos de motor de corrente contínua, os de enrolamento de campo em série e em paralelo. "Essa combinação confere alto torque de partida, característica dos motores elétricos de campo em série, e controle de velocidade uniforme, característica dos motores elétricos de campo em paralelo", diz um engenheiro elétrico paulista integrante do grupo BR800, que reúne aficionados por Gurgel. Como é de se esperar de um carro elétrico, o rodar impressiona pelo silêncio. O Itaipu chega a cerca de 50 km/h. O tamanho facilita manobras e as frenagens seguram o carro sem surpresas. "Ele tem autonomia de 60 a 80 quilômetros", afirma o dono do exemplar destas fotos, um industrial do interior paulista que, como o engenheiro, preferiu não ser identificado.
Mesmo com o custo por quilômetro rodado da eletricidade sendo menos da metade do da gasolina, era mesmo a autonomia o maior problema do Itaipu. Com o peso e a capacidade limitada das baterias, além do inconveniente de a recarga levar dez horas, o experimento de Gurgel não passou da fase de protótipo. Ainda que tenha sido apenas um ensaio, o pioneiro Itaipu sinalizou por aqui um caminho que foi negligenciado por décadas. E que agora se mostra como uma das opções menos agressivas ao planeta.




Ficha técnica

Gurgel Itaipu

Motor: central, longitudinal, elétrico de 3 000 watts/120 volts e 4,2 cv, com enrolamento de campo em série e paralelo
Transmissão: caixa de engrenagens de 1 velocidade

Baterias: 10 de 12 volts cada, ligadas em série
Carroceria: monovolume, 2 portas, 2 lugares
Dimensões: comprimento, 265 cm; largura, 140 cm; altura, 145 cm; entreeixos, 162 cm
Peso estimado: 780 kg
Suspensão: Dianteira: independente, tipo McPherson, molas helicoidais e amortecedores. Traseira: barras de torção e amortecedores
Freios: a tambor com acionamento hidráulico
Direção: pinhão e cremalheira
Rodas e pneus: magnésio, aro 13 e tala de 6 pol; pneus 165X13

 

E400
Em 1981, o nome Itaipu e a tração elétrica voltariam a figurar no catálogo da Gurgel, na forma do furgão E400, que teve uma pequena série produzida. Evolução do projeto original de 1974, tinha câmbio manual de quatro velocidades. O motor de 10 kW o levava até 75 km/h. O E400 seria a base para o G800, furgão com motor VW.




QUATRO RODAS Janeiro de 1975
>> Veja os testes do carro na edição

Fonte: Quatro Rioas

Wednesday, October 14, 2015

Trólebus


Não poderíamos falar sobre Mobilidade Sustentável e Elétrica sem falarmos um pouco sobre os Trólebus.
O Trólebus é um ônibus elétrico que possui hastes que ligam o veículo à rede elétrica aérea para obter energia para funcionar. Essas hastes se chamam “Trólley”, por isso esse nome.

Como um bom veículo elétrico, o Trólebus é silencioso e não “dá trancos” nas acelerações, por isso são tão bem aceitos pelos seus usuários.
A tradicional fabricante de trólebus no Brasil é a Eletra, que fica em São Bernardo do Campo. Ela fornece esse tipo de veículo para todo o Brasil e tem exportado para países como a Nova Zelândia, por exemplo.
Como bom paulistano, eu utilizei muito os trólebus pelo corredor Santo Amaro-Nove de Julho, no qual esses veículos foram substituídos por ônibus a Diesel na gestão da Prefeita Marta Suplicy em uma decisão completamente sem sentido.

 Além desse corredor, há linhas no centro de São Paulo, outras ligando a Zona Sul de São Paulo a Diadema, linhas no ABC paulista, Santos e diversos outros lugares do Brasil.
Os trólebus surgiram em substituição aos antigos bondes, são veículos mais modernos que mantém o charme de outrora com a eficiência ambiental, pois por serem elétricos, não emitem poluição.
A Eletra lançou em parceria com a Mercedes-Benz um novo tipo de Tróllebus híbrido, que já citamos nesse blog quando falamos do Salão Latino-Americano do Veículo Elétrico, cujo mesmo sistema de tração pode ser utilizado para os vários usos do veículo.
Nesse momento em que falamos tanto em Sustentabilidade e controle de poluição, o Trólebus deve ser um protagonista no transporte público sustentável. 

Imagens: Wikipedia
Texto: Daniel Pimenta Arroyo

Tuesday, October 13, 2015

Projetos de lei que incentivam a Mobilidade Sustentável

Já falamos nesse espaço sobre a urgência e importância de o poder público incentivar a mobilidade sustentável.
Um grande passo já dado foi pelo prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, que isentou veículos elétricos e híbridos da parte do IPVA que cabe a Prefeitura, e também do rodizio municipal.
Um grande avanço, mas ainda é pouco para que a mobilidade sustentável seja uma realidade no Brasil no curto prazo.
Para se ter uma ideia, o IPI (Imposto sobre produtos industrualizados) nos veículos automotores é cobrado pela cilindrada do veículo, conforme tabela abaixo:

Fonte: Auto Esporte (Editado por este blog)

Veja que nessa tabela os veiculos a gasolina pagam mais IPI que os veículos Flex. E na cabeça dos nossos governantes, um veívulo híbrido a gasolina deve ser taxado como veículo comum a gasolina.
Por exemplo: O Prius, da Toyota, tem um motor 1.8 mais um elétrico. Ele paga 13% de IPI, nquanto um veículo 1.8 flex puramente a combustão paga 11%.

No caso do veículo puramente elétrico, que não tem motor à combustão paga quanto? É claro que é o máximo do IPI.

Enquanto nos países desenvolvidos os veículos sustentáveis são incentivados, aqui eles pagam mais. Esse é um dos motivos que aqueles países são desenvolvidos e o Brasil não.

Mas há uma luz no fim do túnel, e não é um trem na contra mão.

O Projeto de lei PL4086/2012 de autoria do Deputado Fernando Coelho Filho (PSB-PE) diz o seguinte: "Institui incentivo fiscal à produção e comercialização de veículos automóveis movidos a eletricidade ou híbridos", ou seja, já está dado o primeiro passo para a popularização dos veículos sustentáveis.

Já o projeto de lei PL415/2012 de autoria do Senador Eduardo Amorim (PSC-SE)tem o seguinte teor: 
" Concede isenção do IPI (imposto sobre produtos industrializados) às operações com automóveis equipados com motor acionado, exclusivamente por baterias recarregáveis na rede elétrica (carros elétricos), extensivo às matérias-primas, peças e embalagens utilizadas no processo produtivo, bem como na importação de carros elétricos dos países do Mercosul."

Também um grande ganho, só que com duas desvantagens em relação ao primeiro: 
1- Não cria incentivos aos veículos híbridos
2- Veículos como o Chevrolet Volt (Opel Ampera) e BMW I-3 que tem tração exclusivamente elétrica, mas possuem um motor à combustão para carregar a bateria, ficam refém de um critério subjetivo se devem ser considerados elétricos ou híbridos e podem não ser beneficiados pelo projeto de lei.

Portanto, na humilde opinião deste profissional que nos fala, nesse primeiro momento devemos incentivar tanto híbridos como elétricos, pois eu acredito que o híbrido, além de já ser um grande avanço em termos de emissões e consumo de combustível, são uma porta de entrada para criarmos a cultura do veículo elétrico.

Sim, como vocês podem perceber, os projetos são de 2012. Três anos atrás. Para ver como as coisas no Brasil acontecem devagar. Por isso que sempre somos o país do futuro e nunca do presente.

Seguem então como estão nesse momento ambos os projetos de lei:



Daniel Pimenta Arroyo

Monday, October 5, 2015

Linha BMW i



por Daniel Pimenta Arroyo

Quando falamos do Salão Latino-Americano de Veículo Elétrico, já citamos o stand da BMW que apresentou os primeiros representantes da sua linha i.
Em suma, a linha BMW i é uma linha de veículos híbridos e elétricos que mantém a característica premium da marca, unida com a preocupação ambiental e inovação.
A linha BMW i está presente no Brasil com dois veículos:

BMW I-3
Quando falamos sobre a apresentação da linha i no Salão Latino-Americano do veículo elétrico, nós deixamos uma duvida no ar sobre o I-3 ser elétrico ou híbrido. A BMW o define como elétrico.
É um compacto urbano Plug-in que atinge 170 cv de potência, pode ser carregado com o carregador residencial especifico ou também na tomada comum. Para isso ele possui um kit adaptador. O carregador de veículos elétricos regarrega o veículo em 3 horas. O carregador para tomada comum carrega em 8h a 220 V e 16h a 110V. O que não chega a ser um problema, pois quem tem esse veículo vai acabar instalando o carregador correto. O kit para tomada convencional acaba sendo apenas para uma emergência. O I-3 também recebe uma recarga a cada frenagem e quando é utilizafo o freio-motor.
Por ser um veículo urbano, a autonomia não deixa a desejar. São 300 km, muito mais suficiente para quem utiliza no dia-a-dia. Além do motor elétrico, o I-3 possui um "extensor de autonomia", que nada mais é que um motor a combustão de 600 cc (0.6 l) que serve apenas para recarregar a bateria, não gerando tração.
Por não gerar tração, a BMW considera o I-3 como um veículo elétrico, assim como o Volt é considerado pela GM como elétrico.
Há profissionais que concordam, mas outros que defendem que esse tipo de veículo é um híbrido Plug-in Série (o motor só é utilizado para carregar a bateria). De acordo com a proposta desse veículo, o motor a combustão raramente será utilizado, mas mesmo assim, este blogueiro defende a teoria de que o fato de o veículo ter um motor a combustão, então ele é híbrido.

BMW I-8

O BMW I-8 já é um esportivo Híbrido Plug-in por definição. Possui um motor elétrico de 131 cv, que a baixas velocidades é utilizado sozinho gerando zero emissão. Quando está sem carga, ou quando precisa de uma potência maior, ele utiliza o seu motor a combustão 1.5 turbo que gera mais 231 cv somando 362 cv no total. A sua bateria também possui 300 km de autonomia e o modo de carregamento é igual ao I-3, com o carregador residencial, kit de adaptação para tomada comum 110 ou 220V além das recargas nas frenagens e freio-motor. Além do motor à combustão que recarrega o motor elétrico durante o seu funcionamento.

Resumidamente essa é a linha i da BMW que está disponível a venda nas concessionárias. Futuramente a BMW deve trazer mais veículos fantásticos como esses, e quando acontecer, vamos noticiar. Estamos ansiosos para que isso aconteça.

Shoppings no Brasil oferecem carga grátis para VEs

Uma iniciativa fantástica para que possamos implantar a Mobilidade Sustentável no Brasil.
Parabéns à BMW e Multiplan pela iniciativa. Tomara que outras empresas sigam o mesmo exemplo.

Daniel Pimenta Arroyo

Shoppings no Brasil oferecem carga grátis para VEs

por Evaldo Costa
Estacionamentos de dez shoppings, entre eles o MorumbiShopping,  Shopping Anália Franco  e Shopping Vila Olímpia têm pontos de recarga gratuita para automóveis elétricos e híbridos.
 

A Multiplan e o BMW Group Brasil selaram uma parceria para oferecer pontos de recarga gratuita para automóveis elétricos e híbridos da inovadora marca BMW i nos estacionamentos dos shopping centers da rede. Ao todo, já são dez shoppings Multiplan que possuem os pontos de recarga: em São Paulo, o Shopping AnáliaFranco, o MorumbiShopping e o Shopping Vila Olímpia; no Rio, o BarraShopping e o VillageMall; em Belo Horizonte, o BH Shopping, o DiamondMall e o Pátio Savassi, em Curitiba, o ParkShoppingBarigui; e em Ribeirão Preto, o RibeirãoShopping.
Com a parceria, proprietários dos modelos BMW i3 e BMW i8, além de outros veículos elétricos compatíveis com o dispositivo, poderão ir até os locais contemplados e utilizar o BMW i Wallbox gratuitamente.  Como exemplo, são necessárias três horas para uma carga completa do BMW i3, o que permite uma autonomia de 160 quilômetros ou de até 300 quilômetros, quando o tanque de 9 litros de gasolina que abastece seu motor auxiliar à combustão estiver completo.

Postagem: Shoppings no Brasil oferecem carga grátis para VEs

Publicado no Verdesobrerodas
Origem: segs

Tuesday, September 29, 2015

Projeto Ecoelétrico Curitiba

Como não podia deixar de ser, uma das primeiras iniciativas de um poder publico em prol da mobilidade de sustentável vem de Curitiba.
O projeto Ecoelétrico, cujo texto abaixo foi tirado do próprio site do projeto: http://www.ecoeletrico.curitiba.pr.gov.br/ é uma iniciativa da prefeitura de Curitiba em parceria com a Renault-Nissan, CEIIA (Portugal) e Itaipu Binacional.
Aos poucos a Mobilidade Sustentável vem ganhando espaço no nosso país que ainda está engatinhando nessa tecnologia.

O Ecoelétrico visa à implantação de modais de nova geração, com baixo impacto ambiental, atendendo à política de Mobilidade Urbana Sustentável do município. Todo o projeto é desenvolvido em parceria entre Prefeitura de Curitiba, Itaipu Binacional, Aliança Renault-Nissan e CEIIA (Centro para a Excelência e Inovação na Indústria Automóvel) de Portugal.

O projeto é a primeira ação da capital paranaense com o intuito de cumprir as recomendações do termo de compromisso para a redução das emissões de gases e de riscos climáticos, assinado pelo prefeito Gustavo Fruet, durante o C 40, em Johanesburgo, África do Sul.

Elaborado em quatro fases, de 2014 a 2020, o Ecoelétrico é único no país devido ao número de veículos elétricos que serão utilizados no serviço público. A primeira fase já está sendo implantada com foco na Copa do Mundo FIFA 2014.

Sem custos à Prefeitura, ao todo o projeto compreende 10 carros que serão disponibilizados pela Renault e Itaipu Binacional (Zoe – 5 unidades; Kangoo Z.E – 3 unidades, Twizy – 2 unidades) e 3 miniônibus de acordo com contrato em comodato firmado entre as partes. Para o abastecimento, 10 eletropostos serão instalados em sete locais: Praça Rui Barbosa, Parque Tanguá, Parque Barigui, Secretaria de Administração, Prefeitura Palácio 29 de Março, Setran- Prado Velho, Jardim Botânico.

Os veículos serão destinados, em especial, ao atendimento das demandas da Guarda Municipal, da Secretaria Municipal de Trânsito (Setran) e do Instituto Curitiba de Turismo.

Na segunda fase do projeto estão previstos totens de abastecimento multifuncionais que devem agregar em um único equipamento serviços de recarga dos veículos, cartão de transporte, parquímetro (Estar), câmera de monitoramento, botão de emergência, informações turísticas, bicicletas compartilhadas, wi-fi institucional. Também há a previsão de estudos para implantar soluções de compartilhamento (sharing) de carros e bicicletas, inicialmente voltadas para o mercado corporativo e a serviços de interesse público. As próximas etapas (2018 – 2020) estabelecem estudos de integração aos diversos serviços de transporte público.