Thursday, August 20, 2015

O motor à combustão interna

Nos nossos primeiros posts, nós prometemos explicar como funciona o motor à combustão.
Muitos são os sites que explicam, então eu escolhi do site http://www.infomotor.com.br que dá uma boa explicação.



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O motor a combustão interna ciclo Otto é uma máquina que trabalha com os princípios da termodinâmica e com os conceitos de compressão e expansão de fluidos gasosos para gerar força e movimento rotativo. Criado e patenteado por Nikolaus August Otto, por volta do ano de 1866, este motor funciona com um ciclo de quatro tempos e os mesmos princípios até os dias atuais.
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[Imagem: Copyright Serious Wheels]
Esta máquina geradora de força motriz vem evoluindo gradativamente com o avanço da tecnologia e novos estudos aplicados a materiais e combustíveis com o objetivo de deixá-lo com uma eficiência energética maior. Em outras matérias vimos que o motor é composto de vários componentes e estudamos sua função e aplicação no motor, agora é o momento de juntarmos todas as peças e fazer o motor funcionar entendendo o princípio de funcionamento.
O motor de combustão interna é uma máquina que absorve ou admite o ar da atmosfera, o combustível do tanque, une estes dois elementos formando a mistura proporcional de ar mais combustível o mais ideal possível e comprime a mesma em um local denominado câmara de combustão. Depois que esta mistura está comprimida pelo pistão na câmara de combustão o sistema de ignição, sincronizado com o motor, gera uma centelha elétrica nas velas que estão rosqueadas dentro da câmara inflamando a mistura, gerando uma explosão e conseqüentemente um deslocamento de massa empurrando o pistão para baixo e gerando força, torque e movimento rotativo. Quando este processo ocorre é finalizado com a expulsão dos gases queimados para fora do motor. Na verdade o que acabamos de ver foi o princípio de funcionamento do motor com o ciclo de quatro tempos, mas agora, vamos ver este processo mais detalhado analisando as ilustrações com os quatro tempos bem definidos e verificando o funcionamento ligando ao estudo aos componentes do motor.
1° tempo do motor, admissão; vamos entender que neste momento o motor está desligado pronto para receber o movimento inicial do motor de partida que está acoplado ao motor a combustão. Neste mesmo momento vamos colocar o pistão que está ligado à biela e posteriormente ao virabrequim em uma posição na qual conhecemos como P.M.S., ponto morto superior, é o curso máximo que o pistão alcança ao subir dentro do cilindro. Temos que entender também que o eixo virabrequim está ligado e sincronizado com o eixo comando de válvulas através de uma correia dentada, então dizemos, que a parte de baixo do motor que corresponde as peças que estejam dentro do bloco como virabrequim, bielas e pistões estão sincronizados com a parte de cima do motor que corresponde ao cabeçote e suas peças. Neste momento vamos ligar o motor de arranque que se acopla ao volante do motor que também está ligado ao virabrequim e o motor de combustão interna começa a girar. O virabrequim girando começa a movimentar a biela e conseqüentemente o pistão que está no P.M.S. e desce para o P.M.I., ponto morto inferior, que é o curso máximo que o pistão alcança ao descer dentro do cilindro. Como o virabrequim está ligado ao comando de válvulas, este por sua vez começa a acionar, através do “came”, a válvula de admissão no cabeçote permitindo a passagem de ar e combustível vindos do coletor de admissão passando pelos dutos internos do cabeçote. Desta maneira o pistão que está descendo cria uma sucção e aspira o ar mais combustível para o interior do cilindro até que o pistão chegue ao P.M.I. completando o 1° tempo e 180° graus, meia volta do motor.
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2° tempo do motor, compressão; quando o pistão inverte o sentido de movimento começa a subir do P.M.I. em direção ao P.M.S. dando início ao segundo tempo do motor. A medida que o virabrequim vai girando empurrando a biela e conseqüentemente o pistão para a parte superior do cilindro, a mistura de ar mais combustível vai sendo comprimida no interior do cilindro e o comando de válvula que antes tinha o seu ressalto ou “came” pressionando a válvula à descer agora passa por ela e mola de válvula retorna a mesma vedando a parte interna do cilindro. Devemos observar que existe uma determinada folga dimensional entre cilindro e pistão para que o mesmo possa deslizar dentro do cilindro, porém, a mistura não pode escapar por esta folga entrando em cena a atuação dos anéis de segmento que vedam esta passagem. Quando o pistão chega ao seu curso máximo, P.M.S., a mistura está toda comprimida sem ter por onde escapar, pois as válvulas estão fechadas e os anéis vedando, então todo o volume aspirado no tempo anterior agora está pressurizado na câmara de combustão finalizando o segundo tempo e completando uma volta completa do virabrequim 360°.
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3° tempo do motor, Explosão; agora com o fim do segundo tempo o pistão não tem outra saída a não ser de inverter novamente o sentido de movimento do P.M.S. para o P.M.I., só que agora contando com uma força extra. A mistura comprimida na câmara de combustão recebe uma centelha ou faísca da vela, ocorre um deslocamento de massa devido à explosão dentro da câmara, o pistão é forçado a descer empurrado pela expansão dos gases, com isso, o pistão se desloca do P.M.S. para o P.M.I., mantendo ainda as válvulas do cabeçote fechadas, já que o comando de válvulas não está com nenhum ressalto tocando as válvulas. Na verdade, o terceiro tempo do motor é considerado o principal tempo porque é neste tempo que o motor gera força motriz e torque que será transmitido as rodas por meio de rotação. Quando o pistão chega ao ponto morto inferior P.M.I. encerra-se o terceiro tempo do motor e o virabrequim completa uma volta e meia 540°.
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4° tempo do motor, escape; o motor admitiu a mistura no primeiro tempo, comprimiu e explodiu no segundo e terceiro tempo, agora é a vez de colocar os gases resultantes da queima para fora do motor. Neste caso, temos o pistão no fim do terceiro tempo na posição P.M.I., pronto para iniciar o quarto tempo. O comando de válvulas está sincronizado com o virabrequim e o seu ressalto começa a tocar a válvula de escape e o pistão começa a subir empurrando a mistura queimada em direção dos dutos do cabeçote e coletor de escape. Quando o pistão alcança o P.M.S. os gases que se encontravam dentro do cilindro foram expulsos para fora limpando o cilindro, o comando de válvulas encerra sua ação sobre a válvula de escape. Neste momento se encerra o quarto tempo com o motor completando duas voltas 720°. Temos agora um ciclo completo do motor quatro tempos ciclo Otto e enquanto o motor estiver ligado e funcionando este ciclo se repete todas às vezes. No final do quarto tempo do motor o pistão se encontra em P.M.S., exatamente pronto para se iniciar o primeiro tempo novamente quando o mesmo se deslocará para o P.M.I. com o ressalto ou “came” do comando abrindo a válvula de admissão, e assim por diante, dando continuidade a todos os tempos do motor de combustão interna ciclo Otto.
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Wednesday, August 19, 2015

Veículos elétricos especiais - Segway


Ao tratarmos de veículos elétricos, não poderíamos deixar de falar sobre veículos elétricos especiais. Aqueles que não vemos rodando nas ruas, mas em locais específicos.
O Segway (da empresa homônima) é uma espécie de "patinete" no qual o usuário não faz nenhum esforço.
Apenas se inclina para frente e para trás para gerar o movimento. É muito comum vê-lo utilizado por seguranças em Shoppings e outros locais de grande circulação de pessoas, nos quais os seguranças precisam de movimenta de forma ágil por consideráveis distâncias.
O Segway também pode ser utilizado para lazer, e é uma ótima pedida para transporte individual nas ciclovias recém feitas.
Ó site da empresa responsável pelo "veículo" é o http://www.segwaybrasil.com.br/

Tuesday, August 18, 2015

São Paulo sediará Salão de Veículos Elétricos

Toyota, Volvo, BYD, CPFL Energia, Eletra, Mercedes-Bens, BMW e Porsche são algumas das empresas que já confirmaram presença na 11a edição do Salão Latino-Americano de Veículos Elétricos, Componentes e Novas Tecnologias que será realizado entre os dias 24 e 26 de setembro, no Expo Center Norte, em São Paulo. Principal evento deste novo mercado na América Latina, o Salão deve ser o palco dos grandes lançamentos automobilísticos deste ano.

“Os veículos elétricos representam a maior revolução da indústria automotiva, desde a consolidação do motor a combustão. Por isso, o evento tem crescido a cada ano. Em 2014, ele movimentou R$ 30 milhões em negócios”, sintetiza Ricardo Guggisberg, presidente da MES Eventos, organizadora do Salão.

A 11a edição do Salão Latino-Americano de Veículos Elétricos, Componentes e Novas Tecnologias trará novidades em bikes, motos, carros, ônibus, skates, patinetes, empilhadeiras, walking machines e veículos para portadores de necessidades especiais. “Por ser uma tecnologia limpa, que não emite poluentes e não gera ruídos, o veículo elétrico pode ser usado tanto em frotas externas como em ambientes internos, sendo, portanto, parte integrante de vários processos industriais. Trata-se de um mercado amplo, diversificado e que deve ser o principal vetor de crescimento dos fabricantes de veículos no futuro por conta da crescente demanda por economia, eficiência e cuidado com o meio ambiente”, detalha.

Para as PMEs, o Salão deste ano trará uma novidade: a Smart City, área do evento que simula uma cidade. “Abertos, os estandes dão maior visibilidade aos expositores, que têm suas marcas perfeitamente integradas ao espaço urbano do qual fazem parte”, destaca Ricardo. Ao lado, a pista de testes – um sucesso de público desde que foi integrada ao evento, em 2013 – permitirá que os visitantes experimentem parte dos lançamentos que serão apresentados no Salão, elevando a circulação e a consequente visibilidade dos expositores da Smart City.

Há mais de uma década, o Salão Latino-Americano de Veículos Elétricos, Componentes e Novas Tecnologias tem promovido o desenvolvimento, a demonstração, a comercialização e a utilização de veículos elétricos na América Latina, assim como a atualização e disseminação do setor. Seu objetivo é apresentar o estado da arte dos veículos elétricos e de seus componentes e debater os caminhos do crescimento do setor. Por isso, todo ano o evento apresenta as últimas novidades em produtos e serviços que compõem todos os setores da cadeia produtiva de um veículo elétrico, incluindo lançamentos.

Postagem: São Paulo sediará Salão de Veículos Elétricos

Publicado no Verdesobrerodas
Origem: A crítica

Monday, August 17, 2015

BMW confirma que há espaço para mais um carro da linha i

Modelo poderia ser um concorrente do Tesla Model S


Em uma entrevista para o jornal alemão Frankfurter Allgemeine Sonntagszeitung, o diretor executivo da BMW, Harald Krueger, revelou que a marca alemã poderia fazer mais um modelo para completar a linha dos já existentes i3 (foto) e i8.

Segundo o executivo, “existe espaço se você olhar para eles na parte numérica”. A informação ainda é limitada, porém vai ao encontro de diversos rumores que a montadora alemã estaria trabalhando em um concorrente do Tesla Model S que se chamaria i5.

Sem entrar em mais detalhes, Krueger confirmou ainda que a BMW está constantemente em contato com empresas de alta tecnologia, como a Apple, já que ambas estão trabalhando em uma versão especial do i3.
Fonte: Quatro Rodas em 10/08/2015

Europa domina mercado de carros elétricos

por Evaldo Costa
Os relatórios de vendas de carros elétricos em Junho revelaram que a Europa, América do Norte e a China juntas venderam 35.765 veículos elétricos, com a Europa ficando com 44,7 porcento das vendas, seguido pela China com 28,0 por cento e a América do Norte 27,3 por cento. As vendas da China superou as da América do Norte. No acumulado, a América do Norte está a frente da China.
Impulsionado em grande parte pelos mercados da Noruega, França, Reino Unido, Países Baixos e Alemanha, a Europa está liderando o mundo, com mais de 25.000 veículos elétricos vendidos no primeiro semestre de 2015 do que a América do Norte e cerca de 34.000 mais do que a China. Veja o quadro a seguir.

Postagem: Europa domina mercado de carros elétricos
Publicado no Verdesobrerodas


Origem: Cleantechnica

Nota do Blog: Enquanto isso no Brasil... 

Sunday, August 16, 2015

Taxis x Uber



Esse é um assunto muito polêmico não só no Brasil como em muitos países, tem sido debatido incessantemente e antes que caia no ostracismo, vamos falar um pouco sobre ele.
Caso alguém ainda esteja de fora, Uber não é um apelido carinhoso de Uberaba ou Uberlândia (Eu sei, foi fraquíssima. Melhor deixar o humor para o outro Blog). O Uber é um aplicativo utilizado em vários países do mundo no qual você localiza um motorista próximo de você, coloca o endereço de onde você quer ir e o próprio aplicativo calcula o tempo aproximado (No caso de São Paulo e Rio não tem como dar o tempo exato) e o valor exato (esse sim exato) que você vai gastar na viagem. Eu nunca o utilizei, mas amigos que utilizaram, garantem a qualidade. Nesse aplicativo, tanto o motorista como o passageiro são avaliados e essa avaliação serve de parâmetro para futuras viagens de ambos. Os motoristas cadastrados devem ter habilitação com autorização para uso profissional e devem seguir um padrão estabelecido, como por exemplo um carro sedan de luxo preto, usar terno, não falar muito e servir agua e balinha. Amigos que usem o Uber, caso queiram corrigir ou complementar nos comentários, fique à vontade. Como eu disse, eu nunca utilizei.
Antes de continuar o texto eu já aviso aos amigos taxistas e uberistas que eu não vou defender um ou outro lado. Vou colocar a minha opinião de como ambos podem melhorar a sociedade, que é a proposta desse blog.
O problema é que esse serviço acaba caindo na legislação dos Taxis, transportar pessoas de um lado para outro, e para isso precisa de uma licença de taxista. Outros aplicativos semelhantes são sofrem o mesmo problema, como por exemplo o AirBNB que utiliza casas particulares para as pessoas se hospedarem e em alguns países do mundo as associações de hotéis estão entrando na justiça contra eles.
Há vantagens em se utilizar o Uber, além dos confortos citados anteriormente, você sabe exatamente o quanto vai gastar na viagem. Os taxis ainda utilizam um modelo arcaico de cobrança. Você só sabe o quanto vai gastar no seu destino, isso quando você não tem surpresas como por exemplo a mudança de município, ocasião em que a lei manda cobrar 50% a mais do valor, já que os motoristas não podem pegar passageiros fora do seu município (outra antiguidade da lei) e cobranças extras por chamada de cooperativas (uma vez chegando ao meu destino o taxista me falou que tinha uma taxa de R$4,00 por ter chamado pela cooperativa. É claro que a atendente não tinha me avisado antes).
Agora, em alguns aspectos o taxi está se modernizando. Uma parte deles (não todos) começou a aceitar cartões de crédito e débito, o que facilita muito, e também há aplicativos que chamam o taxi mais próximo. É possível também pagar via aplicativo ao final da corrida pelo seu cartão de crédito. Ainda assim o fato de não saber o quanto vai gastar atrapalha.
Por outro lado, como já dito existe uma legislação que regula esse segmento. Para realizar esse tipo de serviço precisa ter uma licença especial de taxista, e o veículo também precisa ter um padrão estabelecido (cor branca em São Paulo, amarela com uma faixa azul no Rio, laranja em Curitiba e Porto Alegre, etc), fora os equipamentos obrigatórios no veículo, como taxímetro, a luminária escrito “Taxi”, e tanto é importante a licença que as placas utilizam uma cor diferente, vermelho ao invés da tradicional “cor de gelo”.
Há espaço para ambos os modelos? Sinceramente eu não sei, mas esse acontecimento pode nos ajudar a melhorar o nosso sistema de transporte. Há propostas de taxistas para que possam operar em ambos os modelos. Só resta saber se um deles flexibilizará o padrão já que até as cores são diferentes. Mas o importante é que há pessoas dispostas a dialogar. Outra possibilidade seria legalizar os motoristas do Uber como taxistas. O custo acabaria aumentando por causa da licença e impostos a serem pagos, mas é uma possibilidade. A forma arcaica de cobrança do Taxi também poderia ser revista. É muito difícil de sair da zona de conforto e pensar fora da caixinha, mas esse momento nos convoca a repensarmos as nossas teorias e finalmente entrarmos em uma nova era de modernidade. Nada de surpresas quando chegarmos ao nosso destino. Permitir que taxistas peguem passageiros na volta também faria com que as cobranças extras terminem. Já que os taxistas já usam aplicativos e central de atendimento de cooperativas, o modelo de cobrança poderia ser alterado para que o usuário já saiba o quanto vai gastar. Para isso basta bom senso na hora da decisão. Essa é a nossa grande oportunidade de nos desvencilharmos dos erros do Passado e dar um grande passo para a modernidade.
Protestos e violência não são o caminho. É importante chegarmos a uma conclusão de como a nossa sociedade vai sair ganhando com essa situação. E principalmente, podermos escolher como vamos viajar sem que sejamos agredidos tanto por taxistas como por “uberistas”.

Não podemos tratar como uma disputa de quem está certo e quem está errado. Não é um jogo de futebol. Temos que tratar do assunto de forma séria e pensando na coletividade.

Saturday, August 15, 2015

Para a Renault o carro elétrico não é o futuro, é o presente

Realidade em outros países, os automóveis movidos a eletricidade querem ganhar competitividade em preço e em infraestrutura e conquistar os consumidores brasileiros


CASA COR
GaragemRenault_Casa Cor

Realidade em outros países, especialmente os europeus e também nos Estados Unidos, os automóveis movidos a eletricidade querem ganhar competitividade em preço e em infraestrutura e conquistar os consumidores brasileiros. A Renault, única montadora a oferecer uma gama completa de veículos elétricos, mostra o quanto eles podem ser desejáveis para sociedades modernas, em total sintonia com o que o mundo tem de mais ecologicamente correto.
O projeto Curitiba Ecoelétrico, por exemplo, desenvolvido juntamente com a prefeitura da capital paranaense, utiliza uma frota de 10 veículos Renault zero emissões 100% elétricos em diversas atividades públicas. São cinco Zoe - um hatch de cinco portas e quatro lugares, três furgões Kangoo Z.E., e dois Twizy, modelo ultracompacto de dois lugares para uso urbano, usados pela Secretaria Municipal de Trânsito, Guarda Minicipal e pela Secretaria de Meio Ambiente.
Lançado em junho de 2014, o programa Curitiba Ecoelétrico evitou, em um ano de operações, a emissão de 6,6 toneladas de gás carbônico na atmosfera e levou a uma economia de 5,3 mil litros de combustível. Projeto semelhante é desenvolvido também em Brasília (Ecomóvel).
O Twizy, um ultracompacto com design supermoderno, faz parte de outra importante parceria da Renault no Brasil. Graças a um acordo de cooperação tecnológica firmado com a Itaipu Binacional, estão sendo montadas 32 unidades em uma área especialmente criada para isso Foz do Iguaçu, junto à usina de Itaipu. Além de aprender mais sobre o veículo, a Itaipu também tem a intenção de desenvolver novas soluções de logísticas e estudar a infraestrutura necessária para veículos elétricos. Para isso, além de montar os Twizy, já adquiriu também 20 unidades do Zoe.
Mas não foi apenas para esta geradora de energia elétrica que a Renault vendeu seus modelos elétricos. A CPFL, empresa de energia elétrica de São Paulo, adquiriu até o momento dois sedãs médios Renault Fluence Z.E. , além de outros cinco Renault Kangoo Z.E. e um Renault Zoe.
Além de empresas diretamente ligadas à produção e distribuição de energia elétrica, os modelos elétricos da Renault também estão sendo usados por empresas de transportes, como a Patrus Transportes, de Minas Gerais; o Grupo TCP, da Bahia; Fedex e até os Correios, que participaram de um projeto piloto com o Kangoo Z.E. na cidade de Curitiba.
Ao todo, a Renault já vendeu cerca de 80 veículos elétricos no país. Este número não inclui os veículos que estão cedidos em comodato para testes e estudos. Se depender da marca francesa, que está pronta para atender às demandas do mercado, o Brasil poderá entrar no rol de países que contam com essa opção energeticamente eficiente e ecologicamente responsável.
Líder mundial em emissão zeroA Aliança Renault-Nissan lidera o segmento de veículos zero emissão no mundo e investe 4 bilhões de euros no desenvolvimento dessa tecnologia. Desde o início da comercialização do primeiro elétrico, em 2011, foram mais de 250 mil veículos vendidos pela Aliança no mundo, atingindo a liderança do segmento zero emissão.
Juntos, os veículos elétricos Renault e Nissan já rodaram aproximadamente 4 bilhões de quilômetros sem emissão de poluentes – o que seria suficiente para circundar o planeta 100.000 vezes. A utilização dos veículos elétricos Renault-Nissan permitiu economizar mais de 200 milhões de litros de combustível, deixando de emitir 450 milhões de kg de CO2 durante o uso.
Fonte: http://casa.abril.com.br/ em 10/08/2015