Friday, November 6, 2015

Frotas empresariais de veículos elétricos


Para a maioria das pessoas, falar em veículo elétrico é uma utopia, uma coisa que só dará certo no futuro.
Mas temos mostrado aqui nesse espaço exemplos de sucesso que mostram a viabilidade deste segmento.
A maior preocupação hoje é a autonomia e a dificuldade de recarga. Porém a autonomia dos veículos elétricos que temos nas ruas passam tranquilamente dos 100km, o que para uso urbano é uma distância excelente.
Hoje então vamos falar de uma situação plenamente viável para a adoção de veículos elétricos: As frotas empresariais.
Toda empresa possui pelo menos um veículo. Isso considerando um veículo de passeio. Muitas possuem um furgãozinho. Se for uma fábrica então, possui pelo menos uma empilhadeira. Empresas com uma extensão grande de terreno possuem veículos para transporte interno. Pronto. Em um pequeno parágrafo já colocamos uma série de veículos que muitas empresas estão enquadradas. E todos veem a quantidade de combustível que todos esses veículos consomem.
Pode até ser que algum desses veículos rodem mais de 100km. Mas não creio que seja a regra.
Para os veículos de passeio, já temos em projetos piloto os veículos Zoe da Renault e o Leaf da Nissan. Esses veículos podem tranquilamente substituir com mais conforto e economia os veículos de uso diário, hoje muito comuns o Gol e o Uno. Algumas empresas possuem frotas de veículos populares para uso dos seus funcionários. Mesmo veículos superiores podem ser substituídos pelo Leaf e pelo Zoe. Para níveis maiores de sofisticação, a Renault também tem o Fluence. Lembrando que teremos um post em breve explicando melhor a gama de veículos elétricos da Renault.
Muitas empresas também possuem um furgãozinho para transportes de cargas. Tipo uma Fiorino. Para esses casos, a Renault dispõe do Kangoo Zero Emission, que também é completamente elétrico.
A chinesa BYD, dispõe de uma empilhadeira elétrica, que substiui as tradicionais empilhadeiras a GNV. E para transporte interno de pessoal na fábrica já citamos os famosos carrinhos de golf, que não servem só para golf, assim como pequenos veículos para transporte de carga.
Para essa maravilha de mudança nos ativos móveis das empresas, é claro que devemos pensar nas formas de recarga.
Claro que não teremos como ficar reabastecendo na rua. Então temos que pensar no investimento que é a instalação de carregadores. Dependendo da quantidade de veículos que a empresa passa a usar e se eles se carregam ao mesmo tempo (durante a noite, por exemplo), define-se a quantidade de carregadores que serão instalados.
O valor de combustível que costumava ser utilizado nos veículos é substituído pelo valor de energia elétrica, que é muito menor. A economia vale o investimento nos veículos e na instalação dos carregadores.
Um próximo passo pode ser dado instalando os carregadores atrelados a células solares, o que fará com que o valor de recarga passe a ser apenas o retorno do investimento.
Nesse post falamos apenas da economia que teremos ao substituirmos a frota atual por uma sustentável, além disso ainda teremos os ganhos com a preservação do meio ambiente, que está tão em voga.
Esse é um assunto muito vasto para um post, então colocamos rapidamente um resumo de como tornar sustentável e mais econômica a frota de veículos da sua empresa. Permaneço à disposição para ajudar no que mais for necessário.


Daniel Pimenta Arroyo 

Thursday, November 5, 2015

Compartilhamento de veículos elétricos


Todos nós conhecemos o compartilhamento de bicicletas, que pelo menos em São Paulo e no Rio de Janeiro, são patrocinados pelo Itaú e pelo Bradesco.
Você faz um cadastro e pode pegar uma bicicleta gratuitamente em um ponto pré determinado e devolver em um outro ponto. 
É uma bela iniciativa e muito prática.
Mas o que pouca gente conhece é o compartilhamento de veículos elétricos.
Parece estranho falar em compartilhar carros como vemos o compartilhamento de bicicletas, mas a ideia é bem simples e funciona da mesma maneira.
Você faz o seu cadastro no sistema, pelo aplicativo de celular destrava um veículo conectado a um carregador, e devolve em um outro ponto pré determinado pelo programa que também tem um carregador.
No Brasil esse sistema já está em funcionamento. O primeiro sistema desse tipo foi no Recife, como já noticiamos aqui: http://colunaautossustentabilidade.blogspot.com.br/2015/09/recife-disponibilizara-carros-eletricos.html.

No Rio de Janeiro também está em fase de planejamento um projeto de implantação de um sistema de compartilhamento de veículos elétricos.

Aproveitando essa onda eu deixo aqui a minha sugestão: Quem sabe não possamos aproveitar essa estrutura de carregamento para disponibilizar o carregamento de veículos particulares utilizando o mesmo aplicativo de celular.

Fica a dica

Wednesday, November 4, 2015

Bicicletas Elétricas - General Wings


A General Wings é outra empresa nacional que comercializa bicicletas elétricas, com uma novidade, possui também um modelo de bicicleta dobrável. Além de não precisar pedalar todo o tempo, as suas bikes são fáceis de guardar.

Abaixo uma descrição do próprio site da empresa.

O ciclismo elétrico

A General Wings é uma empresa de capital 100% nacional com pensamento mundial engajada em promover o ciclismo elétrico no Brasil. Ou o ciclismo "inteligente".

Concebida na Califfornia/USA, em Laguna Beach, e fundada em 2009 no litoral paulista, no Guarujá/SP, tem sua sede no bairro da Vila Olimpia em São Paulo/SP.

Dotadas de bastante tecnologia embarcada, as bicicletas elétricas comercializadas pela GW (nacionais ou importadas) foram criadas para livrar o ciclista urbano dos incovenientes que uma pedalada menos pretenciosa possa trazer.

Nem sempre iremos dispor de um corpo 100% sarado pronto para subir qualquer parede. Pensando nisso, ou facilitamos as coisas ou o desenvolvimento do ciclismo tenderá a excluir cada vez mais pessoas.

Nessa linha, as empresas ao redor do mundo não dispõem de vestiários, chuveiro, etc, portanto não tem como o ciclista chegar na empresa em que trabalha de bermuda de lycra e atender seus clientes caracterizados assim, ou suados ao tanto.

Para completar, sem falar nos infortúnios de uma subida fora de hora, ou de um sinal fechado, para que o ciclista possa ir trabalhar usando o seu proprio meio de transporte, e não apenas por lazer ou esporte, mas em nome de sua propria liberdade, fica impossível na vida moderna.

Tuesday, November 3, 2015

Os primeiros carros elétricos surgiram no início dos anos 1800


O ano novo chegará com lançamentos, todos eles cheios de novas tecnologias. E cada vez mais você vai ouvir falar em carros com direção e assistência elétrica, faróis direcionais, motores elétricos nas rodas… mas a origem dessas inovações é muito mais antiga do que você imagina.
Um exemplo é o sensor de estacionamento: o conceito vem do Cadillac Cyclone, de 1959 (acima). O carro tinha um radar no para-choque, que detectava o veículo ou um obstáculo que estivesse à sua frente. Havia um alto-falante dentro do veículo e uma luz no painel de instrumentos – quando o carro se aproximava, a luz piscava e o motorista era alertado pelo som. Conheça outras tecnologias do passado:

Faróis direcionais – A ajuda para iluminar a curva já existe há muito tempo: em 1934, a marca Tatra, da Tchecoslováquia, estreava a tecnologia no modelo T77. Em 1995, o Citroën DS (foto acima) apareceu com o sistema.
Motores nas rodas – Você já deve ter visto por aí: uma das soluções encontradas pela engenharia para os carros híbridos é colocar motores elétricos nas rodas. A ideia é de Ferdinand Porsche, ainda em 1889, quando criou o Lohner Porsche Eletrocar, de tração dianteira, com um motor elétrico dentro de cada roda e bateria única.

Carro elétrico – Os primeiros projetos de carros elétricos surgiram no início dos anos 1800, mas foi em 1899 que as coisas começaram a mudar. O belga Camille Jenatzy construiu o La Jamais Contente (acima), um automóvel que mais parecia um charuto e bateu o recorde de velocidade da época ao alcançar 105 km/h. 

Publicado em Verdesobrerodas
Fonte: revistaautoesporte

Veiculos elétricos para transportes internos

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Normalmente falamos de veículos elétricos pensando no uso urbano, mas mesmo nos usos dentro de condomínios, parques e até campos de golf, podemos utilizar veículos elétricos.
Já começamos a falar sobre veículos elétricos especiais como o Segway e as bicicletas elétricas, mas hoje vamos começar a falar sobre esses veículos.
carousel “We have to try the 4Fun.”
Um clássico já conhecido é um veículo de golf, que não precisa ter uma grande autonomia, e dessa forma o motor à combustão é perfeitamente dispensável. Esse tradicional trasporte de poucas pessoas por um longo campo de Golf é uma cena clássica, e uma aplicação perfeita para veículos elétricos.
O mesmo tipo de veículo também é utilizado em grandes hotéis, para o transporte dos hóspedes dentro das suas instalações, estúdios (quem nunca viu um carrinho de golf transportando os artistas enquanto eles são entrevistados pelo Video Show?), e vários outras empresas desse porte.
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Outros tipos de veículos para esse tipo de uso são veículos para pequenas cargas. Substituem muito bem tanto as caminhonetes para uso dentro de fazendas, por exemplo, ou outros lugares de grande porte.

Os modelos mostrados nas fotos são da empresa americana Club Car, que fabrica veículos elétricos para transporte pessoal, comercial ou os famosos carrinhos de golf.

Mais para frente vamos voltar nesse assunto, já que há ainda outras empresas que também trabalham com esse tipo de veículo.

Até lá.

Monday, November 2, 2015

Trocar carros atuais por automóveis elétricos diminuiria em 90% gases estufa


Carro elétrico

A troca da frota de carros atuais por carros autônomos e elétricos acarretaria em uma diminuição de 90% da emissão de gases responsáveis pelo efeito estufa. Além disso, o uso de combustíveis derivados de petróleo cairiam em quase 100%, mas outros automóveis ainda usariam derivados.

Os números foram publicados por pesquisadores da Lawrence Berkeley National Lab na revista Nature Climate Change. O estudo foi feito pensando em um formato que vem sendo sugerido por empresas com Google e Uber.


Trocar a frota de veículos atuais por carros elétricos pode parecer improvável, mas de acordo com uma pesquisa realizada neste ano, 44% dos americanos consideraria comprar um carro autônomo nos próximos dez anos.

Sunday, November 1, 2015

Pesquisa diz que motores diesel de BMW, Mercedes, Ford e Mazda poluem mais do que os limites europeus

Estudo da Universidade de Leeds afirma que motores da VW infringem normas, mas que outras marcas poluem até 35% a mais

Parece que a Volkswagen não é a única montadora a superar os níveis de emissões de poluentes para motores a diesel. Segundo informações do jornal Daily Mail, uma pesquisa realizada por pesquisadores da Universidade de Leeds a pedido do governo britânico apontou que modelos de BMW, Ford, Mazda e Mercedes-Benz estão acima do limite de emissões de poluentes necessário para serem aprovados nos testes europeus.

"Surpreendentemente descobrimos que até alguns motores da Volkswagen (que causaram todo o escândalo dos motores a diesel) estavam poluindo 35% a menos do que outros veículos de categorias similares, o que nos faz crer que todas as montadoras encontraram uma maneira de burlar os testes", afirmou James Tate, pesquisador do Instituto de Estudos de Transportes da Universidade de Leeds.

Na última terça-feira, pesquisadores já haviam afirmado que a enorme discrepância entre os níveis de emissões de poluentes dos motores a diesel e os limites estabelecidos pela Comissão Europeia eram "extremamente preocupantes", sugerindo, então, que a Volkswagen não seria a única fabricante de automóveis a descobrir maneiras de passar nos testes laboratoriais.

"Descobrimos alguns modelos compactos emitindo mais poluentes do que os ônibus de dois andares utilizados na Inglaterra ou caminhões de 40 toneladas. Trata-se de uma prática bastante lucrativa para elas (montadoras), já que assim é possível vender carros mais potentes pagando menos impostos e obtendo mais lucros", declarou Tate, que afirma ter monitorado as emissões de poluentes de veículos a diesel na Inglaterra pelos últimos cinco anos, período no qual ele calcula ter avaliado mais de 1 milhão de carros.

Para este estudo, Tate analisou 300 veículos novos movidos a diesel em seis localidades distintas da Inglaterra e Escócia durante 20 dias do verão europeu. Sua conclusão foi que nenhuma das montadoras avaliadas (cujos nomes não foram revelados) cumpre com as normas de emissões de poluentes Euro 6, que determina que os motores não podem produzir mais do que 0,08 gramas de CO2 por quilômetro rodado.

Os motores da Mazda seriam os mais poluentes, emitindo 0,49 grama por quilômetro rodado - mais de seis vezes o limite do Euro 6. Um dos modelos da marca japonesa, aliás, teria emitido 1,1 grama por quilômetro, ou 13,75 vezes acima do limite. Em seguida apareceram BMW (média de 0,45 grama por quilômetro), Mercedes-Benz (0,42 grama), Volkswagen (0,41 grama) e Audi (0,36 grama).

A equipe de Tate também avaliou o polêmico motor EA189 da Volkswagen, que fez a marca admitir que foi equipado com um sistema programado para identificar testes de laboratório e emitir menos CO2. Embora emita 4,2 vezes mais poluentes do que os limites europeus, motores fabricados por outras marcas superaram o limite estabelecido em até 5,8 vezes.
Fonte: Quatro Rodas