Wednesday, September 30, 2015

94% dos proprietários de veículos plug-in avaliam comprar um VE puro

Sabemos que os proprietários Tesla amam seus carros e que a maioria dos condutores de veículos elétricos têm algum raciocínio verde atrás de suas escolhas. Para descobrir o que os usuários de carros elétricos puros e plug-in (PHEVs) pensam de suas experiências, a Ford Motor Company encomendou um estudo à PlugInsights que pesquisou mais de 10.000 proprietários de EVs.
Algumas descobertas confirmam o que nós suspeitamos sobre pessoas dirigindo carros verdes, a exemplo do fato da maioria das famílias só utilizar um modelo totalmente elétrico como um segundo carro (cerca de 90% dos proprietários de EV também de propriedade de um veículo a gasolina). Da mesma forma, ninguém ficaria surpreso ao saber que os motoristas de EVs levaram em conta o meio ambiente, em algum nível, quando eles compraram seus carros.

A pesquisa rendeu algumas surpresas. Abaixo os cinco pontos que os proprietários de VE e Plug-in revelaram sobre seus carros.

1. Experiência de condução foi um ponto importante na decisão de compra
Os pesquisados revelaram que a rápida e suave aceleração, a redução das emissões de gases do efeito estufa e tecnologias limpas, são as principais razões que os levarão a comprar um outro veículo elétrico.

2. 94% dos proprietários de PHEV pretende comprar outro plug-in
94% dos proprietários de veículos plug-in disseram que iriam comprar um outro carro eletrificado no futuro. Depois de obter um sabor de condução elétrica, você quer mais, e menos gasolina.

3. Motoristas de PHEV valoriza economia
Os condutores de veículos elétricos puro disseram gostar dos benefícios com as reduções de emissões de gases de efeito estufa. O motoristas de veículos Plug-in, por sua vez, foram mais atraídos pela possibilidade de poupar dinheiro com combustível, pois na maior parte dos deslocamentos estão em módulo 100 por cento elétrico.

4. Proprietários de PHEV deseja comprar um elétrico puro
A pesquisa constatou que, dos 94% que deseja repetir a compra de modelo plug-in, considerava ter um modelo totalmente elétrico futuro. Isso aponta para o potencial em economia de custo, já que eles comprando um VE puro não terão de lidar com os diversos reparos de motores dos modelos híbridos.

5. 83% dos motoristas de VE querem usar energia solar para dirigir
83% dos motoristas de veículos elétricos e plug-in ou tiveram painéis solares em casa ou consideram adota-los na busca de emissões zero de condução.

Postagem: 94% dos proprietários de veículos plug-in avaliam comprar um VE puro
Publicado no Verdesobrerodas



Origem: Cheatsheet

Tuesday, September 29, 2015

Projeto Ecoelétrico Curitiba

Como não podia deixar de ser, uma das primeiras iniciativas de um poder publico em prol da mobilidade de sustentável vem de Curitiba.
O projeto Ecoelétrico, cujo texto abaixo foi tirado do próprio site do projeto: http://www.ecoeletrico.curitiba.pr.gov.br/ é uma iniciativa da prefeitura de Curitiba em parceria com a Renault-Nissan, CEIIA (Portugal) e Itaipu Binacional.
Aos poucos a Mobilidade Sustentável vem ganhando espaço no nosso país que ainda está engatinhando nessa tecnologia.

O Ecoelétrico visa à implantação de modais de nova geração, com baixo impacto ambiental, atendendo à política de Mobilidade Urbana Sustentável do município. Todo o projeto é desenvolvido em parceria entre Prefeitura de Curitiba, Itaipu Binacional, Aliança Renault-Nissan e CEIIA (Centro para a Excelência e Inovação na Indústria Automóvel) de Portugal.

O projeto é a primeira ação da capital paranaense com o intuito de cumprir as recomendações do termo de compromisso para a redução das emissões de gases e de riscos climáticos, assinado pelo prefeito Gustavo Fruet, durante o C 40, em Johanesburgo, África do Sul.

Elaborado em quatro fases, de 2014 a 2020, o Ecoelétrico é único no país devido ao número de veículos elétricos que serão utilizados no serviço público. A primeira fase já está sendo implantada com foco na Copa do Mundo FIFA 2014.

Sem custos à Prefeitura, ao todo o projeto compreende 10 carros que serão disponibilizados pela Renault e Itaipu Binacional (Zoe – 5 unidades; Kangoo Z.E – 3 unidades, Twizy – 2 unidades) e 3 miniônibus de acordo com contrato em comodato firmado entre as partes. Para o abastecimento, 10 eletropostos serão instalados em sete locais: Praça Rui Barbosa, Parque Tanguá, Parque Barigui, Secretaria de Administração, Prefeitura Palácio 29 de Março, Setran- Prado Velho, Jardim Botânico.

Os veículos serão destinados, em especial, ao atendimento das demandas da Guarda Municipal, da Secretaria Municipal de Trânsito (Setran) e do Instituto Curitiba de Turismo.

Na segunda fase do projeto estão previstos totens de abastecimento multifuncionais que devem agregar em um único equipamento serviços de recarga dos veículos, cartão de transporte, parquímetro (Estar), câmera de monitoramento, botão de emergência, informações turísticas, bicicletas compartilhadas, wi-fi institucional. Também há a previsão de estudos para implantar soluções de compartilhamento (sharing) de carros e bicicletas, inicialmente voltadas para o mercado corporativo e a serviços de interesse público. As próximas etapas (2018 – 2020) estabelecem estudos de integração aos diversos serviços de transporte público.

Feira do Salão Latino-Americano de Veículo Elétrico - 3ª Parte

Neste terceiro e último post sobre a feira que aconteceu no 11º Salão Latino-Americano de Veículo Elétrico vamos falar das empresas e instituições que dão suporte ao Veículo Elétrico.

Não poderíamos deixar de iniciar com a CPFL, Companhia Paulista de Força e Luz, distribuidora de energia da região de Campinas que além de distribuir e comercializar energia possui um fantástico projeto de desenvolvimento de veículos elétricos. Em parceria com a Renault, a empresa está implantando infra-estrutura de recarga para os veículos elétricos que estão distribuídos por empresas participantes. Já tratamos desse projeto em outros posts, inclusive a parceria com a rede Graal, na qual ambas as empresas estão instalando eletropostos no caminho de Campinas para São Paulo.

Outra instituição presente foi a ABVE Associação Brasileira de Veículo Elétrico, principal entidade nesta matéria e organizadora do Salão.

A Abeiva, Associação Brasileira das Empresas Importadoras e Fabricantes de Veículos Automotores, expôs veículos elétricos importados para o desenvolvimento desse tipo de veículo no Brasil.

A Weg, muito conhecida por fabricar motores elétricos, também fabrica os motores para os veículos elétricos, sendo também parceira da Eletra.

Tradicional fabricante de baterias automotivas, a Moura não fabrica apenas baterias para dar partida nos veículos a combustão, mas também está na vangarda do desenvolvimento de baterias para veículos elétricos.

A Power Solutions, levou sua tecnologia de carregadores de veículos elétricos.

Também nessa área, a Shreder, fabricante de luminárias também apresentou suas luminárias que também possuem um carregador para veículos elétricos.

A Fabricante de diversos componentes automotivos Bosch também esteve presente com seus carregadores residenciais e empresariais, oferecendo também consultoria para implantação.

A Semikron esteve presente para apresentar seus diversos equipamentos eletrônicos para equipar veículos elétricos, como seus inversores de frequência.

Para encerrar, alunos da Universidade Mackenzie apresentaram seu carrinho elétrico que disputaram uma competição universitária desta categoria e ficaram em terceiro lugar entre as universidades brasileiras, indo também disputar nos Estados Unidos.  

Esse foi um pequeno apanhado do 11º Salão Latino-Americano de Veículo Elétrico.

Estamos apenas engatinhando nessa tecnologia que deverá dominar as ruas no futuro.
Mas o mais importante foi o conhecimento adquirido nesse maravilhoso evento, o qual nos ajudará nos futuros posts e no nosso trabalho de divulgar a mobilidade sustentável.

Sunday, September 27, 2015

Feira do Salão Latino-Americano de veículo elétrico - 2ª Parte

Conforme prometido, hoje vamos falar mais um pouco da feira do Salão Latino-Americano de veículo elétrico.
Na primeira parte falamos das montadoras presentes.
A segunda parte são dos veículos elétricos especiais. Aqueles que não são necessariamente para andar na rua, mas que podem ser utilizados em ambientes fechados, condomínios, clubes, empresas ou eventualmente nas ciclovias.

O primeiro é um que poderia estar no primeiro post, pois é um carro urbano. Mas preferimos colocá-lo nesse post. Trata-se da empresa Naniko Car.
Como o próprio nome diz, é um mini veículo urbano que está sendo lançado.
A empresa levou para expor um veículo a gasolina e um a GNV. Eles estão desenvolvendo um veículo elétrico e a fábrica está sendo construída no Ceará.

 A Woie é uma empresa que fabrica bicicletas elétricas. Trouxe algumas delas para expor e também havia disponibilidade para fazer um test ride. Suas bicicletas podem ser acionadas pelo pedal ou ligando e girando a manopla tal qual uma moto.

Outra fabricante de bicicletas elétricas é a Ecostart, que além de bicicletas levou para a feira um triciclo elétrico para pessoas que tem dificuldade de mobilidade.

A EVX, é uma fabricante de carrinhos de golf e de transporte em locais fechados.


A Club car, também é fabricante de carrinhos de golf e outros para transporte em locais fechados como clubes e condomínios.

A Vo2 também fabrica carrinhos de golf e transporte de curta distância, além de caminhõezinhos elétricos.

A SI - Sistemas inteligentes fabrica veículos ao estilo Segway (já tratado em uma matéria deste blog) além de caminhõezinhos e scooters.

Já falamos da chinesa BYD no post anterior que levou uma empilhadeira elétrica para o salão.

Esse foi mais um pouco da Feira. No próximo e último post sobre o Salão, falaremos das empresas que desenvolvem equipamentos para Veículos elétricos e também projetos inovadores para a instalação de veículos elétricos no Brasil. Até lá.


Saturday, September 26, 2015

Salão Latino-Americano de Veículos Elétricos - A Feira, 1º parte

Para que não fique muito extenso, vou dividir o relato da feira que ocorreu no 11º Salão Latino-Americano de Veículo Eletrico em 3 partes.
A primeira parte se refere Às montadoras.

Mesmo nao tendo nenhum veículo híbrido ou elétrico no Brasil, a Porsche trouxe para exposição a Cayenne Hybrid Plug in e o 918 Spider.

A BMW trouxe a sua linha BMW i que já está sendo vendida no Brasil. O (elétrico? híbrido?) I3 que é um compacto e o híbrido plug in I8 (foto).
 Ambos serão tratados neste blog em breve.

A Toyota trouxe o híbrido Prius, o primeiro veículo híbrido fabricado em série, o qual já tratamos em materia aqui no blog. 
No stand da Toyota também tinha uma espécie de autorama, no qual os convidados moviam o carrinho com a mente.

A chinesa BYD (Build Your Dreams) que está fabricando seus veículos em Campinas, mostrou seu ônibus elétrico que já está rodando na frota de Campinas, sua empilhadeira elétrica e o veículo E6, que ainda está em testes.




A Volvo, mostrou seu ônibus híbrido, dotado de um sistema de telemetria que pode definir a velocidade e com qual motor ele rodará independente da ação do motorista, e que também está rodando em frotas pelo Brasil.

A tradicional Eletra, que já fabrica tração elétrica para Trólebus (falaremos sobre trólebus em um post futuro), apresentou o seu Dual. Um trólebus híbrido que utiliza a mesma plataforma e pode rodar como elétrico a bateria, híbrido e trólebus, utilizando o mesmo sistema de tração.



A Riba Motos (Fabricante de motos elétricas) e a Cooltra (Locadora das motos) expuseram suas motos, que também estavam disponíveis para test drive.

As ausências notadas foram a Ford que poderia ter trazido o Fusion Hybrid e a Renault que tem a sua belíssima linha ZE (Zero Emission).

Friday, September 25, 2015

2º dia do Salão e Conferência Latino-Americano de Veículo Elétrico

Seguindo com os relatos da Conferência que ocorreu no 11º Salão Latino-Americano de veículos elétricos, o segundo e ultimo dia de conferência (O salão ainda terá mais um, mas a conferência foram só dois), o formato continuou sendo de blocos de 3 palestras com um tema especifico.
No período da manhã, o primeiro bloco foi sobre Políticas públicas para a introdução de novas tecnologias automotivas. A primeira palestra foi do vereador Antônio Donato que falou das políticas publicas na visão da cidade de São Paulo. Em seguida, falou o gerente do setor de avaliação de emissões veiculares da CETESB, o Sr. Marcelo Pereira Bales, e fechando o bloco, o Diretor da ABDI, Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial, Miguel Neri, falou sobre Eficiência Energética.  
No inicio da tarde, o segundo bloco falou sobre a implantação da Mobilidade elétrica. Quem fez a primeira palestra, foi mais um Português, João Dias, que contou a experiência do seu país na implantação da infra-estrutura de eletro postos. A segunda palestra foi do pesquisador da USP, Javier Farago Escobar, com o tma Automóveis elétricos na América Latina: do Lítio boliviano ao excedente elétrico paraguaio. Fechando o bloco, o Consultor e pesquisador do CPqD, Marcos Carvalho Marques falou sobre políticas de inovação para infra-estrutura e veículos elétricos no Brasil.
O terceiro bloco foi sobre a experiência de empresas que já tem produtos no mercado. O Engenheiro do CPqD Raul Beck falou sobre tecnologia de baterias e Célula de combustível, em seguida, Roberto Braun, engenheiro da Toyota falou do híbrido Prius (que já foi matéria no nosso blog) e do veículo Fuel Cell Mirai, e encerrando o bloco, Carlos Corte, Gerente Sênior de vendas e marketing da linha BWM i, falou sobre essa linha de veículos que estão à venda no Brasil (O I3, e o híbrido Plugin I8) e que em breve serão tratados aqui neste blog.
Encerrando a conferência, Luciana Marques da Costa Jacomassi, da Caixa, falou sobre soluções financeiras para investimentos em mobilidade urbana.

Sem dúvida a Conferência foi de um nível técnico altíssimo e me trouxe muito conhecimento que eu terei o prazer de compartilhar com vocês neste blog e nas minhas palestras.
Os próximos 3 posts tratarão da Feira em si, que  se encerra amanhã.
Até lá.

Thursday, September 24, 2015

1º dia do Salão e Conferência Latino-Americano de Veículos Elétricos

O Salão Latino-Americano de Veículos Elétricos de 2015 começou hoje, dia 24 de setembro, e está acontecendo no Expo Center Norte.
Nesse post e no próximo falaremos dos dois dias da conferência que acontece junto com o salão e no terceiro post falaremos da feira em si.

A Conferência está sendo feitas em blocos com 3 palestras, cada bloco com um tema.
Neste primeiro dia, tiveram 3 blocos de palestras.
O primeiro foi sobre ciclos elétricos e mobilidade urbana que começou com o Sr. Tiago Pedrini, da Harley Davidson, que falou sobre o que ele chama de quebra de paradigmas com o projeto Live Wire, uma motocicleta elétrica, isso mesmo, uma baita quebra de paradigmas, que não abandona o jeitão Harley Davidson de ser. Em seguida o luso André Dias da CEiiA , Centro de Excelência e Inovação para a Industria Automóvel, de Portugal mas que atua no mundo inteiro, inclusive no Brasil, como já citamos em outro post no Projeto Veículo Elétrico da Itaipu Binacional além de outros projetos de compartilhamento de carros, motos e bicicletas elétricas. O bloco encerrou com a palestra do Gerente de secretaria da Prefeitura do Rio de Janeiro, Ricardo C.V. Silva, sobre o projeto de compartilhamento de carros elétricos que aquela prefeitura está implantando.
O Segundo bloco foi sobre Transporte público elétrico, que teve como palestrantes o Diretor de Mobilidade Urbana da Volvo, Ayrton Amaral, falando sobre os ônibus híbridos da Volvo, em seguida, o Diretor de marketing e relações governamentais da chinesa BYD (Build your dreams), que atua com veículos elétricos em todo o mundo e com sua nova fábrica em Campinas já está comercializando seus ônibus elétricos. Quem fechou o bloco foi a tradicional fabricante de trólebus, que inova com veículos elétricos e híbridos utilizando a mesma plataforma para os três, a Eletrabus, com a Gerente geral Ieda Oliveira.
O Derradeiro bloco foi sobre baterias e inversores de potência com Carlos Vidas da Moura, Michael Hafer da AVL e Clovis Gojo da Semikron.

Amanhã tem mais.
Até lá

Wednesday, September 23, 2015

CPFL Energia amplia para 27 a frota de veículos elétricos na 2ª fase do Programa de Mobilidade Elétrica

Projeto visa transformar Campinas na Cidade da Mobilidade Elétrica, com a utilização dos carros por locadoras, empresas de taxi e frota pública
Campinas, 23 de outubro de 2014 – A CPFL Energia, o maior grupo privado do setor elétrico brasileiro, amplia a sua frota de veículos elétricos e o número de eletropostos, a partir do lançamento da segunda fase do Programa de Mobilidade Elétrica, projeto de Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) que estuda os impactos da utilização dos carros elétricos. A iniciativa visa transformar Campinas (SP) na Cidade da Mobilidade Elétrica.
Com a segunda fase do projeto, a frota própria da Companhia saltará de seis para 27 veículos elétricos até o final de 2015 e o número de eletropostos passará de quatro para 21 unidades. Os pontos de recarregamento serão instalados em locais públicos e de fácil acesso, como shoppings centers, postos de serviços, prefeitura e locadoras de carros. Dois pontos serão colocados fora de Campinas, sendo um Jundiaí (SP) e outro em São Paulo, conferindo segurança para viagens interurbanas de curtas distâncias.​
Novos usos da tecnologia serão postos em teste a partir da nova etapa, ampliando o escopo dos estudos. Pela primeira vez, a utilização diária dos veículos elétricos por motoristas comuns será avaliada por uma concessionária de energia. Isso porque a companhia planeja disponibilizar algumas unidades para aluguel em locadoras de automóveis. Adicionalmente, a CPFL Energia pretende introduzir os carros elétricos na frota pública executiva e também na frota municipal de táxi. 
A ampliação do número de veículos elétricos virá acompanhada da incorporação de novos modelos à frota. Hoje, há negociações em andamento com a fabricante chinesa BYD para a compra dos utilitários elétricos E6 e o Hybrid, e com a Renault para a aquisição do Fluence e Twizy, que se juntariam aos carros anteriormente fornecidos pela montadora francesa na primeira fase do projeto, o Kangoo e o Zoe.
Os pontos chave para desenvolver a mobilidade elétrica no País são objetos de estudo do projeto. Entre os temas que serão aprofundados estão o impacto na rede elétrica e no planejamento da expansão do sistema, uso dos veículos elétricos como fonte de geração distribuída, os aprimoramentos regulatórios e legais, o ciclo de vida e reaproveitamento das baterias, a proposição de um modelo de negócios para a mobilidade elétrica no Brasil, além de outras questões relacionadas.
A pesquisa, iniciada em 2013, receberá R$ 21,2 milhões em investimentos até 2018, ano de sua conclusão, dos quais R$ 14,7 milhões para a segunda fase. Os recursos serão aplicados na instalação da infraestrutura de recarga, na aquisição dos veículos e no desenvolvimento dos estudos.
"Com este projeto, almejamos desenvolver e qualificar a CPFL Energia e o setor elétrico brasileiro para os impactos da expansão da mobilidade elétrica e para que possamos atuar de forma pioneira em novos negócios no momento em que os veículos elétricos se tornarem uma realidade", afirmou o diretor de Estratégia e Inovação do grupo, Rafael Lazzaretti.
O projeto, patrocinado com recursos do programa de Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), conta, atualmente, com a parceria institucional do CPqD, da Unicamp, das portuguesas CEiiA e Mobi2.E e da Renault.

Resultados da 1ª Fase do Projeto
Os dados preliminares levantados pelo projeto de P&D da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) mostram que a utilização do veículo elétrico é cerca de quatro vezes mais barata do que a de um carro convencional.
Enquanto valor do quilômetro rodado, em um carro a combustão, considerando o uso do etanol, é de aproximadamente R$ 0,19, enquanto o veículo movido à eletricidade percorre a mesma distância com o custo de R$ 0,05.
Os seis carros utilizados na primeira fase pelo Programa de Mobilidade Elétrica percorreram quase 17 mil quilômetros e consumiram 3.249 KWh de energia, o que equivale ao consumo aproximado de 16 residências durante um mês. Os veículos deixaram de emitir 2.3 ton/CO2 na atmosfera, o que equivale a retirar das ruas aproximadamente 27 carros populares que rodem 15 quilômetros por dia durante um mês.
Um dos objetivos da Primeira Fase do estudo era determinar qual seria o impacto para a carga de energia elétrica com a utilização em massa de veículos elétricos. As projeções iniciais da CPFL apontam que o uso desta tecnologia consumiria entre 0,6% a 1,7% da carga do SIN (Sistema Interligado Nacional), em 2030, quando a frota de veículos elétricos atingir respectivamente 5,0 milhões e 13,3 milhões de unidades.

Sobre a CPFL Energia
A CPFL Energia, há 101 anos no setor elétrico, atua nos segmentos de distribuição, geração, comercialização, serviços e telecomunicações. É líder no mercado de distribuição, com 13% de participação, totalizando mais de 7,5 milhões de clientes nos Estados de São Paulo, Rio Grande do Sul, Minas Gerais e Paraná. Na comercialização, é um dos líderes no mercado livre, com uma participação de mercado de 8%. É líder na comercialização de energia incentivada para clientes livres.
Na geração, é o segundo maior agente privado do país, com um portfólio baseado em fontes limpas e renováveis. A CPFL Geração conta com 2.248 MW de potência instalada, considerando sua participação equivalente em cada um dos ativos de geração. Em 2011 criou a CPFL Renováveis, com ativos como PCHs, parques eólicos, termelétricas a biomassa e a usina solar Tanquinho, pioneira no Estado de São Paulo, e uma das maiores do Brasil. Adicionando a participação equivalente na CPFL Renováveis, a capacidade instalada total do Grupo CPFL atingiu 3.127 MW no final do segundo trimestre de 2014. O grupo também ocupa posição de destaque em arte e cultura, entre os 15 maiores investidores brasileiros.
A CPFL Energia tem ações listadas no Novo Mercado da BM&FBovespa e ADR Nível III na NYSE, além participar do Índice Dow Jones Sustainability Index Emerging Markets e do Morgan Stanley Capital International Global Sustainability Index (MSCI). Pelo 9º. ano consecutivo, as ações da companhia integram a carteira do Índice de Sustentabilidade Empresarial (ISE) da BM&FBovespa.
Fonte: CPFL

Tuesday, September 22, 2015

História do Veículo Elétrico

Pode parecer que a Mobilidade elétrica é uma tecnologia nova, mas a utilização desse tipo de veículo é bem antiga.
Em uma pesquisa que eu fiz, eu achei várias versões para contar essa mesma história.
Eu escolhi a do site http://www.planetseed.com/ para contar para vocês essa história que se reescreve agora de forma mais palpável e tecnológica.

Daniel Pimenta Arroyo

História dos Veículos Elétricos

Os veículos elétricos estão entre os primeiros carros construídos durante os anos iniciais da indústria automobilística. O primeiro veículo independente a rodar com eletricidade foi construído na década de 1830, na Escócia. A fonte de energia para esse veículo não era recarregável, um problema considerável. Vários outros veículos elétricos chegaram às ruas nos anos 1800, mas o primeiro automóvel elétrico real surgiu em 1891, na oficina de William Morrison, de Des Moines, em Iowa. Em 1897 uma frota de táxis elétricos estava operando em Nova York. Em 1900, 28% de todos os carros nos Estados Unidos rodavam com eletricidade. Contudo, pouco depois desse pico de popularidade, o carro elétrico caiu em declínio. Henry Ford introduziu o Modelo T, com motor de combustão e produzido em massa, tornando os automóveis acessíveis às massas. Em 1920 o carro elétrico havia praticamente desaparecido, substituído por carros que iam mais longe e mais rápido com mais energia. A transição para o motor de combustão interna foi auxiliada pelo fato de que a gasolina estava prontamente disponível.
Thomas Edison's electric car
Foto gentilmente cedida pelaInstituição Smithsonian
Thomas Edison trabalhou por muitos anos em uma bateria que podia ser usada para alimentar um automóvel. Embora sua bateria não tenha tido sucesso, ele tinha um carro elétrico.
CitiCar
Foto gentilmente cedida porHighTechScience.org
O CitiCar, fabricado de 1974 a 1977, rodava com a eletricidade produzida por oito baterias chumbo-ácido. A carroceria do veículo leve era feita principalmente de plástico. Assim, o CitiCar não atendia aos padrões de segurança mais exigentes do fim da década de 1970.
A ideia de um carro elétrico para as massas voltou em 1960. Mas só pegou na década de 1970, quando as preocupações com a poluição e os preços crescentes da gasolina aumentaram. O primeiro veículo elétrico foi o CitiCar da Vanguard-Sebring, lançado em 1974. Esse minúsculo veículo podia passar de 48 km/h e rodar aproximadamente 64 km a cada recarga. Cerca de 2.000 veículos foram fabricados. O CitiCar não era muito seguro, e em 1976 a montadora parou de fabricá-los.
Os veículos elétricos foram testados para outros usos também. O Serviço Postal norte-americano comprou 350 Jeeps elétricos para a entrega de correspondências em 1975. Esses veículos podiam percorrer até 64 km e tinham velocidade máxima de 80 km/h. Cada veículo exigia 10 horas de tempo de recarga. Esse parecia ser um bom uso para um veículo elétrico: pequenas distâncias a serem percorridas em um tempo limitado. Contudo, o programa foi interrompido.
Em 1976 o Congresso norte-americano aprovou uma lei para estimular o desenvolvimento de veículos elétricos e híbridos. O objetivo da lei era, em parte, melhorar a tecnologia de baterias. Contudo, os fabricantes de automóveis não demonstraram interesse até 1988. Naquele ano, a General Motors (GM) começou a fornecer dinheiro para a pesquisa de carros elétricos para o mercado consumidor. O carro, chamado EV1, foi fabricado de 1996 a 1999. O EV1 era disponibilizado aos consumidores da Califórnia apenas através de leasing. Inicialmente, ele foi produzido com uma bateria chumbo-ácido. Em 1999, a GM passou para uma bateria de níquel-hidreto metálico (NiMH), que recarregava melhor.
General Motors' EV1
Foto © GM Corp.
O EV1 da General Motors foi o primeiro carro elétrico fabricado por uma montadora norte-americana. Foi lançado apenas na Califórnia. Quando a General Motors parou de fabricar o veículo, os EV1s devolvidos foram destruídos.
Toyota's electric version of its RAV4
Foto gentilmente cedida por Toyota Motor Corp.
A Toyota produziu uma versão elétrica de seu popular RAV4, um pequeno veículo esportivo utilitário. O RAV4 EV ficou disponível na Califórnia de 1997 a 2003. Embora a maioria tenha sido oferecida como leasing e depois devolvida, alguns modelos posteriores foram vendidos aos consumidores. Esses continuam rodando até hoje.
Vários outros veículos logo se juntaram ao EV1. O Toyota RAV4 EV, uma versão plug-in do popular utilitário esportivo, foi testado no Japão em meados de 1990 e comercializado na Califórnia. Empresas podiam fazer o leasing do RAV4 EV entre os anos de 1997 e 2000. De 2001 a 2003, a Toyota disponibilizou o carro para leasing pessoal nos Estados Unidos, e alguns foram vendidos a partir de 2002. Contudo, em 2003 a fabricação do RAV4 EV foi interrompida. O RAV4 EV atingia velocidades de até 130 km/h e tinha uma autonomia de 130 a 190 km. Ele utilizava baterias NiMH.
Muito poucos desses modernos veículos elétricos da primeira geração ainda existem - a maioria dos EV1s foi tomada de volta pela GM e destruída. Contudo, alguns RAV4 EVs continuam nas ruas. Não há novos veículos elétricos no mercado automobilístico mundial atualmente. Contudo, a maioria dos fabricantes de automóveis está planejando oferecer veículos elétricos no futuro próximo.

Monday, September 21, 2015

A Vida elétrica da Renault

Sempre que surge uma dúvida do porquê utilizarmos veículos elétricos me vêm a cabeça um comercial da Renault que não passou no Brasil, mas responde muito bem essa dúvida.
Uma bela sacada da Renault para mostrar a necessidade de modernizarmos os nossos veículos.

Daniel Pimenta Arroyo


Sunday, September 20, 2015

Ferrari de R$ 322 mil pode ser comprada como ferro-velho em pátio de Santo André

Uma história revoltante e confusa foi noticiada com muita poesia pelo Diário do Grande ABC. Uma Ferrari Dino pode ser vendida como sucata após confusões na investigação de um roubo.
Marina Brandão/DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra
É de conhecimento comum que os carros da Ferrari estão entre os itens mais desejados por todos aqueles que gostam de dirigir. O automóvel italiano é símbolo de status, dinheiro, poder e ostentação. Mais do que um simples veículo, a Ferrari é um ícone. Segundo a Brand Finance, consultora especializada em avaliação de marcas mundiais, a montadora italiana de automóveis de luxo aparece em 10º lugar como uma das mais valiosas em pesquisa realizada no mês de fevereiro de 2015. Porém, para um dos automóveis fabricados pela Ferrari, todo esse glamour parece ter ficado no passado.
Em um dos pátios administrados pela  Prefeitura  de Santo André, em meio à carros retorcidos e desfigurados, num canto qualquer, quase esquecido, encontra-se uma Ferrari Dino 208 GT4, 1975. O design italiano, um dos mais invejados do mundo, ainda desperta interesse, mas já não mostra o brilho de tempos atrás. As linhas aerodinâmicas, criadas para atingir velocidades extremas, dão lugar à ferrugem, que corrói não só a lataria, mas toda a personalidade do possante italiano.

 Hoje, o carro que outrora rasgou as estradas em busca do horizonte, jaz apodrecendo como um defunto num cemitério de veículos, tornando-se nada mais que o lugar de descanso do cão e companheiro do responsável pelo pátio.

Em Destaque


Numa busca rápida em sites especializados em compra e venda de carros de luxo, uma Ferrari Dino 208 GT4 alcança o valor de 55 mil libras esterlinas, equivalente a R$ 322 mil, tendo como base o câmbio de hoje. Porém, depois de tanto tempo no pátio, o futuro do veículo do cavalo rampante é incerto e ele pode ser negociado como um simples ferro-velho, o que poderia render R$ 253  somente, já que o carro pesa em torno de 1.150kg e a sucata é comercializada a R$ 0,22 o quilograma.
A história que acompanha o carro até ele parar  no pátio de Santo André é um pouco confusa. Segundo o boletim de ocorrência registrado na 1º DP (Delegacia de Polícia) do Centro da cidade, com data de 6 de junho de 2006, o dono da Ferrari, o romeno Ferry Lazar, levou o automóvel para conserto em fevereiro de 2002 e quando retornou para retirar o veículo, tanto a oficina quanto a Ferrari e o dono do estabelecimento tinham sumido. Lazar, então, passou a procurar o carro por conta própria, e em meados de 2003 descobriu que uma Ferrari muito semelhante a sua apareceu. A Ferrari Dino 208 GT4 que ele levara na oficina era azul, enquanto  a encontrada em 2003 era amarela.
O delegado acatou a queixa de Lazar e pediu para que policiais averiguassem  o veículo que se encontrava em posse de Ariovaldo Vicentini, que prontamente se ofereceu para elucidar a situação. Ainda segundo o B.O, o delegado suspeitou de que poderia se tratar de  adulteração  de veículo, crime previsto em lei, através dos artigos 289 e 311 e que ambos, tanto Ferry Lazar e Ariovaldo Vicentini foram vítimas de um possível golpe.
A Ferrari Dino 208 GT4 se encontra no pátio de Santo André desde 2006, quando  foi determinada sua apreensão para a averiguação. 
A quipe do Diário buscou durante todo o dia entrar em contato com os envolvidos através dos números de telefones que estão no boletim de ocorrência, mas não obteve sucesso. Algumas redes sociais também foram utilizadas para tentar encontrar os donos da Ferrari, mas também não houve êxito, o que aumenta ainda mais o mistério do porque esta Ferrari ainda continuar no pátio de Santo André.
Fonte: Diário do Grande ABC em 08/09/2015

Saturday, September 19, 2015

Veículos híbridos e elétricos de São Paulo estão liberados do rodízio municipal

Medida deve incentivar a demanda pela tecnologia mais limpa



Na última segunda-feira (14), o prefeito Fernando Haddad assinou um decreto que regulamenta a isenção do rodízio municipal para todos os veículos híbridos e elétricos da cidade de São Paulo. Segundo Ricardo Guggisberg, presidente executivo da Associação Brasileira do Veículo Elétrico (ABVE), a iniciativa deve tornar esse tipo de automóvel mais atraente aos consumidores.

O rodízio de carros na cidade foi implantado em 1997 para reduzir os níveis de emissão de poluentes dos veículos automotores. O problema é que, de acordo com a Prefeitura, a medida já não é mais tão eficiente, uma vez que as pessoas estão comprando um segundo carro. “A liberação dos veículos híbridos e elétricos não afetará o trânsito, mas sim a tendência de se adquirir esse segundo carro, geralmente mais velho e mais poluente, para driblar o rodízio”, afirma Guggisberg.

Como não lançam gases nocivos à atmosfera, os veículos híbridos e elétricos atendem ao objetivo original do rodízio, que era melhorar a qualidade do ar de São Paulo. Para Roberto Braun, diretor da ABVE, “trata-se de um importante reconhecimento do poder público aos benefícios desta nova tecnologia para a sociedade e para o ambiente”.

Embora o valor ainda seja um dos grandes obstáculos para a popularização desses automóveis, eles são teoricamente mais baratos no que diz respeito à manutenção e abastecimento. Segundo Guggisberg, essa economia é tão significativa que chega a cobrir boa parte do financiamento do carro. “Mesmo com o aumento da conta da energia elétrica, abastecer um veículo desses custa muito menos do que um modelo convencional”, completa.

Os automóveis beneficiados pela medida poderão ser conhecidos na 11ª edição do Salão Latinoamericano de Veículos Elétricos, que acontece de 24 a 26 de setembro no Pavilhão Amarelo do Expo Center Norte, na própria capital paulista. Além de carros, o evento também terá lançamentos em motocicletas, bicicletas, patinetes, skates e até ônibus – todos movidos total ou parcialmente à eletricidade.

Atualmente, 5% da frota mundial corresponde aos elétricos. Estimativas da ABVE indicam que, no Brasil, há somente cerca de três mil deles. Para Guggisberg, a isenção do rodízio será fundamental para incentivar o crescimento da demanda por esses veículos, que têm potencial para substituir todos os carros em circulação. Vale lembrar que a Prefeitura recentemente também aprovou desconto de 50% no pagamento de IPVA (Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores) para os donos desses automóveis.
Fonte: Quatro Rodas em 17/09/2015

Friday, September 18, 2015

Uruguai aposta em energia limpa e veículos elétricos


O governo uruguaio lançou um plano de eficiência energética que busca reduzir em 45%, até 2024, o consumo de energia que o país tinha em 2012, segundo o projeto, que visa a multiplicar as fontes de energia renovável. 
O Plano Nacional de Eficiência Energética 2015-2024 toma como base comparativa o consumo do país em 2012, destaca o informe apresentado pelo Ministério da Indústria, Energia e Mineração. A estratégia central do Executivo é aplicar medidas que evite o consumo de energia, otimizando sua utilização. "O objetivo (é) alcançar uma meta determinada de energia evitada (não consumida) no período 2015-2024", destaca o texto.

O Uruguai, país importador de petróleo, tem, desde 2009, uma lei que promove o uso eficiente de energia e desenvolve também vários planos que promovem o uso de energias renováveis como a criação de parques eólicos - o país quer ser aquele que terá em 2020 a maior proporção de energia eólica em sua matriz energética - ou a obtenção de energia a partir de biomassa.

A iniciativa visa em particular a uma redução do consumo de energia em residências e transporte, através de uma aposta nas placas solares para aquecer a água (a metade no setor residencial) ou o uso de veículos híbridos. "No setor dos transportes pretende-se que até 2024, 8% da frota de veículos leves sejam de tecnologia híbrida ou elétrica", ressaltou o texto.

Se for considerado o uso potencial de gás natural para veículos leves, o percentual de veículos que poderiam usar fontes não tradicionais (diferentes da gasolina) sozinhas ou combinadas aumentaria a 16% do parque automotivo nesta categoria.

Atualmente, a proporção de veículos híbridos ou elétricos é marginal no mercado automotivo uruguaio, que teve forte crescimento nos últimos anos.

Postagem: Uruguai aposta em energia limpa e veículos elétricos

Publicado no Verdesobrerodas
Origem: Yahoo Noticias Brasil

Thursday, September 17, 2015

Nissan aumenta autonomia do Leaf em 25%

Agora, hatch elétrico pode rodar 250 km sem parar


Um dos modelos elétricos mais conhecidos do mundo, o Nissan Leaf ainda não chegou à sua esperada segunda geração. Entretanto, para tornar o hatch mais atraente no mercado internacional, a montadora japonesa lançou uma segunda opção de sistema de baterias de íon-lítio na linha 2016.

Agora, o Leaf também conta com um pacote de baterias de 30 kWh. Ele garante uma ampliação da autonomia do modelo em até 25% na comparação com o pacote de 24 kWh – que continuará sendo vendido. Assim, o hatch poderá rodar por até 250 quilômetros antes de precisar de uma recarga.



Apesar de a capacidade ser maior, o pacote de 30 kWh tem exatamente o mesmo peso do de 24 kWh (21 kg), não interferindo no desempenho do carro. Além disso, as baterias têm garantia de oito anos ou 100 mil milhas (160 mil quilômetros) e são compatíveis com dispositivos de recarga rápida.

Outras mudanças notáveis no Leaf 2016 são a atualização do sistema NissanConnectEV, que permite ao motorista controlar algumas funções do carro à distância (como o aquecimento ou resfriamento da cabine sem gastar bateria) e a disponibilidade de uma nova cor de carroceria (bronze).



É provável que esta tenha sido a última atualização relevante da primeira geração do Leaf. Anteriormente, Carlos Ghosn, presidente da Nissan, já havia confirmado que a segunda geração contaria com uma autonomia ainda maior – aproximadamente, 400 km. O modelo deve ser lançado entre o fim de 2016 e o começo de 2017.
Fonte: Quatro Rodas em 10/09/2015

Wednesday, September 16, 2015

Emissões Veiculares no Estado de São Paulo


introducaoNas áreas metropolitanas o problema da poluição do ar tem-se constituído numa das mais graves ameaças à qualidade de vida de seus habitantes. Em geral, os veículos automotores são os principais causadores dessa poluição.
As emissões causadas por veículos carregam diversas substâncias tóxicas que, em contato com o sistema respiratório, podem produzir vários efeitos negativos sobre a saúde.
O Brasil, como todo país em desenvolvimento, apresenta um crescimento expressivo na frota veicular de suas regiões metropolitanas.
O Estado de São Paulo enfrenta uma situação particularmente preocupante por deter cerca de 40% da frota automotiva do país. A frota motorizada no Estado de São Paulo, em dezembro de 2013, calculada segundo metodologia do inventário estadual explicitada no Relatório de Emissões Veiculares da CETESB, é de aproximadamente 14,8 milhões de veículos, sendo 9,8 milhões de automóveis, 1,9 milhões de comerciais leves, 540 mil ônibus e caminhões e 2,6 milhões de motocicletas. A frota da Região Metropolitana de São Paulo (RMSP) representa cerca de 7 milhões de veículos. A frota de veículos do ciclo Diesel (caminhões, ônibus, microônibus, caminhonetes e vans), no Estado de São Paulo, é composta por 885 mil veículos e na RMSP por 378 mil veículos.
Nas áreas metropolitanas, o problema da poluição do ar tem-se constituído numa das mais graves ameaças à qualidade de vida de seus habitantes. As emissões causadas por veículos carregam diversas substâncias tóxicas que, em contato com o sistema respiratório, podem produzir vários efeitos negativos sobre a saúde. Essa emissão é composta de gases como: monóxido de carbono (CO), óxidos de nitrogênio (NOx), hidrocarbonetos (HC), óxidos de enxofre (SOx), material particulado (MP), etc.
O monóxido de carbono (CO) é uma substância inodora, insípida e incolor – atua no sangue reduzindo sua oxigenação.
Os óxidos de nitrogênio (NOx) são uma combinação de nitrogênio e oxigênio que se formam em razão da alta temperatura na câmara de combustão – participa na formação de dióxido de nitrogênio e na formação do “smog” fotoquímico.
Os hidrocarbonetos (HC) são a parcela de combustível não queimado ou parcialmente queimado que é expelido pelo motor – alguns tipos de hidrocarbonetos reagem na atmosfera promovendo a formação do “smog” fotoquímico.
A fuligem (partículas sólidas e líquidas), sob a denominação geral de material particulado (MP), devido ao seu pequeno tamanho, mantém-se suspensa na atmosfera e pode penetrar nas defesas do organismo, atingir os alvéolos pulmonares e ocasionar:
  • mal estar;
  • irritação dos olhos, garganta, pele etc.;
  • dor de cabeça, enjôo;
  • bronquite;
  • asma;
  • câncer de pulmão.
Outro fator a ser considerado é que essas emissões causam grande incômodo aos pedestres próximos às vias de tráfego. No caso da fuligem (fumaça preta), a coloração e o mau cheiro desta emissão causa de imediato uma atitude de repulsa e pode ainda ocasionar diminuição da segurança e aumento de acidentes de trânsito pela redução da visibilidade. Foram emitidas em 2013 no Estado 423 mil toneladas de CO, 72 mil toneladas de NMHC, 192 mil toneladas de NOx, 5,4 mil toneladas de MP, 15 mil toneladas de SO2 e 1,6 mil toneladas de aldeídos, todos poluentes tóxicos.
O gráfico abaixo mostra a evolução na emissão desses compostos ao longo dos últimos anos e inclui além dos poluentes citados, também a emissão de dióxido de carbono (CO2), que é o principal gás de efeito estufa emitido por veículos, e cuja emissão está relacionada com a eficiência energética dos veículos (consumo de combustível).
Emissão de poluentes em t, de 2009 a 2013 no Estado de São Paulo
O impacto das emissões veiculares é sentido nas regiões em que a qualidade do ar apresenta elevados níveis de concentração por ozônio e por MP. Ainda que os fatores de emissão dos veículos novos estejam decrescendo, o aumento da frota de veículos e os congestionamentos das vias comprometem os avanços tecnológicos. Além disso, a parcela com tecnologia defasada ainda é significativa. O gráfico de evolução entre 2009 e 2013 mostra, de modo geral, a manutenção das emissões totais ao longo desse período. A emissão de GEE continua crescendo, em especial pela utilização da gasolina em substituição ao etanol em função do preço de venda no varejo.
O diagnóstico geral e as ações de controle do Estado de São Paulo, para as emissões veiculares, são descritas no Plano de Controle da Poluição Veicular – PCPV, documento governamental que orienta as decisões e acompanha a implementação das mesmas. Esse documento, assim como o Relatório de Emissões Veiculares e outros documentos relevantes preparados pela CETESB, podem ser acessados no ícone “Publicações e Relatórios deste site.
Fonte: CETESB

Tuesday, September 15, 2015

Veículos Híbridos: Toyota Prius

imageO Toyota Prius foi o primeiro veículo híbrido vendido no Brasil e um dos primeiros (se não o primeiro) vendido no mundo.
O Prius utiliza um motor ciclo Atkinson 1.8 16V que rende 99cv, que somado ao motor elétrico chega a render 136cv.
Ele roda no modo elétrico em baixas velocidades e sua bateria recebe uma recarga a cada frenagem (assim como o KERS da Fórmula 1), ou seja, excelente para as grandes metrópoles onde o trânsito é terrível e as frenagens são constantes. Nesse momento ele não está gastando nada de combustível já que só o motor elétrico está funcionando.
O motor a combustão entra em funcionamento quando o condutor acelera a velocidades maiores ou quando a bateria está descarregada (o motor a combustão faz o trabalho de recarregar a bateria).


Com isso as emissões de poluentes despencam e o consumo médio é de 25,5 km/l.

O Prius é vendido no Brasil a partir de R$115.000,00. 
Se a nossa legislação fosse mais moderna e desse incentivos para veículos híbridos o valor seria bem menor. Aliado a economia que se terá durante o uso, os veículos híbridos seriam bem mais viáveis.

Mas já é um bom começo nós termos esse tipo de veículo à disposição.

Para saber mais do Prius, basta acessar o site: http://www.toyota.com.br/modelos/prius/

Daniel Pimenta Arroyo

Monday, September 14, 2015

ONU experimenta em Brasília carros elétricos cedidos pela Itaipu Binacional


O PNUD recebe da Itaipu Binacional, dois veículos elétricos. A concessão faz parte do programa Mob-i, desenvolvido pela Itaipu em parceria com a empresa portuguesa CeiiA - ( Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil).

Carros elétricos circularão a título de teste em Brasília, depois de terem passado por Curitiba e na sede da usina de Itaipu Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

Dois carros movidos a eletricidade começaram a circular hoje (25) pelas ruas de Brasília. Os veículos foram cedidos à Organização das Nações Unidas (ONU) pela Itaipu Binacional e pela empresa portuguesa CEiiA., responsáveis pelo programa Mobilidade Inteligente (Mobi-i).
O projeto, lançado em 2014, distribuiu carros elétricos em Curitiba, na própria Itaipu e agora em Brasília. A ideia é pesquisar como esses carros funcionam e o que eles representam em termos de sustentabilidade e economia financeira, além de sensiblizar a população para políticas sustentáveis e para inteligência no tráfego de veículos.
“Como é extremamente econômica e ecológica, é uma tecnologia impressionante. Vamos utilizar o veículo para permitir a análise dos dados, custos e das potencialidades de utilização da tecnologia. Ao mesmo tempo, é muito importante promover o sistema”, disse o coordenador do Sistema ONU no Brasil, Jorge Chediek.
Com os carros que começaram a circular em Brasília, será possível monitorar a quantidade de gás carbônico que deixou de ser liberada na atmosfera, os quilômetros percorridos, os recursos financeiros poupados (diferença entre o custo de produção da energia fóssil e o da elétrica), entre outras informações relevantes para o estudo.
A empresa responsável pelo sistema também analisará a logística a ser empregada, como a instalação dos chamados eletropostos. Nesses locais, a bateria do veículo leva em torno de uma hora e meia para ser carregada totalmente. Um carro elétrico do modelo testado em Brasília roda cerca de 120 quilômetros (km) com uma única carga, com velocidade máxima de 140 km/h.
“Usar um carro elétrico é cinco vezes mais barato que abastecer com gasolina, além de totalmente sustentável. Queremos verificar as necessidades do sistema para, no futuro, colocarmos esses carros no mercado”, adiantou o representante da empresa CEiiA, Tomé Costa.

Fonte: Agência Brasil em 23/03/2015

Sunday, September 13, 2015

Dois protótipos brasileiros de veículos reconfiguráveis

Estudantes desenvolvem protótipos de veículos reconfiguráveis
Projeto Opal, carro desenvolvido por alunos da Politécnica da USP em parceria com colegas de outras quatro universidades estrangeiras.[Imagem: Agência Fapesp/Divulgação]
Educação de engenharia
O Brasil sediou pela primeira vez o programa PACE (Partners for the Advancement of Collaborative Engineering Education), programa liderado pela General Motors para a educação de engenharia.
A 4ª edição do fórum, realizada em São Bernardo do Campo, em São Paulo, reuniu 350 estudantes de 58 instituições, tendo como tema Repensando a Mobilidade.
A programação incluiu uma competição de veículos desenvolvidos por estudantes das instituições participantes.
Os alunos da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli-USP) e de mais quatro universidades estrangeiras apresentaram um projeto de veículo reconfigurável e de uso compartilhado para a cidade de São Paulo (SP).
Batizado com o nome de Opal, o projeto do veículo modelo hatch, de duas portas, amplia a capacidade de passageiros, de três para cinco assentos por meio de atuadores eletrônicos.
Estudantes desenvolvem protótipos de veículos reconfiguráveis
Projeto Revo, da FEI, que possui um sistema de sanfona para aumentar o tamanho do veículo. [Imagem: FEI/Divulgação]
Carro reconfigurável
"A reconfiguração, ainda uma novidade, consiste em adequar o veículo para mais de uma aplicação, como, por exemplo, transformando o veículo de passageiros em veículo de carga. Esse é um modo de atender demandas específicas e variadas, usando a mesma frota", explica Marcelo Alves, do Centro de Engenharia Automotiva da Poli-USP.
O Centro Universitário da FEI, em parceria com a Universidade Iberoamaricana (México), Universidade de Porto Rico (Porto Rico) e Faculdade de Estudos Criativos (Estados Unidos), apresentou o protótipo do Revo, equipado com uma sanfona entre a parte da frente e de trás, que permite expandir a cabine e reconfigurar o veículo.

Os projetos têm prazo de dois anos para serem concluídos. Nesta primeira etapa são avaliados os protótipos e projetos do veículo e, na segunda, que ocorrerá no próximo ano, serão analisados o conceito e o alinhamento do projeto aos critérios do programa.
Fonte: Inivação tecnológica em 10/08/2015